Diante das ameaças de interrupção na produção de combustíveis, as operações das refinarias da Petrobras estão sendo fortemente monitoradas nesta semana. O futuro presidente Jean Paul Prates afirma estar acompanhando de perto o processo.
Após o ataque ao Congresso Nacional acontecido no último domingo, (08/01), as operações das refinarias da Petrobras estão sendo monitoradas. Há um possível risco de interrupção na produção de combustíveis por parte de grupos internos na empresa, acarretando em um estado de alerta na petroleira. O futuro presidente da estatal, Jean Paul Prates, está acompanhando de perto o processo, com a atual administração temporária da companhia.
Risco de interrupção na produção de combustíveis leva a um monitoramento das operações das refinarias da Petrobras em todo o Brasil nesta semana
A administração da Petrobras precisa agora lidar com ameaças de grupos antidemocráticos internos que ameaçam interromper as operações das refinarias da companhia.
O risco foi detectado após os ataques terroristas realizados por grupos de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro na capital Brasília, durante este domingo.
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Dessa forma, a presidência da estatal tomou como medida preventiva o monitoramento permanente das operações nos seus ativos de refino, para garantir que não haja um risco de desabastecimento no mercado nacional.
A Petrobras informa que, neste domingo, 8, as refinarias da companhia operaram normalmente, mas o tema tem sido acompanhado pela direção da companhia e as autoridades policiais dos estados.
Em diversas redes sociais, os grupos antidemocráticos vêm discutindo uma paralisação nas operações, mas a estatal destacou que está tomando todas as medidas necessárias para garantir a segurança nas refinarias.
Jean Paul Prates, indicado para a presidência da companhia, diz que acompanha o tema e conversou com o ministro da Defesa e Segurança Pública, Flávio Dino, e com os governadores de alguns estados.
Ele também destacou que já conversou com o presidente interino da estatal, João Henrique Rittershaussen, que afirmou estar mobilizando todas as equipes de segurança para manter a ordem e a continuidade da produção dos combustíveis.
As refinarias que correm risco de interrupção nas operações são: Reduc (Duque de Caxias, RJ), Replan (Paulínia, SP), Revap (São José dos Campos, SP) e Refap (Canoas, RS).
FUP e Ministério de Minas e Energia acompanham possíveis riscos de interrupção nas operações das refinarias e garantem apoio à estatal
Além do futuro presidente da companhia, Jean Paul Prates, e do atual presidente interino da Petrobras, outras instituições acompanham o cenário atual.
Entre elas, está a Federação Única dos Petroleiros (FUP), que manifestou sua preocupação com o cenário breve do mercado de combustíveis nacional e possíveis riscos de desabastecimento.
“Estes possíveis atos podem colocar em risco os ativos da Petrobras, a integridade física dos trabalhadores destas unidades assim como o entorno destes ativos e comprometer o fornecimento de combustíveis para a população”, destacou a federação.
Além disso, o Ministério de Minas e Energia está se mobilizando para garantir a segurança no abastecimento nacional.
O atual ministro afirmou que “garante o abastecimento nacional de combustíveis e funcionamento normal de refinarias, terminais e bases de distribuição. Monitoramento e articulação do governo asseguram o suprimento.”
Dessa forma, com a articulação das organizações e do senador Jean Paul Prates, as refinarias estão com suas operações normalizadas e devem continuar seguindo o padrão pelos próximos dias.
Agora, resta à administração da Petrobras tomar medidas preventivas para evitar possíveis problemas internos durante o decorrer desta semana.
