Expansão da Linha 4-Amarela deve iniciar escavações em 2026 e levar o metrô até Taboão da Serra, com duas novas estações e integração com ônibus, em um projeto bilionário que ainda concentra dúvidas sobre detalhes técnicos.
A expansão da Linha 4-Amarela do metrô, no trecho entre a estação Vila Sônia e o município de Taboão da Serra, deve entrar em uma nova fase em fevereiro de 2026, com o início previsto das escavações dos túneis.
A obra é citada com investimento de R$ 3,2 bilhões e acrescenta 3,3 quilômetros ao ramal, que hoje termina na zona oeste da capital.
A previsão foi mencionada pelo secretário estadual de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini, durante evento público na capital paulista.
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Na ocasião, ele afirmou que as escavações dos túneis começam em fevereiro, depois de meses de preparação de canteiros.
Termo aditivo e papel da ViaQuatro na Linha 4-Amarela
O projeto foi formalizado por meio de um termo aditivo envolvendo o Governo do Estado e a concessionária ViaQuatro, responsável pela operação da Linha 4-Amarela.
A ampliação é tratada pelo governo como parte da estratégia para ampliar a oferta de transporte sobre trilhos no eixo oeste da Região Metropolitana.

O novo trecho será totalmente subterrâneo, segundo as informações divulgadas sobre o empreendimento.
A extensão prevista é de 3,3 quilômetros a partir de Vila Sônia, com a implantação de infraestrutura associada à operação do sistema metroviário.
Novas estações Chácara do Jockey e Taboão da Serra
O que está previsto na ampliação da Linha 4-Amarela
A expansão inclui duas novas estações no percurso.
A primeira é a futura Chácara do Jockey, ainda na cidade de São Paulo, e a segunda é a estação Taboão da Serra, já fora dos limites da capital.
A chegada do metrô a Taboão da Serra está associada à implantação de um terminal de integração com linhas de ônibus, conforme descrições do projeto em materiais técnicos e comunicados públicos.
A proposta é permitir conexão com o transporte municipal e intermunicipal, sem que o usuário precise seguir até bairros mais centrais para acessar o sistema metroviário.
Além das estações, o escopo divulgado envolve estruturas típicas de uma expansão subterrânea, como poços de ventilação e saídas de emergência, além de instalações elétricas e operacionais.
Detalhes sobre localização exata e configuração interna das paradas aparecem em documentos e apresentações relacionados ao empreendimento.
Investimento de R$ 3,2 bilhões e financiamento do Governo de SP
Quanto custa e como o financiamento foi descrito
O texto-base que circula sobre a obra menciona investimento de R$ 3,2 bilhões.
Em comunicados oficiais anteriores e em reportagens sobre o aditivo contratual, também aparece a referência a um pacote estimado em cerca de R$ 4 bilhões, que inclui itens além das obras civis, como aquisição de trens.
Nessas mesmas publicações, o governo estadual é apontado como responsável pela maior parcela do aporte financeiro.
Já a ViaQuatro aparece vinculada às obrigações e investimentos previstos no contrato de concessão e nos ajustes firmados com o poder público.
A divisão precisa por rubricas e etapas varia conforme o recorte adotado em cada anúncio.
Por isso, quando o tema é o valor exato destinado a cada componente, as fontes consultadas costumam apresentar estimativas e faixas associadas a obras, sistemas e itens complementares.
Consórcio executor e preparação de canteiros antes das escavações
Quem executa e o que aconteceu antes das escavações
A implantação do trecho conta com empresa e consórcio apontados em reportagens do setor como responsáveis pela execução.
Já a ViaQuatro, que opera a Linha 4-Amarela, participa do projeto como concessionária vinculada ao contrato que dá base à expansão.
Até aqui, as frentes de serviço divulgadas se concentraram em mobilização e preparação de canteiros.
Essa etapa reúne ações como instalação de estruturas de apoio, organização logística e medidas iniciais necessárias antes de intervenções mais profundas no subsolo.
Com o início das escavações, a obra entra na fase em que os túneis começam a ser efetivamente abertos.
O avanço desse tipo de serviço costuma seguir critérios técnicos de engenharia e segurança, com monitoramento permanente, segundo práticas usuais em obras subterrâneas em áreas urbanas densas.
Prazo de 64 meses e estimativa de entrega no início da próxima década
Prazos e o horizonte de entrega citado nas publicações
O prazo contratual citado em textos sobre a expansão é de até 64 meses.
Com esse cronograma, a entrega ficaria para o início da próxima década, a depender do andamento das etapas e da execução conforme o contrato.
Em publicações recentes, a projeção de inauguração aparece como estimativa para 2031.
Como se trata de um horizonte de vários anos, o cronograma pode sofrer revisões ao longo do caminho, conforme procedimentos de gestão de contratos e obras públicas.
Hoje, a Linha 4-Amarela tem 11 estações em operação entre Luz e Vila Sônia.
Textos sobre a ampliação indicam que, com a chegada a Taboão da Serra, o ramal passaria a ter 13 estações e ampliaria a extensão total, mantendo a ligação com pontos de integração importantes do sistema.
Terminal de ônibus e impactos no entorno da avenida Francisco Morato
Integração com ônibus e o entorno das futuras estações
O terminal integrado em Taboão da Serra é apresentado como peça central do projeto para organizar a distribuição de passageiros.
A intenção descrita é conectar o metrô a linhas de ônibus que hoje fazem parte do deslocamento diário entre Taboão, bairros da zona oeste e outras regiões da Grande São Paulo.
Do lado da capital, a futura estação Chácara do Jockey aparece associada ao eixo viário da região da Avenida Professor Francisco Morato, onde já há grande circulação de ônibus.
Durante a execução, intervenções em áreas urbanas podem exigir ajustes temporários no entorno, como ocorre em obras de infraestrutura, embora a extensão e a duração desses impactos dependam do planejamento e das medidas adotadas em cada etapa.
Ao longo do projeto, comunicados e documentos costumam detalhar aspectos de acessibilidade, fluxos de entrada e saída e integração com modos ativos, como bicicletários e conexões com ciclovias.
Esses itens, quando confirmados em versões oficiais, costumam aparecer como parte do desenho de estações e terminais.


Projeto original ainda do Metrô previa a V Jussara como estação intermediária entre V Sônia e Taboão. Desapropriação de 6 mil m2. A concessionária mudou para o parque Chácara do Jóquei, excêntrica, com cerca de 12 mil m2 desapropriados e, ainda, colocando um acesso na área verde, do parque. O projeto original parece bem mais adequado. Como explicar??
O meu voto a Tarcísio de Freitas está sendo bem representado , realmente é um grande avanço e de excelência , agora falando de outro assunto , como estão as obras da despoluição do Rio Tietê? Não ouço mais nada a respeito , eu estou morando na região do alto Tietê e o Rio passa próximo da minha casa ( + ou – 1 km ) e o Rio está ainda muito poluído , aguardo resposta muito obrigado 🙏🙏🙏 .
Parabéns para população de São Paulo, retrato de governança com responsabilidade, competência e respeito ao cidadão.