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SP
11 comentários 5 min de leitura

Obra bilionária de R$ 3,2 bilhões começa em fevereiro de 2026 e dá início a um dos maiores projetos de infraestrutura de São Paulo, prevendo 3,3 km de túneis subterrâneos, escavações profundas e a construção de duas novas estações com integração direta a um terminal de ônibus

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Escrito por Ana Alice Publicado em 06/02/2026 às 02:49 Atualizado em 06/02/2026 às 02:52
Assista o vídeoObras da expansão da Linha 4-Amarela começam em fevereiro de 2026: 3,3 km de túneis, 2 estações e integração em Taboão da Serra (SP). (Imagem: Ideogram/Ilustração)
Obras da expansão da Linha 4-Amarela começam em fevereiro de 2026: 3,3 km de túneis, 2 estações e integração em Taboão da Serra (SP). (Imagem: Ideogram/Ilustração)
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Expansão da Linha 4-Amarela deve iniciar escavações em 2026 e levar o metrô até Taboão da Serra, com duas novas estações e integração com ônibus, em um projeto bilionário que ainda concentra dúvidas sobre detalhes técnicos.

A expansão da Linha 4-Amarela do metrô, no trecho entre a estação Vila Sônia e o município de Taboão da Serra, deve entrar em uma nova fase em fevereiro de 2026, com o início previsto das escavações dos túneis.

A obra é citada com investimento de R$ 3,2 bilhões e acrescenta 3,3 quilômetros ao ramal, que hoje termina na zona oeste da capital.

A previsão foi mencionada pelo secretário estadual de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini, durante evento público na capital paulista.

Na ocasião, ele afirmou que as escavações dos túneis começam em fevereiro, depois de meses de preparação de canteiros.

Termo aditivo e papel da ViaQuatro na Linha 4-Amarela

O projeto foi formalizado por meio de um termo aditivo envolvendo o Governo do Estado e a concessionária ViaQuatro, responsável pela operação da Linha 4-Amarela.

A ampliação é tratada pelo governo como parte da estratégia para ampliar a oferta de transporte sobre trilhos no eixo oeste da Região Metropolitana.

Linha 4-Amarela (Imagem: Reprodução)
Linha 4-Amarela (Imagem: Reprodução)

O novo trecho será totalmente subterrâneo, segundo as informações divulgadas sobre o empreendimento.

A extensão prevista é de 3,3 quilômetros a partir de Vila Sônia, com a implantação de infraestrutura associada à operação do sistema metroviário.

Novas estações Chácara do Jockey e Taboão da Serra

O que está previsto na ampliação da Linha 4-Amarela

A expansão inclui duas novas estações no percurso.

A primeira é a futura Chácara do Jockey, ainda na cidade de São Paulo, e a segunda é a estação Taboão da Serra, já fora dos limites da capital.

A chegada do metrô a Taboão da Serra está associada à implantação de um terminal de integração com linhas de ônibus, conforme descrições do projeto em materiais técnicos e comunicados públicos.

A proposta é permitir conexão com o transporte municipal e intermunicipal, sem que o usuário precise seguir até bairros mais centrais para acessar o sistema metroviário.

Além das estações, o escopo divulgado envolve estruturas típicas de uma expansão subterrânea, como poços de ventilação e saídas de emergência, além de instalações elétricas e operacionais.

Detalhes sobre localização exata e configuração interna das paradas aparecem em documentos e apresentações relacionados ao empreendimento.

Investimento de R$ 3,2 bilhões e financiamento do Governo de SP

Quanto custa e como o financiamento foi descrito

O texto-base que circula sobre a obra menciona investimento de R$ 3,2 bilhões.

Em comunicados oficiais anteriores e em reportagens sobre o aditivo contratual, também aparece a referência a um pacote estimado em cerca de R$ 4 bilhões, que inclui itens além das obras civis, como aquisição de trens.

Nessas mesmas publicações, o governo estadual é apontado como responsável pela maior parcela do aporte financeiro.

Já a ViaQuatro aparece vinculada às obrigações e investimentos previstos no contrato de concessão e nos ajustes firmados com o poder público.

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A divisão precisa por rubricas e etapas varia conforme o recorte adotado em cada anúncio.

Por isso, quando o tema é o valor exato destinado a cada componente, as fontes consultadas costumam apresentar estimativas e faixas associadas a obras, sistemas e itens complementares.

Consórcio executor e preparação de canteiros antes das escavações

Quem executa e o que aconteceu antes das escavações

A implantação do trecho conta com empresa e consórcio apontados em reportagens do setor como responsáveis pela execução.

Já a ViaQuatro, que opera a Linha 4-Amarela, participa do projeto como concessionária vinculada ao contrato que dá base à expansão.

Até aqui, as frentes de serviço divulgadas se concentraram em mobilização e preparação de canteiros.

Essa etapa reúne ações como instalação de estruturas de apoio, organização logística e medidas iniciais necessárias antes de intervenções mais profundas no subsolo.

Com o início das escavações, a obra entra na fase em que os túneis começam a ser efetivamente abertos.

O avanço desse tipo de serviço costuma seguir critérios técnicos de engenharia e segurança, com monitoramento permanente, segundo práticas usuais em obras subterrâneas em áreas urbanas densas.

Prazo de 64 meses e estimativa de entrega no início da próxima década

Prazos e o horizonte de entrega citado nas publicações

O prazo contratual citado em textos sobre a expansão é de até 64 meses.

Com esse cronograma, a entrega ficaria para o início da próxima década, a depender do andamento das etapas e da execução conforme o contrato.

Em publicações recentes, a projeção de inauguração aparece como estimativa para 2031.

Como se trata de um horizonte de vários anos, o cronograma pode sofrer revisões ao longo do caminho, conforme procedimentos de gestão de contratos e obras públicas.

Hoje, a Linha 4-Amarela tem 11 estações em operação entre Luz e Vila Sônia.

Textos sobre a ampliação indicam que, com a chegada a Taboão da Serra, o ramal passaria a ter 13 estações e ampliaria a extensão total, mantendo a ligação com pontos de integração importantes do sistema.

Terminal de ônibus e impactos no entorno da avenida Francisco Morato

Integração com ônibus e o entorno das futuras estações

O terminal integrado em Taboão da Serra é apresentado como peça central do projeto para organizar a distribuição de passageiros.

A intenção descrita é conectar o metrô a linhas de ônibus que hoje fazem parte do deslocamento diário entre Taboão, bairros da zona oeste e outras regiões da Grande São Paulo.

Do lado da capital, a futura estação Chácara do Jockey aparece associada ao eixo viário da região da Avenida Professor Francisco Morato, onde já há grande circulação de ônibus.

Durante a execução, intervenções em áreas urbanas podem exigir ajustes temporários no entorno, como ocorre em obras de infraestrutura, embora a extensão e a duração desses impactos dependam do planejamento e das medidas adotadas em cada etapa.

Ao longo do projeto, comunicados e documentos costumam detalhar aspectos de acessibilidade, fluxos de entrada e saída e integração com modos ativos, como bicicletários e conexões com ciclovias.

Esses itens, quando confirmados em versões oficiais, costumam aparecer como parte do desenho de estações e terminais.

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Nestor Tupinambá
Nestor Tupinambá
09/02/2026 11:43

Projeto original ainda do Metrô previa a V Jussara como estação intermediária entre V Sônia e Taboão. Desapropriação de 6 mil m2. A concessionária mudou para o parque Chácara do Jóquei, excêntrica, com cerca de 12 mil m2 desapropriados e, ainda, colocando um acesso na área verde, do parque. O projeto original parece bem mais adequado. Como explicar??

Wagner Anholeto Marques
Wagner Anholeto Marques
08/02/2026 15:28

O meu voto a Tarcísio de Freitas está sendo bem representado , realmente é um grande avanço e de excelência , agora falando de outro assunto , como estão as obras da despoluição do Rio Tietê? Não ouço mais nada a respeito , eu estou morando na região do alto Tietê e o Rio passa próximo da minha casa ( + ou – 1 km ) e o Rio está ainda muito poluído , aguardo resposta muito obrigado 🙏🙏🙏 .

jair.battestin@gmail.com
jair.battestin@gmail.com
08/02/2026 14:42

Parabéns para população de São Paulo, retrato de governança com responsabilidade, competência e respeito ao cidadão.

Ana Alice

Redatora e analista de conteúdo. Escreve para o site Click Petróleo e Gás (CPG) desde 2024 e é especialista em criar textos sobre temas diversos como economia, empregos e forças armadas.

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