Novas tecnologias como drones submarinos, mísseis com capacidade nuclear e armas a laser chamaram a atenção de militares brasileiros, que ainda veem a China um passo atrás da principal potência global.
Integrantes das Forças Armadas do Brasil classificaram a capacidade militar da China, exibida em um recente desfile, com uma palavra: “impressionante”. O evento confirmou o que já era de conhecimento dos militares brasileiros: o avançado e acelerado desenvolvimento da indústria bélica chinesa.
Mísseis com poder nuclear e um alcance que atinge o mundo todo
A capacidade dos mísseis chineses foi um dos principais pontos de atenção. O destaque foi o DF-5C, um míssil intercontinental com alcance superior a 13 mil quilômetros, tornando-o capaz de atingir qualquer país do globo. Além disso, o armamento pode transportar até 10 ogivas nucleares independentes.
Outras armas que se sobressaíram foram o JL-3, um míssil balístico com capacidade nuclear lançado por submarinos, e os mísseis hipersônicos antinavio, como o YJ-21, projetados com a capacidade de destruir porta-aviões.
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Drones e tanques: a aposta chinesa em tecnologias não tripuladas
A frente de drones, cada vez mais decisiva em guerras modernas, também impressionou. A China apresentou um “drone submarino” de 20 metros de comprimento, com funcionalidade para ataque e reconhecimento.
Junto aos drones, um novo modelo de tanque, o T-100, chamou a atenção. Seu grande diferencial é uma torre de canhão não tripulada, que funciona de forma automatizada e possui sensores para realizar defesa ativa contra ataques de drones, uma inovação significativa em blindados modernos.
Armas a laser e o futuro da tecnologia de defesa
Demonstrando o foco em inovação, a China exibiu armas de energia dirigida, como sistemas de lasers para uso antiaéreo. Embora essa tecnologia ainda esteja em fase inicial de desenvolvimento no mundo, a sua apresentação em um desfile militar reforçou a percepção do ritmo acelerado de Pequim no setor de defesa.
Análise militar: China avança, mas quem ainda lidera o pódio?
Apesar da clara demonstração de força e dos avanços tecnológicos, a avaliação dos militares brasileiros é que a China ainda está um passo atrás dos Estados Unidos. A análise estratégica conclui que os EUA continuam sendo a principal potência militar do mundo, e o desfile, embora impressionante, não alterou essa percepção.
