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Multa pode chegar a R$ 35 mil em 2025: veja qual infração leva esse valor absurdo e quais outras também explodem o bolso do motorista

Publicado em 14/11/2025 às 11:44
Atualizado em 14/11/2025 às 11:45
A multa mais cara do Brasil em 2025 pode passar de R$ 35 mil e ainda suspender sua CNH.
A multa mais cara do Brasil em 2025 pode passar de R$ 35 mil e ainda suspender sua CNH.
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A multa mais alta prevista no Código de Trânsito Brasileiro já passa de R$ 17 mil em 2025 e pode chegar a R$ 35.216,40 em caso de reincidência, atingindo motoristas que bloqueiam vias sem autorização e acumulando punições que vão muito além do valor em dinheiro.

As regras do CTB também preveem outras multas elevadas para recusa ao bafômetro, dirigir embriagado, participar de rachas ou fazer manobras perigosas, o que mostra que o bolso do motorista está cada vez mais exposto quando há desrespeito às normas de trânsito.

As multas de trânsito seguem sendo um dos mecanismos mais duros para punir infrações no Brasil. Em 2025, a multa mais cara do país continua vinculada ao artigo 253-A do Código de Trânsito Brasileiro, que trata de bloqueios e interdições em vias públicas sem autorização. O valor base de uma infração gravíssima é de R$ 293,47, mas, com o multiplicador de 60 vezes, esse tipo de conduta leva a uma penalidade de R$ 17.608,20, que ainda pode dobrar e chegar a R$ 35.216,40 em caso de reincidência, atingindo diretamente quem insiste em desrespeitar a lei.

Além disso, o cenário mostra que não é só o valor da multa que pesa. Em várias situações, o motorista também enfrenta suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), apreensão do veículo e até possibilidade de prisão, a depender da conduta.

Multa de até R$ 35 mil: o que diz o artigo 253-A do CTB

A multa mais alta do Brasil em 2025 está prevista no artigo 253-A do CTB. A regra atinge quem organiza, promove ou participa de bloqueios ou interdições de vias públicas sem autorização do órgão competente. Nesses casos, a infração é classificada como gravíssima, com multiplicador máximo.

O cálculo funciona assim: o valor base da infração gravíssima é de R$ 293,47. Aplicando o multiplicador de 60 vezes, a multa chega a R$ 17.608,20. Em caso de reincidência, esse valor é dobrado, alcançando R$ 35.216,40.

Além do impacto financeiro, o infrator pode ter a CNH suspensa e o veículo apreendido, o que transforma essa multa em uma das penalidades mais severas do sistema de trânsito brasileiro.

Nesse contexto, a multa não é apenas um valor no boleto, mas uma ferramenta de pressão para coibir condutas que colocam em risco a mobilidade e a segurança de todos, especialmente quando envolvem bloqueios em rodovias e vias urbanas estratégicas.

Outras multas que explodem o bolso em 2025

Além do bloqueio de vias, o CTB prevê outras multas de alto valor que atingem diretamente o motorista que desrespeita regras básicas de segurança. Entre elas estão:

  • Recusar o teste do bafômetro gera multa de R$ 2.934,70, acompanhada de suspensão da CNH por 12 meses.
  • Dirigir sob efeito de álcool ou drogas também resulta em multa de R$ 2.934,70, somada ao risco de prisão, a depender do caso.
  • Participar de rachas, competições não autorizadas ou exibições perigosas implica multa de R$ 2.934,70, com suspensão do direito de dirigir.
  • Realizar manobras perigosas, como arrancadas bruscas, derrapagens propositais e outras ações de risco, também pode levar à mesma faixa de multa e à apreensão do veículo.
  • Já condutas como ultrapassar pelo acostamento ou pela contramão em locais proibidos geram multa de R$ 1.467,35, reforçando que ultrapassagem irregular é tratada como comportamento grave.

Em patamar intermediário, infrações como dirigir sem habilitação ou permitir que alguém não habilitado conduza o veículo custam R$ 586,94, além de pontos na CNH do responsável.

Mesmo não atingindo os valores mais extremos, essas multas representam um peso significativo no orçamento de grande parte dos motoristas.

Como são definidas as multas no CTB

Para entender por que algumas infrações geram multa tão alta, é preciso olhar para a estrutura de classificação das infrações prevista no CTB.

As multas são divididas em quatro categorias principais, cada uma com valor específico:

  • Leve: R$ 88,38
  • Média: R$ 130,16
  • Grave: R$ 195,23
  • Gravíssima: R$ 293,47

A partir dessas bases, o CTB permite aplicar multiplicadores para as infrações gravíssimas, que podem variar de 3 a 60 vezes o valor original.

É justamente nesse mecanismo que entram condutas mais perigosas, como bloqueio de vias, rachas e embriaguez ao volante, o que explica multas que passam facilmente da casa dos milhares de reais.

Com isso, o sistema cria uma espécie de “escada” de punições: quanto maior o risco gerado ao trânsito, maior o valor da multa e mais severas as consequências administrativas e, em alguns casos, criminais.

Por que entender o valor da multa importa para o motorista

Diante desse cenário, fica claro que conhecer o valor e as consequências de cada multa é parte da responsabilidade de quem dirige. Não se trata apenas de evitar um gasto inesperado de alguns milhares de reais, mas de compreender que multas elevadas estão, em geral, associadas a condutas que colocam vidas em risco.

Ao mesmo tempo, o debate sobre a formação de novos motoristas mostra que o tema não se restringe ao valor cobrado na infração.

A forma como o condutor é treinado, informado e conscientizado tende a influenciar diretamente a quantidade de multas aplicadas e o nível de segurança no trânsito.

Olhando para esses valores e para o peso de cada multa, você acha que o rigor do CTB é suficiente para mudar o comportamento dos motoristas ou as regras deveriam ser ainda mais duras para quem insiste em desrespeitar o trânsito?

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Eliza
Eliza
14/11/2025 12:14

Fui diagnosticada com doença de Parkinson há quatro anos. Por mais de dois anos, dependi da levodopa e de vários outros medicamentos, mas, infelizmente, os sintomas continuaram piorando. Os tremores se tornaram mais perceptíveis e meu equilíbrio e mobilidade começaram a declinar rapidamente. No ano passado, por desespero e esperança, decidi experimentar um programa de tratamento à base de ervas da NaturePath Herbal Clinic.
Sinceramente, eu estava cética no início, mas, poucos meses após o início do tratamento, comecei a notar mudanças reais. Meus movimentos ficaram mais suaves, os tremores diminuíram e me senti mais firme ao caminhar. Incrivelmente, também recuperei grande parte da minha energia e confiança. Tem sido uma experiência transformadora. Me sinto mais eu mesma novamente, melhor do que me sentia há anos. Se você ou um ente querido está lutando contra a doença de Parkinson, recomendo muito que você considere a abordagem natural deles. Você pode visitar o site deles em www. naturepathherbalclinic .com.

Fonte
Maria Heloisa Barbosa Borges

Falo sobre construção, mineração, minas brasileiras, petróleo e grandes projetos ferroviários e de engenharia civil. Diariamente escrevo sobre curiosidades do mercado brasileiro.

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