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Com apenas 5 anos e QI de 135, menino de Santa Catarina se torna membro da Mensa, a sociedade mundial de gênios que reúne cerca de 150 mil pessoas

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Escrito por Ruth Rodrigues Publicado em 29/11/2025 às 11:35
Um menino brasileiro de apenas 5 anos, Thomas Manke, foi aceito na Mensa, grupo com cerca de 150 mil pessoas com alto QI. Conheça sua rotina, seus interesses e como ele conquistou essa marca.
Um menino brasileiro de apenas 5 anos, Thomas Manke, foi aceito na Mensa, grupo com cerca de 150 mil pessoas com alto QI. Conheça sua rotina, seus interesses e como ele conquistou essa marca. Fonte: Instagram
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Um menino brasileiro de apenas 5 anos, Thomas Manke, foi aceito na Mensa, grupo com cerca de 150 mil pessoas com alto QI. Conheça sua rotina, seus interesses e como ele conquistou essa marca.

Em março de 2025, Thomas Manke, um garoto brasileiro de apenas 5 anos, conquistou um feito raro: foi aceito na Mensa, a sociedade internacional que reúne cerca de 150 mil pessoas consideradas superdotadas.

Morador de Blumenau (SC), Thomas impressiona pela sua curiosidade e memória excepcionais — algo que o levou a se destacar entre milhares de candidatos.

Mas por que, com tão pouca idade, ele já se tornou motivo de orgulho para pais e educadores?

Quem é Thomas, o menino-prodígio de 5 anos, e o que ele gosta de fazer

Thomas é uma criança excepcionalmente curiosa. Mesmo tão jovem, demonstra interesse por geografia, astronomia e até por economia — por exemplo, ele se impressionou ao aprender sobre o preço do café.

Ele conhece todas as 193 bandeiras dos países do mundo, consegue organizá-las por tamanho territorial e também domina a tabuada.

Segundo o próprio menino e seus pais, ele aprende sozinho por meio de vídeos, livros e até interagindo com assistentes virtuais como a Alexa.

Como ele entrou para a Mensa?

Para ser membro da Mensa, é necessário passar por testes rigorosos de QI.

Thomas completou essa etapa com excelência, alcançando QI de 135, um valor que o coloca no grupo de “altas habilidades/superdotação”.

Os testes medem diferentes tipos de inteligência: raciocínio lógico, memória, padrões visuais e verbais.

A Mensa usa testes padronizados, como o Stanford-Binet e o Cattell, para garantir que os membros realmente têm inteligência acima da média.

O ingresso de Thomas na Mensa chama atenção por vários motivos. Primeiro, por sua idade: é bem incomum que crianças tão pequenas façam parte de uma organização tão exigente.

Segundo, pelo impacto simbólico: um menino brasileiro mostrando ao mundo que inteligência, curiosidade e dedicação podem andar juntos desde cedo.

Além disso, para os pais e para a própria sociedade, é um lembrete de que talentos excepcionais existem — e devem ser estimulados em ambientes que valorizem mais do que apenas notas escolares.

A rotina do garoto prodígio

Apesar da genialidade, Thomas não deixou de ter uma infância normal. Ele frequenta a educação infantil desde os 2 anos e adora brincar com amigos — embora prefira brincar com crianças mais velhas nas rodas de tabuleiro.

Em casa, ele alterna entre momentos de estudo autodidata e entretenimento: assistir a vídeos educativos, ler sobre planetas e países, ou interagir com a Alexa.

Seus pais contam que sua sede de conhecimento só cresce: a cada nova curiosidade, ele busca aprender mais sozinho, sem depender exclusivamente da escola.

O que significa “altas habilidades” na Mensa

O termo “altas habilidades” é usado pela Mensa para descrever pessoas com desempenho cognitivo acima da média.

Isso inclui não apenas um QI elevado, mas também talentos específicos para raciocínio lógico, memória, criatividade e rapidez de aprendizagem.

Na infância, esse tipo de perfil pode ser identificado por comportamentos como curiosidade intensa, facilidade para aprender sozinho e capacidade de concentração em assuntos complexos.

Ter o título de “membro da Mensa” é uma conquista importante, porém não garante um caminho livre de obstáculos.

Thomas ainda é muito jovem para definir uma carreira, então suas habilidades cognitivas têm que andar lado a lado com seu desenvolvimento emocional.

Seus pais ressaltam que, embora ele tenha tanta capacidade, também é importante que ele continue brincando, socializando e sentindo-se criança. Afinal, genialidade se alia ao equilíbrio.

Por que a história de Thomas inspira

A trajetória de Thomas envia uma mensagem poderosa: talento e inteligência merecem ser reconhecidos, independentemente da idade.

Para educadores, pais e a sociedade como um todo, ele representa uma oportunidade de refletir sobre como apoiar crianças com altas habilidades.

Além disso, histórias como a dele ajudam a normalizar a diversidade intelectual, reconhecendo que cada criança pode ter um ritmo e uma forma diferentes de aprender.

O fato de Thomas Manke, com apenas 5 anos, ter sido aceito na Mensa coloca em evidência o valor da curiosidade, da autodisciplina e da inteligência desde a infância.

Sua história mostra que cultivar o talento exige mais do que admiração: pede apoio, ambiente estimulante e reconhecimento.

Fonte: Só Notícia Boa

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Rita Maria Bezerra
Rita Maria Bezerra
30/11/2025 14:45

Parabéns Thomaz! Rita Maria Bezerra

Pr. Reginaldo de Jesus Santos
Pr. Reginaldo de Jesus Santos
30/11/2025 07:10

Sou pastor de uma igreja evangélica no Rio de Janeiro, precisamente baixada fluminense Japeri.
Temos uma família com um filho com uma capacidade muito alta de inteligência. Ele tem 5anos saber falar inglês, japonês, espanhol, dominar a matemática. Está capacidade ele aprender sozinho vendo vídeos, sabe tudo sobre o corpo humano. Nós estamos assustado com esta capacidade de inteligência e supresos. E também os professores pediu aos pais para procurar um colégio de super dotados, porque eles não têm mais o que ensinar-lo.

Silvania Weng Pio
Silvania Weng Pio
29/11/2025 23:30

Meu filho tem QI de 141. Mas não temos condições para pagar cursos e tecnologias suficientes para que ele possa ser reconhecido. Ele é autista nível 1, tem TDAH e super dotação com altas habilidades, segundo os laudos médicos.

Katia Albertina Dantas
Katia Albertina Dantas
Em resposta a  Silvania Weng Pio
30/11/2025 06:07

Olá Silvana! Meu neto de 11 anos tem as mesmas características no que diz respeito a criança mencionada na Mensa. O QI dele também é acima da média. Também tem autismo nível 1 e super dotação com altas habilidades, segundo os laudos médicos.

Severino pontes de Araujo
Severino pontes de Araujo
Em resposta a  Katia Albertina Dantas
30/11/2025 20:26

Isso é fascinante. Minha opinião com poder da informática poderíamos postar em massa para o governo Brasileiro aproveitar o potencial desses gigantes pequenos. Criando escolas. Especiais. Para o desenvolvimento dos mesmos

Ruth Rodrigues

Formada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), atua como redatora e divulgadora científica.

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