Os contratantes da indústria de petróleo e gás estão fazendo bom uso de seus ativos e decidiram investir em energias renováveis
O sucesso das energias renováveis é sem sombra de duvidas inquestionável, o número de contratantes de grande porta da indústria de petróleo e gás que estão migrando para indústria renovável aumentou cerca de 40% segundo especialistas.
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A demanda por energias renováveis é mantida mesmo quando o uso de eletricidade diminui
Nos últimos anos, o mercado de energias renováveis latino-americano passou por uma transformação dramática em relacao ao mercado de petróleo e gás. Fatores de risco político, tendências de investimento, avanços tecnológicos e choques externos afetam o setor de inúmeras maneiras. Como a pandemia de Covid-19 traz distúrbios históricos para as economias do mundo, traçamos as tendências que moldam o mercado latino-americano e a nossa visão para o futuro do setor.
Isso não quer dizer que tudo esteja bem para o setor de energia ou de petróleo e gás. A pandemia causou o maior choque ao sistema energético global em mais de sete décadas, com uma queda de 6% na demanda para 2020 – o equivalente de perder toda a demanda de energia da Índia, o terceiro maior consumidor mundial de energia. O carvão, que é o principal responsável por este declínio significativo, caiu tanto este ano que acreditamos que a indústria talvez nunca mais se recupere.
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Em geral, a queda na demanda de quase todos os principais combustíveis é enorme, especialmente para o carvão, petróleo e gás. Mas as energias renováveis estão se adaptando e sendo notadas, de acordo com um novo relatório da Agência Internacional de Energia. Ela projeta que a energia solar fotovoltaica e eólica, estão no caminho certo para elevar a geração de energia renovável em 5% em 2020, à medida que os governos aproveitam esta oportunidade de menor demanda, para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e passar para a energia limpa.
Contratantes da indústria de petróleo e gás se rendem as energias renováveis
A Subsea 7 tem aproveitado a capacidade ociosa em suas embarcações convencionais de construção submarina por meio de “double hatting” ou conversão.
A empreiteira mexicana Marinsa, que faz parte do grupo CEMZA, está procurando comercializar o navio de apoio multiuso com o uso de energias renováveis.
A Saipem da indústria de petróleo e gás já assumiu a liderança em energia eólica flutuante com operações pioneiras no parque eólico Hywind Scotland, usando o Saipem 7000 para acasalar WTGs e vergas.
E no Brasil temos a Petrobras no que tange ao petróleo e gás que junto a Total, empresa francesa, assinaram um documento em conjunto com a intenção de investir na construção de usinas eólicas e solares no Brasil. Serão utilizadas as áreas terrestres da Petrobrás no Nordeste e a tecnologia da Total. Os estados no Rio Grande do Norte e Ceará são candidatos a receber empreendimentos eólicos, devido o vento ser forte e abundante.

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