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Após quatro anos, nasce filhote de kakapo e cientistas comemoram avanço na recuperação de uma das aves mais raras do planeta

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Escrito por Felipe Alves da Silva Publicado em 09/03/2026 às 11:13
Filhote de kakapo recém-nascido em ninho monitorado por programa de conservação na Nova Zelândia
Filhote de kakapo nasce após quatro anos e fortalece esforços de conservação da espécie na Nova Zelândia. Créditos: Imagem ilustrativa criada por IA – uso editorial.
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Nascimento do filhote Tiwhiri na Nova Zelândia reacende esperança para a conservação do kakapo, espécie que já teve apenas 50 indivíduos na década de 1970 e hoje soma cerca de 230 aves

Depois de quatro anos sem novos registros de reprodução, um acontecimento raro trouxe entusiasmo para cientistas e ambientalistas na Nova Zelândia. O nascimento de um filhote de kakapo, uma das aves mais raras do planeta, marcou um momento importante para os programas internacionais de conservação da espécie.

O pequeno filhote foi batizado de Tiwhiri e nasceu em 14 de fevereiro, data em que o país celebra o Dia dos Namorados. Por esse motivo, o nascimento foi visto como um momento simbólico dentro de um longo esforço para evitar a extinção do kakapo.

A informação foi divulgada pelo UOL, com base em dados do Departamento de Conservação da Nova Zelândia, responsável por monitorar a população dessa ave rara e coordenar o programa de recuperação da espécie.

O kakapo é um papagaio noturno que não voa, característica bastante incomum entre aves. Além disso, ele possui um dos ciclos reprodutivos mais lentos da natureza, o que torna cada nascimento um evento extremamente significativo.

Reprodução rara depende da frutificação de árvores nativas

Uma das razões que tornam o kakapo tão vulnerável é sua reprodução lenta. Diferentemente de outras aves, essa espécie costuma se reproduzir apenas a cada dois a quatro anos.

Esse processo ocorre somente quando há frutificação abundante do rimu, uma árvore nativa da Nova Zelândia que fornece nutrientes essenciais para as fêmeas durante a reprodução.

Portanto, quando a produção de frutos não é suficiente, os kakapos simplesmente não entram em período reprodutivo naquele ano.

Atualmente, o número de indivíduos ainda é extremamente limitado. Segundo o Departamento de Conservação da Nova Zelândia, existem aproximadamente 230 kakapos vivos.

Esse número representa um avanço considerável quando comparado à situação crítica registrada na década de 1970, quando havia apenas cerca de 50 aves documentadas.

Mesmo assim, o crescimento da população continua sendo lento.

Nesta temporada reprodutiva, por exemplo, os pesquisadores encontraram 187 ovos, dos quais apenas 74 foram considerados férteis. Ainda assim, nem todos os ovos devem eclodir e nem todos os filhotes sobrevivem até a fase de emplumação, etapa crucial para a sobrevivência.

Refúgios protegidos e tecnologia ajudam a salvar a espécie

Para proteger os kakapos e aumentar as chances de sobrevivência dos filhotes, cientistas mantêm a espécie em refúgios naturais altamente monitorados.

Um dos principais locais de preservação é a Ilha Âncora de Pukenui, onde nasceu o filhote Tiwhiri. O ambiente é livre de predadores introduzidos e recebe monitoramento constante de equipes especializadas.

Além disso, câmeras instaladas nos ninhos permitem acompanhar o desenvolvimento dos ovos e o nascimento de novos filhotes em tempo real.

Segundo Tãne Davis, representante do Grupo de Recuperação Kakapo, essa estratégia também ajuda a aproximar o público do projeto de conservação.

De acordo com ele, a chamada “Câmera Kakapo” permite que pessoas de qualquer lugar do mundo acompanhem os nascimentos e contribuam para o financiamento do programa.

“A câmera Kakapo é uma ótima maneira de as pessoas verem a conservação em tempo real e fazerem sua própria contribuição para a natureza a partir de casa, do escritório ou de qualquer lugar do mundo”, explicou.

Dessa forma, cada novo filhote representa mais do que um simples nascimento. Ele simboliza um passo importante na tentativa de garantir o futuro de uma das espécies mais ameaçadas do planeta.

Fonte: UOL

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Erismar Antônio
Erismar Antônio
12/03/2026 19:28

Opa, tudo bom? Eu sou **ErisMar Antônio de Arajo Neto**. Sou um jovem e acredito que, para essa criatura ter uma vida mais longa e não entrar em extinção, o Brasil e várias outras nações do mundo deveriam aderir a esse **** como pet, sem tanta burocracia.

Isso poderia ajudar a espécie a prosperar. Vamos ver, por exemplo, o caso da **píton-******. Eu sei que é um **** que poderia mudar a fauna do local se fosse solto na natureza, mas essa ave não apresenta nenhum risco para o nosso mundo nem para a fauna de nenhum lugar.

É um **** simples de criar e bem dócil. Acho que minha **cacatua** é até bem mais perigosa que esse ****. Então, antes de comemorar e sair aplaudindo, todos nós podemos fazer a diferença e ajudar a mudar a vida dessa espécie.
Sou jovem posso estar errado totalmente

Verônica
Verônica
10/03/2026 15:42

Muita propaganda junto com a matéria

Fonte
Felipe Alves da Silva

Sou Felipe Alves, com experiência na produção de conteúdo sobre segurança nacional, geopolítica, tecnologia e temas estratégicos que impactam diretamente o cenário contemporâneo. Ao longo da minha trajetória, busco oferecer análises claras, confiáveis e atualizadas, voltadas a especialistas, entusiastas e profissionais da área de segurança e geopolítica. Meu compromisso é contribuir para uma compreensão acessível e qualificada dos desafios e transformações no campo estratégico global. Sugestões de pauta, dúvidas ou contato institucional: fa06279@gmail.com

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