A CazéTV leva a Copa do Mundo para uma experiência presencial em São Paulo e no Rio, criada com a TM1. A Casa CazéTV espera reunir mais de 100 mil torcedores com jogos do Brasil, telões, shows, ativações de marcas e ingressos esgotados no endereço carioca.
A CazéTV vai transformar sua comunidade digital em experiência presencial durante a Copa do Mundo FIFA 2026, com a Casa CazéTV em São Paulo e no Rio de Janeiro. Segundo reportagem publicada pela Exame em 14 de junho de 2026, a iniciativa criada com a TM1 espera reunir mais de 100 mil torcedores ao longo do torneio.
O projeto foi desenvolvido em parceria com a TM1, empresa brasileira de marketing de experiência fundada por Bernardo Dinardi. As casas funcionarão no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, com 10 mil m², e no Pier Mauá, no Rio, com 3 mil m², reunindo transmissão dos jogos, shows, ativações de marcas e experiências para fãs.
Chat sai da tela e vira arquibancada presencial

A Casa CazéTV nasce com uma proposta clara: levar para o mundo físico a comunidade que acompanha transmissões, comentários e reações pela internet. O que antes aparecia como audiência digital passa a ocupar um espaço com telões, shows, marcas e torcida reunida.
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A ideia é transformar o clima de chat ao vivo em uma experiência coletiva durante a Copa. Em vez de assistir sozinho pelo celular ou pela televisão, o público poderá acompanhar os jogos em ambientes criados para reunir fãs, famílias e grupos de amigos.
Projeto mira mais de 100 mil torcedores
A expectativa é receber mais de 100 mil pessoas ao longo do evento esportivo. Cada casa terá capacidade para cerca de 5 mil pessoas, somando até 10 mil torcedores entre os dois endereços em dias de funcionamento.
Antes mesmo do início da Copa, os ingressos para os dias de jogos do Brasil já estavam esgotados no endereço do Rio de Janeiro e perto de acabar em São Paulo, segundo a Exame. Isso mostra como a combinação entre futebol, internet e presença física encontrou demanda imediata.
CazéTV aposta em São Paulo e Rio
A CazéTV escolheu dois pontos de grande circulação para a experiência. Em São Paulo, a casa ficará no Parque Villa-Lobos, com 10 mil m² voltados à imersão do público durante as partidas.
No Rio de Janeiro, o espaço será no Pier Mauá, com 3 mil m². A escolha dos dois endereços reforça a tentativa de conectar grandes centros urbanos, turismo, entretenimento e a força simbólica da torcida brasileira durante a Copa do Mundo.
TM1 vê a Copa como motor de crescimento
Por trás da estrutura está a TM1, empresa de marketing de experiência que espera crescer entre 50% e 60% neste ano com o impulso de grandes eventos esportivos. A Casa CazéTV aparece como um dos projetos centrais dessa estratégia.
A empresa atua tanto desenvolvendo experiências sob demanda para marcas quanto entrando como parceira em iniciativas maiores. No caso da Casa CazéTV, a lógica foi construir o projeto junto com a plataforma, patrocinadores e marcas envolvidas desde o início.
Inspiração veio da NBA House
A experiência foi inspirada em formatos como a NBA House, projeto que a TM1 já realizou em dez edições. A referência ajudou a estruturar uma casa imersiva, diferente das fan fests tradicionais.
Em vez de montar apenas uma área para assistir aos jogos, a proposta é criar uma experiência de marca e comunidade. A casa combina transmissão, entretenimento, ativações, cenários, interação com patrocinadores e programação voltada a públicos diferentes.
Experiência foi planejada por um ano
Segundo Bernardo Dinardi, fundador da TM1, a Casa CazéTV começou a ser planejada há cerca de um ano. O processo envolveu a TM1, a CazéTV e mais de 10 patrocinadores.
O formato não foi concebido como um pacote pronto. A ideia foi cocriar a experiência desde o início, com as marcas participando da construção do projeto e adaptando suas ativações à linguagem da comunidade digital que acompanha a plataforma.
Telões terão transmissão com ângulos exclusivos
Além da transmissão dos jogos, a Casa CazéTV terá telões com câmeras exclusivas e ângulos especiais da Copa do Mundo, acessíveis apenas ao público presente no espaço.
Esse detalhe reforça a tentativa de oferecer algo diferente do consumo tradicional em casa. O público não irá apenas assistir à mesma transmissão em uma tela maior, mas participar de um ambiente pensado para misturar conteúdo, torcida, entretenimento e experiência ao vivo.
Shows e ativações ampliam o evento
A programação também inclui shows, ativações de marcas e experiências ligadas à própria CazéTV. A proposta prevê formatos diferentes para públicos variados, com opções voltadas aos jovens e também às famílias.
Esse tipo de evento mostra como o esporte virou plataforma de entretenimento ampliado. A partida continua sendo o centro da experiência, mas o entorno ganha peso: música, interação, conteúdo, patrocinadores e encontro presencial entre fãs.
Copa vira vitrine para marketing de experiência
A Casa CazéTV também expõe uma mudança no marketing esportivo brasileiro. A relação entre marcas, comunidades digitais e eventos presenciais está ficando mais intensa, principalmente em grandes competições.
Nos Estados Unidos, esse mercado já é mais maduro na conexão entre ligas esportivas e entretenimento. No Brasil, a TM1 enxerga espaço para crescer justamente nessa fronteira entre esporte, mídia, marca e presença física.
Parceria deve continuar após a Copa
A relação entre TM1 e CazéTV não deve terminar com a Copa do Mundo. Segundo a reportagem, novas iniciativas já estão em desenvolvimento para o ciclo do torneio, incluindo um segundo e um terceiro projeto.
Esse ponto indica que a Casa CazéTV pode funcionar como laboratório para novos formatos. Se a experiência conseguir transformar audiência digital em público presencial, a plataforma ganha um caminho para ampliar sua presença além das telas.
TM1 também mira Fórmula 1
A aposta em esporte não se limita ao futebol. Ainda em 2026, a TM1 prevê lançar a GB House, em parceria com o piloto brasileiro Gabriel Bortoleto, no Autódromo de Interlagos.
O projeto terá proposta de interação e imersão para fãs de Fórmula 1. Isso mostra que a empresa pretende usar o esporte como eixo de crescimento, criando experiências que aproximem marcas, atletas, competições e comunidades.
Empresa espera faturar até 60% mais
A TM1 já vinha crescendo cerca de 40% nos últimos anos, segundo a reportagem. Para 2026, a expectativa é encerrar o ano com faturamento até 60% maior em relação a 2025.
A Casa CazéTV entra nesse contexto como vitrine de escala nacional. Com mais de 100 mil visitantes esperados, a iniciativa pode reforçar a empresa como referência em experiências esportivas, ativações de marca e eventos imersivos.
Fundador começou como estagiário na Coca-Cola
A história da TM1 começou com Bernardo Dinardi em seus primeiros passos profissionais, quando era estagiário na Coca-Cola. A experiência ajudou a formar a visão de que marketing poderia ir além de campanhas tradicionais.
Fundada há 17 anos, a empresa começou pequena em Belo Horizonte e depois se expandiu para São Paulo. Hoje, reúne cerca de 200 funcionários e trabalha com marcas como Netflix, Mercado Livre e TikTok.
Experiência vira memória de marca
Para a TM1, o grande diferencial está em criar situações que o público não apenas veja, mas viva. Essa lógica aparece na Casa CazéTV, que tenta transformar transmissão esportiva em memória coletiva.
Quando uma marca deixa de aparecer só como anúncio e passa a fazer parte de uma experiência real, o vínculo com o público muda de natureza. A Copa, nesse caso, vira palco para testar até onde vai a força da comunidade digital no mundo físico.
Torcida brasileira é parte do produto
A Casa CazéTV também se apoia em uma característica cultural forte: o brasileiro gosta de viver futebol em grupo. A torcida, os gritos, as reações e a sensação coletiva fazem parte da experiência.
Por isso, a proposta não depende apenas da transmissão. Ela depende do encontro. O produto principal não é só o jogo na tela, mas a energia de milhares de pessoas reagindo juntas ao mesmo momento.
A pergunta agora é se esse formato veio para ficar. Você prefere assistir aos jogos em casa, com conforto e controle, ou toparia viver uma Copa em evento presencial, com telão, show, marcas e milhares de torcedores ao redor? Deixe sua opinião nos comentários.


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