O carro mais barato do Brasil passou por desmontagem completa após falhas persistentes no motor, barulho de escapamento, oscilação na partida a frio e sinais graves de desgaste interno que levaram mecânicos a considerar a troca total do conjunto como solução mais viável
O carro mais barato do Brasil, um Renault Kwid acompanhado pelo canal Carros com Tiago, passou por desmontagem depois de apresentar falhas persistentes, barulho de escapamento furado e oscilação do motor, principalmente na primeira partida a frio.
O veículo já havia recebido escape novo, troca de sonda e substituição da bomba de combustível, mas continuava com funcionamento irregular. Durante a avaliação, foi mostrado o uso de veda escape em uma região onde a aplicação não deveria ocorrer.
Carro mais barato do Brasil teve cabeçote apontado como problema grave
A apuração começou com a suspeita de um defeito mais grave no cabeçote. O motor 1.0 Renault foi identificado como o mesmo usado no Sandero 1.0 e no Logan 1.0, com mudanças em alguns encaixes.
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A dúvida central era se o carro mais barato do Brasil também teria a manutenção mais barata do país. O processo passou a acompanhar a condição do Kwid e o custo possível da intervenção necessária.
Durante a desmontagem, o estado interno chamou atenção. A avaliação apontou falta de manutenção, possível troca de óleo fora do prazo, uso de óleo errado ou aplicação inadequada do lubrificante como causas prováveis para o quadro observado.
Motor revelou pescador entupido e desgaste interno
Com o motor aberto, foi mostrado o pescador bastante entupido. A avaliação indicou que, de qualquer forma, o motor pararia rapidamente, pois a obstrução comprometia a circulação adequada dentro do conjunto.
O carro não foi associado a longo período parado. A condição encontrada foi relacionada ao histórico de manutenção, e a desmontagem avançou até deixar o motor completamente aberto para análise das peças internas.
No cárter, havia grande acúmulo de resíduos. A inspeção também mostrou muita folga nos guias, desgaste acentuado nos dentes da polia e necessidade de troca do kit corrente completo, caso a recuperação fosse escolhida.
Troca do motor foi considerada mais vantajosa que retífica
Após a desmontagem, foram colocadas duas possibilidades: retífica geral ou troca do motor. A avaliação apresentada indicou que a troca por um motor novo compensaria mais diante do conjunto de problemas encontrados.
Além da folga nos guias e do desgaste da polia, o motor apresentou folga axial. O cilindro estava muito espelhado, e a queima de óleo apareceu como outro sinal de deterioração interna relevante.
A conclusão técnica foi que não compensava arrumar o conjunto nas condições apresentadas. A alternativa considerada mais adequada foi substituir o motor, já que a retífica envolveria componentes e um quadro amplo.
Saga do Kwid segue entre motor novo, usado ou retífica
O caso expôs que o carro mais barato do Brasil pode enfrentar reparos pesados quando a manutenção não ocorre corretamente. O Kwid analisado acumulou falhas, trocas anteriores e defeitos que permaneceram mesmo após intervenções.
A sequência deixou em aberto qual caminho será adotado: motor novo, motor usado ou retífica. A saga do Renault Kwid continuará acompanhando o desfecho da manutenção e o impacto real do problema no veículo.

Eu comprei um usado com 70mil km, com 80 eu troquei o motor já tava todo surrado vivia na manutenção, o cara nao cuidou nada dele
Acho que essas análises de longa duração ou apenas o estado do motor de um veículo! deveriam vir acompanhando de histórico de manutenção feito pelo proprietário, sua forma de condução: estrada, cidade, combustível usado, ano e mod, revisões de concessionária, km rodados etc.
Ajudaria termos mais juízo de valor…
Quantos km rodados tinha esse Kwid?