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BYD D11B roda 300 km por carga, leva até 170 passageiros e promete mexer no transporte público brasileiro com ônibus elétrico silencioso, recarga em quatro horas e manutenção 60% menor no Brasil

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Escrito por Romário Pereira de Carvalho Publicado em 07/05/2026 às 22:11 Atualizado em 07/05/2026 às 22:13
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Imagem: Ilustração feita por IA
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Chassi articulado elétrico da BYD combina autonomia de 300 km, capacidade para 170 passageiros, recarga em quatro horas e manutenção 60% menor que a diesel, ampliando o debate sobre custos e sustentabilidade no transporte público brasileiro

O BYD D11B chega ao transporte público brasileiro com operação elétrica, silenciosa e sem emissão de gases poluentes, reunindo autonomia de 300 km por carga, capacidade para até 170 passageiros e manutenção 60% menor que a de modelos a diesel.

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Chassi articulado elétrico aposta em silêncio e emissão zero

O BYD D11B representa um salto tecnológico para metrópoles, ao unir operação 100% silenciosa, sustentabilidade e redução de custos para prefeituras que dependem de ônibus de alta capacidade.

O chassi articulado elétrico melhora a experiência dos passageiros, com conforto térmico e acústico superior. Nas rotas urbanas, a ausência de combustão interna elimina gases poluentes durante todo o trajeto.

BYD D11B usa motores nos eixos e baterias LiFePO4

A propulsão do BYD D11B usa motores elétricos instalados nos eixos, alimentados por baterias de fosfato de ferro-lítio, conhecidas pela sigla LiFePO4. Essa combinação assegura estabilidade química e alta densidade energética.

O sistema permite que o articulado transporte até 170 passageiros com emissão zero de gases poluentes por quilômetro. A tecnologia foi pensada para linhas urbanas de alta demanda.

Entre as soluções estão motores in-wheel de alta eficiência energética, baterias com vida útil superior a oito anos e suspensão a ar integral com controle de inclinação.

O conjunto inclui gerenciamento térmico inteligente e recarga total em quatro horas de conexão, recursos que ajudam a manter o funcionamento nas exigências operacionais do transporte urbano.

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Manutenção fica 60% menor que no diesel

Dados operacionais da Urbs de Curitiba indicam que o custo de manutenção deste elétrico é 60% inferior ao de um modelo a diesel. A diferença está ligada à simplificação mecânica.

Sem motor a combustão, o veículo dispensa trocas de óleo, filtros complexos e componentes tradicionais de transmissão. Esses itens sofrem desgaste acentuado no trânsito urbano pesado.

As métricas reúnem autonomia de 300 km por carga, economia de manutenção de 60% diante do diesel, capacidade máxima de até 170 passageiros e emissão de CO2 zerada por quilômetro.

O nível de ruído cai até 15 decibéis. Essa redução é parte do ganho operacional do BYD D11B em áreas residenciais e corredores com fluxo constante de ônibus.

Frenagem regenerativa, menos ruído e garagens conectadas

A frenagem regenerativa converte a energia cinética gerada nas desacelerações em eletricidade para as baterias. Com isso, o veículo recupera até 15% da energia consumida na operação diária.

Esse sistema otimiza a autonomia de 300 km e reduz o desgaste físico de componentes de frenagem convencionais pneumáticos. Aproveita parte da energia perdida.

Com essa recuperação, o veículo pode operar turnos completos sem recargas intermediárias constantes, desde que a logística de garagem acompanhe o consumo real de cada linha.

A ausência de combustão interna reduz a poluição sonora em até 15 decibéis. Materiais isolantes usados pela BYD Auto também ajudam a diminuir vibrações estruturais no veículo.

O silêncio operacional melhora o ambiente interno, facilita a comunicação e reduz o estresse dos passageiros. Para motoristas e pessoas próximas às vias, a queda do barulho altera a rotina urbana.

São José dos Campos e Curitiba aparecem entre os municípios que lideram essa transição energética com frotas articuladas elétricas. A infraestrutura de carregamento nas garagens permite monitoramento remoto do consumo.

Esse acompanhamento otimiza a logística conforme a demanda real de cada linha urbana. A expansão do chassi para outras capitais brasileiras reforça a substituição do diesel como alternativa tecnicamente viável.

Nos projetos-piloto citados, o desempenho do BYD D11B mostra como autonomia, redução de ruído, recarga de quatro horas e menor manutenção podem pesar na renovação do transporte coletivo eletico.

Com informações de BMC News.

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Romário Pereira de Carvalho

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