1. Início
  2. / Curiosidades
  3. / Aos 75 anos, Seu Luiz construiu sozinho no sítio um teleférico funcional e uma casa no alto de um pinheiro em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, desafiando medo, altura e limites, com cabos, roldanas e motor
Tempo de leitura 6 min de leitura Comentários 0 comentários

Aos 75 anos, Seu Luiz construiu sozinho no sítio um teleférico funcional e uma casa no alto de um pinheiro em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, desafiando medo, altura e limites, com cabos, roldanas e motor

Escrito por Bruno Teles
Publicado em 31/12/2025 às 14:34
Atualizado em 31/12/2025 às 15:05
Assista o vídeoEm Flores da Cunha, Seu Luiz construiu sozinho no sítio um teleférico e uma casa na árvore no pinheiro; veja alturas citadas, limite anunciado e o que o vídeo registra em 4 de maio de 2023.
Em Flores da Cunha, Seu Luiz construiu sozinho no sítio um teleférico e uma casa na árvore no pinheiro; veja alturas citadas, limite anunciado e o que o vídeo registra em 4 de maio de 2023.
  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
16 pessoas reagiram a isso.
Reagir ao artigo

Em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, Seu Luiz construiu sozinho no sítio um teleférico artesanal e uma casa na árvore no topo de um pinheiro, com carrinho de madeira, cabos e roldanas, limite de 100 kg e foco em segurança para visitas pontuais registradas em caderno local.

No dia 4 de maio de 2023, em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, o agricultor Seu Luiz, aos 75 anos, apresentou a visitantes o sistema que construiu sozinho no sítio: um teleférico funcional, com tração elétrica, controle de rotação e limite declarado de 100 kg.

Na mesma propriedade em Flores da Cunha, ele mostrou a casa na árvore instalada em um pinheiro estimado em cerca de 15 metros, acessada por escada e com trava de segurança; o parreiral, citado como feito em 2017, aparece como parte do cenário de um projeto doméstico que virou atração para quem registra a passagem no caderno de visitas.

Onde fica o sítio e quem é Seu Luiz

Em Flores da Cunha, Seu Luiz construiu sozinho no sítio teleférico e casa na árvore em pinheiro, com limite de 100 kg, trava de segurança e registro em caderno de visitas.

O registro situa a visita em uma localidade do primeiro distrito de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul.

No diálogo, Seu Luiz diz que nasceu na região e que passou a morar na propriedade atual quando tinha 33 anos, reforçando vínculo de longo prazo com o lugar e com o trabalho no campo.

A narrativa familiar também é usada como contexto.

Ele afirma ter pai e mãe de origem italiana e relata a história do avô que teria vindo da Itália ainda criança, num percurso que inclui desembarque no Rio, passagem por Porto Alegre e instalação em área rural.

É uma biografia narrada como trabalho manual contínuo, com memória de dificuldades e adaptação.

Esse pano de fundo ajuda a entender por que a decisão de ter construiu sozinho no sítio uma estrutura incomum não aparece como ruptura com a vida rural.

No mesmo registro, ele detalha tarefas técnicas, como corte de pedra e construção de estruturas típicas de propriedade, reforçando um repertório de ofícios práticos.

Como é o teleférico que ele construiu no sítio

O teleférico é apresentado como um equipamento artesanal, com uma pessoa sentada em um carrinho de madeira que se desloca suspenso por cabos.

O registro associa o funcionamento à “parte elétrica” e destaca a necessidade de “dar rotação certa” para puxar e manter o deslocamento estável.

Três parâmetros objetivos aparecem no material.

O primeiro é o limite de peso, citado como até 100 kg. O segundo é a altura, referida como 18 metros de altura durante a travessia.

O terceiro é o controle operacional, ligado ao ajuste de rotação e ao uso de freio para manter o carrinho sob controle.

O registro também indica que a segurança é tratada como preocupação prática, ainda que sem detalhamento técnico.

Há menções a corda de apoio e a orientações verbais para segurar e conduzir a travessia com calma.

Em outro ponto, Seu Luiz comenta que fez ajustes recentes e que uma parte “começou a pegar água”, sinal de manutenção recorrente em solução exposta ao tempo.

No recorte jornalístico, o dado central é simples e verificável: ele construiu sozinho no sítio um teleférico funcional, com parâmetros declarados e operação supervisionada por quem conhece a estrutura.

Casa na árvore em pinheiro: altura, acesso e controle de entrada

Assista o vídeo
Vídeo do YouTube

A segunda peça do conjunto é a casa na árvore, montada no alto de um pinheiro dentro do sítio.

No registro, a altura é estimada em torno de 15 metros, e o acesso ocorre por escada, com um trecho final que exige agarrar e subir com cuidado.

Há menção explícita a uma trava de segurança, fechada antes de iniciar a subida. O registro também expõe a tentativa de restringir manuseio:

Seu Luiz diz que colocou um “segredo para abrir” e afirma que “ninguém abre”, associando o controle à proteção de itens guardados.

A informalidade do ponto turístico aparece em um elemento concreto: dentro da casa na árvore há um caderno de visitas, onde o visitante registra nome e data.

A assinatura marca o dia 4 de maio de 2023, fixando o recorte temporal e reforçando que a casa na árvore se consolidou como atração para quem chega à propriedade.

O que o caso revela sobre engenharia prática e trabalho manual

Do ponto de vista técnico, o caso ilustra uma combinação de engenharia prática e improvisação controlada.

Ao falar de rotação, tração elétrica e velocidade, Seu Luiz expõe o desafio de casar esforço de puxada com estabilidade do movimento.

Já ao descrever transporte de materiais, o registro menciona corda, carretinha e a logística interna da propriedade, tratada como parte do trabalho.

Aqui, vale um limite factual: o material não informa bitola de cabos, potência do sistema, método de ancoragem, inspeção ou laudos.

Portanto, não é possível inferir conformidade normativa ou segurança estrutural com base apenas no registro.

O que se pode afirmar é a existência do funcionamento observado e a presença de controles empíricos declarados, como limite de 100 kg, trava, segredo e supervisão.

O teleférico e a casa na árvore também se conectam a um histórico de trabalho manual no sítio: no mesmo registro, Seu Luiz descreve corte de pedra e práticas rurais como parte do repertório, reforçando o perfil de quem construiu sozinho no sítio não apenas uma curiosidade, mas um conjunto coerente com sua vida cotidiana.

Visitas, segurança e a fronteira entre curiosidade e responsabilidade

Em um trecho do diálogo, o visitante pergunta se ele recebe turistas ou se é apenas para amigos, e a resposta sugere um padrão restrito, ligado a visitas pontuais.

Essa delimitação é relevante porque muda a expectativa de controle: operação aberta ao público costuma exigir um nível de formalização que não aparece descrito no material.

Ao mesmo tempo, o registro sugere circulação de visitantes além do núcleo familiar, com menção a pessoas que teriam subido, inclusive referência a uma delegada.

Isso indica que o teleférico e a casa na árvore já funcionam como ponto de curiosidade na rotina local.

O alerta técnico, aqui, é direto e sem espetáculo: estruturas suspensas e acessos verticais carregam risco inerente.

Quando alguém construiu sozinho no sítio um teleférico e uma casa na árvore em pinheiro, a redução de risco depende de controle de acesso, supervisão, respeito aos limites e manutenção, não de impulso para “testar” por curiosidade.

Idade, disposição e a mensagem central do próprio Seu Luiz

O aspecto que mais chama atenção é a combinação de idade e iniciativa.

No registro, aparecem referências a 75 e 76 anos, e também uma rotina de continuar executando tarefas físicas, como subir em árvores e operar estruturas elevadas.

Seu Luiz resume isso em uma recomendação objetiva: “a gente não tem que se olhar a idade”.

Esse ponto se materializa em detalhes do cotidiano narrado. Há menção a um eucalipto e a uma altura de 38 metros, além da ideia de acrescentar um degrau por ano, reforçando a disposição de seguir ativo.

Para o perfil jornalístico, a mensagem é menos sobre heroísmo e mais sobre persistência, com a invenção funcionando como símbolo de trajetória

A história de Flores da Cunha mostra que inovação também nasce em rotina rural, com tentativa, ajuste e manutenção.

Quando alguém construiu sozinho no sítio um teleférico e uma casa na árvore em pinheiro, a pauta se desloca para três eixos: cultura de trabalho manual, segurança em estruturas privadas e o impacto de visitas em projetos domésticos.

Se você produz conteúdo ou cobre histórias locais, o encaminhamento mais responsável é combinar curiosidade com prudência: documentar fatos, registrar datas e limites, e evitar incentivar uso irrefletido de estruturas que não foram descritas como atração formal. O caso é forte justamente por ser real e observável, mas também por expor a linha tênue entre fascínio e responsabilidade.

Você teria coragem de usar um teleférico artesanal e subir em uma casa na árvore em pinheiro?

Inscreva-se
Notificar de
guest
0 Comentários
Mais recente
Mais antigos Mais votado
Bruno Teles

Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

Compartilhar em aplicativos
Ir para o vídeo em destaque
0
Adoraríamos sua opnião sobre esse assunto, comente!x