A nova fábrica de fertilizantes promete gerar 8 mil empregos diretos e indiretos, e a Petrobras está prestes a anunciar os próximos passos
O governo de Mato Grosso do Sul e a Petrobras seguem alinhados para a retomada da fábrica de fertilizantes UFN3, um empreendimento estratégico tanto para o estado quanto para o Brasil.
O governador Eduardo Riedel, em visita à sede da estatal no Rio de Janeiro, confirmou que o cronograma está sendo cumprido conforme previsto, com avanços importantes na finalização da planta. A expectativa é que sejam gerados até oito mil empregos diretos e indiretos com a conclusão das obras.
A reunião, realizada na segunda-feira (14), contou com a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, e de outras autoridades, como o secretário estadual de Desenvolvimento, Jaime Verruck, e a diretora-presidente da MSGÁS, Cristiane Schmidt.
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Fábrica de fertilizantes é um marco para o Mato Grosso do Sul com o apoio da Petrobras

Durante o encontro, foram discutidos os principais pontos relacionados à UFN3, incluindo os próximos passos que deverão ser anunciados nos próximos meses.
De acordo com o governador Riedel, “as questões relacionadas à UFN3 foram amplamente debatidas, e é positivo constatar que o cronograma inicial está sendo respeitado. Estamos aguardando a aprovação da licitação pelo Conselho de Administração para dar início às obras“.
A retomada do projeto, paralisado desde 2014, é considerada um marco para o Mato Grosso do Sul e para o setor de fertilizantes no Brasil.
A ministra Simone Tebet também destacou a importância da fábrica para a economia local e nacional. “Estamos felizes em ver que a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, reconhece a relevância dessa planta para Três Lagoas, Mato Grosso do Sul e para todo o país. O cronograma segue em andamento, e em breve teremos boas notícias”, afirmou.
Tebet ainda aproveitou a oportunidade para convidar Chambriard e sua equipe para visitar a unidade até fevereiro de 2024.
A fábrica de fertilizantes UFN3, localizada em Três Lagoas, é aguardada com grande expectativa pela população local, principalmente pela geração de empregos e pela dinamização da economia regional. “É um projeto transformador, e o retorno das obras trará um impacto positivo não só para a economia do Mato Grosso do Sul, mas para todo o Brasil”, reforçou o governador Riedel.
A conclusão das obras da UFN3

Iniciadas em 2011, as obras da UFN3 foram interrompidas em dezembro de 2014, quando cerca de 81% da construção já estava concluída. O projeto original previa um investimento de R$ 3,9 bilhões, com a planta sendo projetada para ser a maior fábrica de fertilizantes da América Latina. Entre os principais objetivos da UFN3 está a redução da dependência do Brasil na importação de fertilizantes nitrogenados, crucial para o setor agrícola do país.
Com capacidade para produzir 3,6 mil toneladas de ureia e até 2,2 mil toneladas de amônia diariamente, a planta será alimentada por 2,3 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. O impacto da conclusão da UFN3 vai além da geração de empregos, já que a planta será fundamental para o aumento da produção nacional de fertilizantes, dando mais autonomia ao Brasil nesse setor estratégico.
A retomada do projeto também impulsionará outras atividades econômicas ao redor da fábrica, desde o setor de transporte até o comércio local, estimulando o crescimento econômico da região. A expectativa é que, uma vez finalizada, a UFN3 fortaleça a competitividade da agroindústria brasileira, que depende fortemente de fertilizantes para sustentar sua produção.
Mato Grosso do Sul no cenário nacional
O governador Eduardo Riedel destacou que a retomada da UFN3 é apenas uma das várias iniciativas que colocam o Mato Grosso do Sul em posição de destaque no cenário nacional. Além da fábrica de fertilizantes, o estado tem sido um polo de investimentos em setores como a produção de celulose, consolidando-se como uma peça chave no desenvolvimento econômico do Brasil.
A ministra Simone Tebet também ressaltou o papel estratégico de Riedel e sua administração no sucesso do estado. “O Mato Grosso do Sul tem mostrado um grande potencial de crescimento, e isso se deve à competência do governador, que mantém uma relação próxima com o Governo Federal e sabe dialogar para garantir os investimentos necessários”, concluiu Tebet.
Com a retomada da UFN3, o Mato Grosso do Sul dá mais um passo em direção ao fortalecimento de sua economia, criando novas oportunidades para sua população e contribuindo para a autonomia nacional no setor de fertilizantes.

Como faz umo para entregar currículum??? Por site de Petrobras??? Ou direito lá no projeto ou empresas terceirizadas??? Sou eletricista…
O futuro da energia será a integração multitecnologica de ciclos de cadeias de energias . Sem competição de biomas . Com contratos pré definidos de mercados conforme o potencial especifico na fase industrial .
Fertilizantes e combustíveis são parte disso. Fazer isso sem poluir será o desafio para todas empresas .
Fazer fertilizantes e compositos de hidratos e hidratos , carbonetos e carbonatos , . São a solução para o futuro do CO e CO2. A poluicao é uma atividade de emitir excrementos dos atomos no trabalho molecular . Reciclar os ” excrementos industriais ” é a solução.
Trabalhar para resolver as questões biosfericas uma obrigação para gestores das tecnologias e biomas . E uma atividade de simbiose tecnológica saber poluir e reciclar emissões sem perturbar os seres vivos e sem destruir biomas . E ainda lucrar e gerar empregos e desenvolver ciência e tecnologias .
O Caminho sustentável é esse.