Cantor afirma que nenhum animal é morto dentro da fazenda É o Amor, onde mantém criação de Nelore PO, planta soja para sustentar o negócio e acolhe cães abandonados, acidentados ou sem tutores em um canil construído após mais de 50 resgates realizados ao longo dos últimos anos pelo cantor.
Zezé Di Camargo decidiu proibir o abate de animais dentro da fazenda É o Amor e reformulou parte das atividades econômicas da propriedade. O cantor manteve a criação voltada à reprodução e ao melhoramento genético de Nelore PO, investiu no plantio de soja e abriu espaço para acolher cães encontrados nas ruas ou deixados sem tutores.
As informações foram publicadas pelo portal Terra em 16 de setembro de 2025, com base em declarações concedidas pelo artista ao canal Intervenção e ao programa Globo Rural. Segundo o relato, mais de 50 cães já passaram pela fazenda, incluindo animais acidentados e com mutilações.
Abate de animais foi interrompido na propriedade
Zezé Di Camargo afirmou que não permite que animais sejam mortos dentro da fazenda. A decisão alterou o formato da atividade pecuária mantida no local e afastou a propriedade da produção destinada diretamente ao abate.
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O cantor explicou que a fazenda passou a concentrar a criação dos animais, sem realizar a etapa final de matança. Ele reconheceu que ainda consome carne, mas declarou preferir adquirir o produto fora da propriedade.
A fonte não informa em que mês a proibição entrou efetivamente em vigor nem quantos animais deixaram de ser encaminhados ao abate após a mudança.
Também não foram apresentados documentos, protocolos de manejo ou informações sobre o destino posterior do gado criado na fazenda É o Amor.
Pecuária passou a priorizar a criação
Ao falar sobre o novo modelo, o cantor afirmou que a fazenda ficou direcionada apenas à cria. A atividade envolve animais da raça Nelore PO, sigla utilizada para identificar exemplares de origem conhecida dentro dos registros genealógicos.
O melhoramento genético passou a compor a estratégia econômica da propriedade. A mudança permitiu que Zezé Di Camargo mantivesse uma atividade ligada à pecuária sem autorizar o abate dentro dos limites da fazenda.
A reportagem não detalha o tamanho do rebanho, os critérios de seleção genética ou o volume de receitas gerado por essa atividade.
Também não informa se os animais são vendidos, transferidos para outras propriedades ou mantidos durante toda a vida no local.
Plantio de soja ajuda a sustentar o negócio
Além da criação de Nelore PO, Zezé Di Camargo passou a investir na produção de soja. A cultura foi incorporada como uma das alternativas para manter economicamente a fazenda após a alteração da pecuária.
A soja funciona como parte da reorganização financeira de uma propriedade que deixou de utilizar o abate como componente direto do negócio. A fonte, entretanto, não compara as receitas anteriores e posteriores à mudança.
Não foram informados a área plantada, a produtividade, o destino da colheita ou os custos associados à produção agrícola.
A localização exata da fazenda também não foi apresentada no conteúdo fornecido, o que impede relacionar a plantação a dados regionais de clima ou mercado.
Fazenda É o Amor ganhou um canil
O cantor construiu um canil para abrigar os cães recolhidos por ele. O espaço passou a integrar a estrutura da fazenda É o Amor e recebe animais encontrados nas ruas ou que perderam seus antigos tutores.
O canil transformou parte da propriedade rural em um ambiente permanente de acolhimento. Zezé Di Camargo afirmou que mantém um custo mensal para salvar e cuidar desses animais.
A reportagem não informa a capacidade da instalação, o número de baias ou a quantidade de funcionários responsáveis pela rotina.
Também não há detalhes sobre alimentação, vacinação, castração, atendimento veterinário ou processos de adoção realizados a partir da fazenda.
Mais de 50 cães já passaram pelo local
Segundo o cantor, mais de 50 cães resgatados já foram acolhidos na propriedade. Parte deles foi retirada das ruas, enquanto outros estavam acidentados ou haviam ficado sem pessoas responsáveis pelos cuidados.
Entre os animais mencionados por Zezé Di Camargo estão cães sem uma perna ou sem uma orelha. Os relatos indicam que o abrigo também recebe casos que podem exigir acompanhamento prolongado e adaptações específicas.
O número de 50 representa animais que já passaram pelo local, e não necessariamente a quantidade mantida simultaneamente na fazenda.
A fonte não esclarece quantos continuam vivendo no canil, quantos foram adotados ou se algum retornou aos antigos tutores.
Resgates começaram antes da mudança na pecuária
A decisão de reformular as atividades da fazenda surgiu posteriormente ao início do trabalho com os cães. Segundo o relato, Zezé Di Camargo já realizava resgates antes de transformar oficialmente o formato do negócio rural.
Isso mostra que o acolhimento não começou apenas depois da interrupção do abate. A nova organização aproximou uma prática pessoal que já existia da estrutura permanente da propriedade.
A matéria informa que a ideia da mudança havia surgido no ano anterior à publicação, mas não apresenta uma data exata para o início do processo.
Também não é possível determinar quando ocorreu o primeiro resgate ou quanto tempo foi necessário para construir o canil.
Propriedade passou a ser chamada de santuário
A reportagem descreve a fazenda É o Amor como um santuário animal devido à proibição do abate e ao acolhimento de cães. A expressão representa o novo direcionamento atribuído pelo cantor ao espaço.
Na prática, a propriedade combina produção agrícola, criação de gado para reprodução e abrigo de animais resgatados. Portanto, não se trata exclusivamente de uma instituição dedicada ao resgate ou à proteção animal.
A fonte não informa se o local possui registro formal como abrigo, santuário, associação ou organização de proteção.
Também não há indicação de visitas públicas, recebimento de doações ou parcerias com entidades responsáveis por resgates.
Custos dos cuidados permanecem sob responsabilidade do cantor
Zezé Di Camargo afirmou que mantém despesas mensais para salvar e cuidar dos cães. Esses custos podem envolver diferentes necessidades, mas os valores e serviços contratados não foram divulgados.
O cantor apresentou o investimento como parte de sua atuação pessoal em defesa dos animais. A manutenção do canil depende de recursos contínuos, especialmente quando os cães chegam feridos ou com limitações físicas.
A reportagem não informa se as despesas são cobertas apenas por receitas pessoais ou se parte do dinheiro vem das atividades agrícolas e pecuárias.
Também não foram divulgados balanços, notas fiscais ou estimativas que permitam calcular o custo médio de cada resgate.
Mudança uniu negócio rural e proteção animal
A transformação da fazenda não significou o encerramento completo das atividades produtivas. A soja e o melhoramento genético de Nelore PO passaram a sustentar um modelo que convive com a decisão de não realizar abates no local.
Ao mesmo tempo, o canil ampliou a função da propriedade para além da agricultura e da pecuária. Zezé Di Camargo passou a utilizar a fazenda É o Amor como espaço de produção e de acolhimento para cães que não tinham quem cuidasse deles.
A iniciativa levanta uma discussão sobre as diferentes formas de conciliar produção rural, sustentabilidade econômica e proteção de animais dentro de uma mesma propriedade.
Na sua opinião, outras fazendas poderiam adotar modelos que reduzam o abate e reservem parte da estrutura para acolher animais resgatados? Conte nos comentários o que mais chamou sua atenção na transformação realizada por Zezé Di Camargo.


