Suzuki traz o Vitara elétrico 2026 ao Brasil com 4×4, bateria LFP e porta-malas de 224 litros, reunindo números de autonomia, recarga e preço para mostrar que a marca segue no país.
A Suzuki coloca o Vitara elétrico 2026 no radar do brasileiro e entrega um recado claro: a marca não está saindo do país, mesmo depois de rumores de encerramento de operações. O modelo chega com tração 4×4, potência combinada declarada de 184 cv e bateria LFP de 61 kWh.
No pacote, a Suzuki combina números que chamam atenção com uma proposta diferente de outros SUVs elétricos compactos: autonomia divulgada de 293 km, preço de lançamento de R$ 259 mil e porta-malas de 224 litros, além de uma configuração com dois motores para manter a tradição de tração nas quatro rodas ligada ao nome Vitara.
Suzuki no Brasil e o motivo do Jimmy não seguir em 2026

A Suzuki continua operando no Brasil com 16 concessionárias, segundo o relato apresentado, e aposta na chegada do Vitara elétrico 2026 como produto para manter a rede ativa. A narrativa é de continuidade, não de saída.
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O ponto que alimentou boatos foi a interrupção do Jimmy por uma exigência citada como ligada ao Proconve L8, envolvendo um sistema chamado ORVR, que reduz a evaporação de gases do tanque.
A explicação apresentada é que, pelo volume de vendas, a Suzuki avaliou que ficaria caro adequar o Jimmy para seguir importando.
Do Vitara de 1991 ao Vitara elétrico 2026

A história lembrada começa em 1991, quando a Suzuki desembarcou no Brasil com o Vitara como um 4×4 compacto voltado a trilhas e uso urbano, antes mesmo de “SUV” virar o termo dominante. Depois vieram mudanças de geração e variações de portas e entre-eixos, mantendo a proposta de robustez.
Há também o relato de um período considerado ruim para a Suzuki entre 2003 e 2008, seguido por retomada de importações e reestruturação.
Mais adiante, a produção do Jimmy no Brasil é citada como feita com apoio da Mitsubishi HPE, e o Vitara mais recente teria passado por fase com tração dianteira antes de sair de cena e voltar agora como elétrico.
Plataforma, bateria LFP de 61 kWh e tração 4×4

O Vitara elétrico 2026 é apresentado como um Suzuki desenvolvido no Japão e produzido na Índia, com bateria LFP de 61 kWh.
A LFP é descrita como uma química que demanda mais espaço, mas tem a vantagem mencionada de maior tolerância a danos em comparação com outras composições, além de receber proteção inferior na estrutura.
A Suzuki adota tração 4×4 com dois motores, um dianteiro e outro traseiro. A explicação dada é que não se somam potências de forma simples, e o conjunto é declarado com 184 cv.
No torque, a união é apresentada como possível, com pico citado na casa de 31,2 kgfm, com menção também a 31,6 kgfm em outro momento. A proposta é entregar tração e controle em baixa velocidade, sem “gritar pneu” em excesso.
Autonomia divulgada e recarga em AC e DC
A autonomia divulgada para o Vitara elétrico 2026 é de 293 km, citada como referência de medição. Também é explicado que a leitura de alcance no painel varia conforme o uso recente, podendo subir em ciclo urbano depois de um trecho de estrada.
Na recarga, o carro é descrito com entrada em corrente alternada até 7 kW e capacidade em corrente contínua de até 150 kW. Com 150 kW, a referência apresentada é de 10% a 80% em cerca de 22 minutos.
Em um exemplo prático relatado, uma recarga em 100 kW teria ido de 33% a 96% em 39 minutos. O foco é mostrar que a recarga rápida existe, desde que a infraestrutura acompanhe.
Dirigibilidade, desempenho e modo trail
O Vitara elétrico 2026 é descrito como um carro que transmite leveza apesar do peso citado de 1.899 kg. Um teste com medição de 0 a 100 km/h é relatado em 7,6 segundos, com a observação de que o carro não “parece pesado” ao volante.
Há elogios para o diâmetro de giro de 10,4 m e para o acerto de suspensão, inclusive em um off-road citado de cerca de 25 km.
Também são mencionados modos de condução, incluindo modo trail para uso fora de estrada, e a presença de pacote ADAS com centralização em faixa e manutenção em faixa. A leitura é que a Suzuki tentou manter um DNA mais “de dirigir” mesmo em um elétrico.
Porta-malas de 224 litros e pontos de crítica

O porta-malas de 224 litros aparece como a principal decepção citada, especialmente quando o encosto do banco traseiro está em posição mais vertical. Também é mencionado que o carro não tem estepe, trazendo cabo de carregamento e selante.
No acabamento, há comentários de bastante plástico em áreas internas, ar-condicionado de uma zona e presença de USB-A, sem menção a USB-C.
O teto solar é citado, mas com a observação de que não abre. A avaliação é de que a Suzuki priorizou robustez e dinâmica, mesmo deixando pontos de “refinamento” para trás.
Preço de lançamento e onde a Suzuki coloca o Vitara elétrico 2026
O preço de lançamento citado é de R$ 259 mil, com menção de que pode subir para R$ 269 mil depois. Também é dito que a Suzuki trabalha com meta de vender cerca de 1.000 carros por ano, algo como 85 por mês.
O Vitara elétrico 2026 é comparado como alternativa dentro do universo de SUVs elétricos compactos, com referências a modelos como Volvo EX30, BYD Yuan Pro, além de menções ao Kia EV3, mas sempre com o argumento de que a proposta não é “bater de frente” em refinamento premium, e sim entregar um 4×4 elétrico com personalidade própria.
Na sua opinião, a Suzuki acerta ao trazer o Vitara elétrico 2026 com 4×4 e 184 cv mesmo com apenas 224 litros de porta-malas, ou esse detalhe pesa demais na decisão de compra?


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