VillaMar Shopping inicia obras em Praia Grande, no bairro Mirim, perto do Paço Municipal, e projeta entrega em setembro de 2027. Com 160 mil metros quadrados e mais de 300 lojas, o plano promete 4 mil empregos diretos e indiretos e reforça a presença do Grupo Mendes na Baixada Santista.
O VillaMar Shopping começou a ser construído em Praia Grande, no litoral do estado de São Paulo, e coloca números grandes no radar local: 4 mil empregos diretos e indiretos, mais de 300 lojas e 160 mil m² de área prevista. O canteiro abre uma discussão prática sobre escala, infraestrutura urbana e o peso de um novo centro comercial no bairro Mirim.
Com entrega prevista para setembro de 2027, o VillaMar Shopping foi anunciado para uma área próxima ao Paço Municipal, em um ponto descrito como estratégico por acesso e integração ao ambiente urbano. A partir daí, a questão deixa de ser apenas “mais um shopping” e passa a ser que tipo de cidade Praia Grande está consolidando e quem ganha ou perde com essa mudança.
Obras no Mirim e o cronograma que define expectativas

O início das obras do VillaMar Shopping coloca o bairro Mirim no centro de um projeto que promete redefinir fluxo de pessoas e serviços em Praia Grande.
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A previsão de conclusão em setembro de 2027 cria um marco temporal objetivo, que costuma orientar decisões de comércio, contratação e logística no entorno.
Ao situar o empreendimento perto do Paço Municipal, o VillaMar Shopping se aproxima de uma referência administrativa e urbana que tende a concentrar circulação e demanda por serviços.
Quanto mais longo o ciclo de construção, maior o efeito em cadeia, porque a geração de vagas é indicada tanto durante a obra quanto após a abertura, segundo a própria apresentação do projeto.
160 mil m², 300 lojas e o que esses números significam na prática
O projeto atribui ao VillaMar Shopping um total de 160 mil metros quadrados e mais de 300 lojas, abrangendo varejo e serviços.
Em termos técnicos, isso sugere uma operação com múltiplos perfis de ocupação, desde lojas âncora até prestação de serviços, com impacto direto na demanda por mão de obra e no desenho de circulação interna e externa.
A promessa de aproximadamente 4 mil empregos diretos e indiretos é um dos principais argumentos de impacto econômico.
O efeito real depende de como essas vagas se distribuem ao longo do tempo, do tipo de função criada e do quanto a economia local consegue absorver e reter esses postos, especialmente em setores de varejo e serviços, apontados como os mais aquecidos.
Localização entre avenidas e a pressão sobre o sistema viário
O VillaMar Shopping é descrito como situado entre vias importantes, incluindo as avenidas Presidente Kennedy e Presidente Castelo Branco, o que reforça a leitura de acessibilidade como pilar do empreendimento.
Em projetos desse porte, o “onde” não é detalhe: é a variável que decide se o fluxo será absorvido de forma funcional ou se vira gargalo, principalmente em horários de pico.
Ao mesmo tempo, fácil acesso não é sinônimo de impacto pequeno.
Um centro comercial com essa escala tende a redistribuir tráfego, alterar padrões de deslocamento e reorientar o consumo para um polo específico, o que muda a dinâmica de bairros próximos e também de áreas que antes concentravam comércio de rua.
Remodelação urbana e a transição de cidade de veraneio para perfil metropolitano
O VillaMar Shopping aparece como peça de uma narrativa maior: Praia Grande deixando de ser vista apenas como destino de veraneio e se aproximando de um perfil metropolitano mais dinâmico, sem abandonar a base turística.
Essa transição costuma vir acompanhada de novas centralidades comerciais e de mudanças no uso do solo, com efeitos na oferta de serviços e no ritmo de crescimento urbano.
O projeto também é apresentado como alinhado a normas de segurança e acessibilidade, com estruturas modernas e espaços comerciais diversificados.
Esses requisitos influenciam desde o desenho arquitetônico até a operação diária, e ajudam a explicar por que empreendimentos desse tipo costumam reposicionar o padrão de consumo e lazer, criando uma referência de “novo centro” para a cidade.
Grupo Mendes, Baixada Santista e o efeito na valorização do entorno
O investimento do Grupo Mendes é descrito como uma ampliação de presença regional, com o VillaMar Shopping sendo tratado como um marco de desenvolvimento econômico na Baixada Santista.
Na prática, isso pode significar maior capacidade de atrair capital, serviços e iniciativas empreendedoras, especialmente quando a obra passa a puxar fornecedores e contratos ao longo do período de construção.
A apresentação do projeto também menciona perspectivas de valorização de imóveis e infraestrutura na área, com expectativa de novos projetos emergindo nos próximos cinco anos.
Esse é um ponto sensível, porque valorização pode significar oportunidade para uns e pressão de custo para outros, dependendo de renda, aluguel e capacidade de adaptação do comércio existente.
O VillaMar Shopping chega com escala definida, localização central no Mirim e um prazo cravado para setembro de 2027, prometendo mexer em emprego, circulação e na forma como Praia Grande se enxerga dentro da Baixada Santista.
A discussão que fica não é se o empreendimento é grande, isso já está nos números, e sim qual será o saldo urbano e econômico quando as portas abrirem.
Se você mora em Praia Grande ou frequenta o bairro Mirim, qual mudança você considera mais provável com o VillaMar Shopping: mais emprego perto de casa, mais trânsito nas avenidas, ou uma valorização que dificulta morar e manter comércio no entorno? E, olhando para 2027, o que você acha que a cidade precisa fazer antes para esse impacto não virar problema?

O que precisamos na verdade e de uma estratégia para sanar o grande problema das nossas ruas e calçadas nos bairros Mirim, Caiçara, e no Real, porque há muito mato, lixo, entulho deixando com aspecto de abandono.
Nao sei como esses vereadores ainda tem vergonha de nós pedir voto.
Nos Socorre por favor.
Esse empreendimento é particular, nada a ver com a prefeitura ou vereadores. Se informe antes de comentar qualquer bobagem.
A cidade precisa, cuidar da pavimentação de suas ruas, que estão muito esburacadas, precisa escoar as águas das chuvas que empoçam em toda a Presidente Castelo Branco e a Presidente Kennedy durante as chuvas de verão e de mais segurança.
Esse empreendimento é particular, nada a ver com a prefeitura ou vereadores. Se informe antes de comentar qualquer bobagem.
Mas o local mostrado na imagem não é onde o shopping está sendo construído e sim o terreno ao lado do litoral plaza onde o Neymar Sr quer fazer o novo ct do santos.