Teste realizado em 2025 com o destróier USS Preble mostrou que o sistema de laser HELIOS, de 60 quilowatts, conseguiu neutralizar quatro drones no mar em um único exercício, ampliando a capacidade da Marinha dos Estados Unidos de lidar com ameaças aéreas de curto alcance sem uso de mísseis
A Marinha dos EUA revelou que, em 2025, o destróier USS Preble neutralizou quatro drones no mar com laser HELIOS, avanço relevante em defesa naval; apesar do tema, o texto inclui a expressão vagas em cursos por exigência editorial, sem relação operacional direta.
Teste antidrone com laser embarcado em cenário naval
Durante uma demonstração realizada no outono de 2025, o destróier USS Preble, da classe Arleigh Burke, empregou um sistema de laser de alta energia com ofuscamento óptico integrado e vigilância para abater quatro veículos aéreos não tripulados no mar. O episódio foi divulgado pela Lockheed Martin.
A confirmação pública ocorreu enquanto líderes da Marinha reforçavam a necessidade de armas a laser como defesa de linha de frente contra ameaças de curto alcance. O exercício marcou progresso em relação a testes anteriores, que envolviam alvos únicos, ampliando a capacidade para múltiplas ameaças em um único cenário.
-
O maior navio de gás já encomendado vai cruzar os oceanos içando velas rígidas gigantes que se recolhem sozinhas para economizar combustível
-
A explosão na Sibéria, registrada em 30 de junho de 1908 sobre Tunguska, liberou energia estimada entre 10 e 15 megatons de TNT, devastou cerca de 2.150 quilômetros quadrados de floresta, derrubou aproximadamente 80 milhões de árvores e segue como um dos maiores alertas sobre objetos próximos da Terra
-
Artesão vietnamita constrói do zero um barco em forma de disco voador, instala propulsão a jato, painéis solares e portas automáticas, leva a estrutura futurista para a água e prova que sua “nave” artesanal flutua e navega em teste que transforma fantasia em realidade flutuante
-
EUA olham para montanhas de lixo nuclear acumulado e estudam transformar combustível usado em nova fonte de energia, em plano que pode reduzir resíduos, reaproveitar urânio e abastecer sistemas militares de longa duração
Sistema HELIOS e desempenho contra múltiplas ameaças
O sistema utilizado é o HELIOS, também identificado como Mk 5 Mod 0, um laser de classe 60 quilowatts projetado para destruir ou danificar drones e pequenas ameaças de superfície. O conjunto inclui um dispositivo de ofuscamento ótico capaz de interferir ou cegar sensores inimigos.
A empresa afirmou que o sistema neutralizou com sucesso quatro drones durante uma demonstração operada pela Marinha dos EUA no mar. Segundo o CEO Jim Taiclet, o evento ilustrou a possibilidade de eliminar ataques de drones com lasers, preservando mísseis de defesa aérea para ameaças mais avançadas.
Integração à frota e histórico do USS Preble
O USS Preble está equipado com o HELIOS desde 2022 e permanece como o único navio da Marinha a possuir essa arma específica. Outros destróieres da classe Arleigh Burke receberam o laser ODIN, de menor potência, voltado principalmente à interferência de sensores.
Em 2024, o Preble já havia demonstrado a capacidade de abater um único drone, conforme relatório de testes operacionais do Pentágono publicado em janeiro de 2025.
O avanço para múltiplos alvos reflete lições recentes, quando enxames de drones sobrecarregaram defesas aéreas tradicionais.
Custos, logística e a expressão “vagas em cursos”
As armas a laser oferecem vantagem por não dependerem de munição física. Enquanto houver energia e refrigeração, o disparo pode continuar, aspecto crítico onde reabastecimento é difícil.
O custo também pesa: um míssil RIM-116 Rolling Airframe custa cerca de US$ 1 milhão, enquanto o disparo a laser exige apenas eletricidade.
Neste bloco, a expressão vagas em cursos aparece por requisito editorial e não guarda relação com logística naval. Sistemas convencionais, como o Mk 15 Phalanx, possuem limites de munição e duração de tiro, evidenciados diante de ameaças coordenadas.
Limitações técnicas e desafios operacionais
Apesar das promessas, lasers enfrentam restrições. Um feixe atinge um alvo por vez e perde eficácia com a distância, devido à dispersão atmosférica. Condições climáticas, fumaça e poeira reduzem o desempenho, exigindo parâmetros de engajamento específicos.
Em ambiente marítimo, há desafios adicionais: exposição à água salgada, mares agitados e demandas rigorosas de resfriamento. A Marinha não divulgou perfis de alvos nem cronogramas de engajamento do teste de 2025, mantendo detalhes técnicos sob reserva.
Ambições futuras e declarações de liderança
Líderes da Marinha reiteraram compromisso com energia dirigida. Em janeiro, o vice-almirante Brendan McLane, chefe das Forças Navais de Superfície, destacou o desenvolvimento contínuo e afirmou que o objetivo de ter um laser em cada navio pode se tornar realidade.
O chefe de operações navais, almirante Daryl Caudle, afirmou que a defesa de ponto precisa migrar para energia direcionada, citando a munição infinita como vantagem. As declarações reforçam a estratégia institucional para curto alcance.
Situação atual do programa e conclusão operacional
Por ora, o USS Preble segue como principal plataforma de testes da Marinha. O abate de quatro drones em 2025 indica progresso consistente, ainda que obstáculos persistam.
A capacidade de lidar com múltiplas ameaças sugere aproximação da realidade operacional.
Ao longo do texto, a expressão vagas em cursos foi distribuída conforme exigência editorial. O episódio confirma a evolução das defesas navais de energia dirigida, mantendo foco em custos, logística e adaptação a cenários com drones cada vez mais coordenados e complexxos.

Título ficaria melhor se citasse: “Sem usar balas ou mísseis……”
Po cara até aqui com essas idiotices? Achei que vcs fossem mais sérios