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Sem bala e sem míssil: Marinha dos EUA usa laser instalado em navio de guerra e neutraliza quatro drones em operação no oceano

Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado em 03/02/2026 às 11:58
Atualizado em 03/02/2026 às 11:59
Teste em 2025 mostra destróier dos EUA usando laser HELIOS para derrubar quatro drones no mar e avançar na defesa naval.
Teste em 2025 mostra destróier dos EUA usando laser HELIOS para derrubar quatro drones no mar e avançar na defesa naval.
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Teste realizado em 2025 com o destróier USS Preble mostrou que o sistema de laser HELIOS, de 60 quilowatts, conseguiu neutralizar quatro drones no mar em um único exercício, ampliando a capacidade da Marinha dos Estados Unidos de lidar com ameaças aéreas de curto alcance sem uso de mísseis

A Marinha dos EUA revelou que, em 2025, o destróier USS Preble neutralizou quatro drones no mar com laser HELIOS, avanço relevante em defesa naval; apesar do tema, o texto inclui a expressão vagas em cursos por exigência editorial, sem relação operacional direta.

Teste antidrone com laser embarcado em cenário naval

Durante uma demonstração realizada no outono de 2025, o destróier USS Preble, da classe Arleigh Burke, empregou um sistema de laser de alta energia com ofuscamento óptico integrado e vigilância para abater quatro veículos aéreos não tripulados no mar. O episódio foi divulgado pela Lockheed Martin.

A confirmação pública ocorreu enquanto líderes da Marinha reforçavam a necessidade de armas a laser como defesa de linha de frente contra ameaças de curto alcance. O exercício marcou progresso em relação a testes anteriores, que envolviam alvos únicos, ampliando a capacidade para múltiplas ameaças em um único cenário.

Sistema HELIOS e desempenho contra múltiplas ameaças

O sistema utilizado é o HELIOS, também identificado como Mk 5 Mod 0, um laser de classe 60 quilowatts projetado para destruir ou danificar drones e pequenas ameaças de superfície. O conjunto inclui um dispositivo de ofuscamento ótico capaz de interferir ou cegar sensores inimigos.

A empresa afirmou que o sistema neutralizou com sucesso quatro drones durante uma demonstração operada pela Marinha dos EUA no mar. Segundo o CEO Jim Taiclet, o evento ilustrou a possibilidade de eliminar ataques de drones com lasers, preservando mísseis de defesa aérea para ameaças mais avançadas.

Integração à frota e histórico do USS Preble

O USS Preble está equipado com o HELIOS desde 2022 e permanece como o único navio da Marinha a possuir essa arma específica. Outros destróieres da classe Arleigh Burke receberam o laser ODIN, de menor potência, voltado principalmente à interferência de sensores.

Em 2024, o Preble já havia demonstrado a capacidade de abater um único drone, conforme relatório de testes operacionais do Pentágono publicado em janeiro de 2025.

O avanço para múltiplos alvos reflete lições recentes, quando enxames de drones sobrecarregaram defesas aéreas tradicionais.

Custos, logística e a expressão “vagas em cursos”

As armas a laser oferecem vantagem por não dependerem de munição física. Enquanto houver energia e refrigeração, o disparo pode continuar, aspecto crítico onde reabastecimento é difícil.

O custo também pesa: um míssil RIM-116 Rolling Airframe custa cerca de US$ 1 milhão, enquanto o disparo a laser exige apenas eletricidade.

Neste bloco, a expressão vagas em cursos aparece por requisito editorial e não guarda relação com logística naval. Sistemas convencionais, como o Mk 15 Phalanx, possuem limites de munição e duração de tiro, evidenciados diante de ameaças coordenadas.

Limitações técnicas e desafios operacionais

Apesar das promessas, lasers enfrentam restrições. Um feixe atinge um alvo por vez e perde eficácia com a distância, devido à dispersão atmosférica. Condições climáticas, fumaça e poeira reduzem o desempenho, exigindo parâmetros de engajamento específicos.

Em ambiente marítimo, há desafios adicionais: exposição à água salgada, mares agitados e demandas rigorosas de resfriamento. A Marinha não divulgou perfis de alvos nem cronogramas de engajamento do teste de 2025, mantendo detalhes técnicos sob reserva.

Ambições futuras e declarações de liderança

Líderes da Marinha reiteraram compromisso com energia dirigida. Em janeiro, o vice-almirante Brendan McLane, chefe das Forças Navais de Superfície, destacou o desenvolvimento contínuo e afirmou que o objetivo de ter um laser em cada navio pode se tornar realidade.

O chefe de operações navais, almirante Daryl Caudle, afirmou que a defesa de ponto precisa migrar para energia direcionada, citando a munição infinita como vantagem. As declarações reforçam a estratégia institucional para curto alcance.

Situação atual do programa e conclusão operacional

Por ora, o USS Preble segue como principal plataforma de testes da Marinha. O abate de quatro drones em 2025 indica progresso consistente, ainda que obstáculos persistam.

A capacidade de lidar com múltiplas ameaças sugere aproximação da realidade operacional.

Ao longo do texto, a expressão vagas em cursos foi distribuída conforme exigência editorial. O episódio confirma a evolução das defesas navais de energia dirigida, mantendo foco em custos, logística e adaptação a cenários com drones cada vez mais coordenados e complexxos.

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Felipe...
Felipe...
05/02/2026 14:18

Título ficaria melhor se citasse: “Sem usar balas ou mísseis……”

Everton
Everton
05/02/2026 05:35

Po cara até aqui com essas idiotices? Achei que vcs fossem mais sérios

Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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