Agente do serviço secreto dos EUA foi impedido de entrar armado no Templo do Céu, em Pequim, durante visita de Trump à China, provocando atraso, discussão intensa entre autoridades dos dois países e novo impasse com a imprensa.
Um agente do serviço secreto dos Estados Unidos foi impedido por autoridades chinesas de entrar armado no complexo do Templo do Céu, em Pequim, provocando impasse de quase meia hora durante a visita de Estado de Trump à China.
O episódio ocorreu no primeiro dia completo da viagem, enquanto Trump participava de compromissos ao lado do presidente chinês, Xi Jinping. A visita inclui conversas sobre disputas comerciais, Taiwan e guerra do Irã, com secretários de gabinete e CEOs.
O presidente americano havia deixado a primeira rodada de negociações em silêncio incomum antes de seguir para o templo do século XV com Xi. O incidente foi relatado por integrantes da imprensa que acompanhava Trump durante o deslocamento.
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Serviço secreto foi barrado por portar arma
O impasse começou quando a segurança chinesa recusou a entrada de um agente do serviço secreto que acompanhava os repórteres, porque ele carregava uma arma. A situação atrasou a entrada do grupo no complexo por quase meia hora.
O relato foi divulgado pelo White House Press Pool Reports no X e descrito pelo correspondente da AFP Danny Kemp como discussão longa e intensa entre autoridades americanas e chinesas. Depois, um acordo foi encontrado, sem explicação sobre os termos.
Quando Trump chegou ao Templo do Céu com Xi, um repórter perguntou como tinham sido as negociações. O presidente respondeu de forma breve, dizendo que era “ótimo”, chamou o local de “incrível” e afirmou que a China era bonita.
Imprensa também relatou novo atraso
Mais tarde, Kemp informou que a imprensa estava se reunindo no complexo do templo enquanto autoridades americanas e chinesas mantinham o grupo em uma sala lateral. A discussão era se os repórteres poderiam se deslocar.
Outro relato, publicado às 13h41 no horário da China, informou que Trump deixava o Templo do Céu enquanto a imprensa permanecia retida após novo atraso. Funcionários e repórteres americanos tiveram outra discussão animada com autoridades chinesas.
De acordo com a publicação, as autoridades chinesas tentaram várias vezes impedir que o grupo saísse e se juntasse à carreata presidencial. O episódio ampliou a tensão em torno da cobertura da visita ao local.
Segurança foi reforçada em Pequim
Grandes medidas de segurança foram implementadas durante a permanência de Trump em Pequim. Estradas e parques públicos foram fechados, e cerca de 30 voos de entrada e saída do Aeroporto Internacional de Pequim Capital foram cancelados na noite de quarta-feira.
Os voos foram suspensos entre 18h e 21h, enquanto Trump pousou às 19h50, no horário local. A Casa Branca foi procurada para comentar o episódio envolvendo o serviço secreto, mas o material não informa resposta.
Após o recente atentado contra a vida de Trump no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, todos os funcionários do Four Seasons Hotel, onde o presidente está hospedado, registraram identidades junto às autoridades.
Além da mobilização de policiais armados, tendas protegidas e barricadas foram instaladas no hotel usado por Trump. Hotéis próximos à embaixada dos EUA, incluind
