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Segurança chinesa impede agente do serviço secreto de acompanhar imprensa com arma, atrasa visita de Trump em templo de 600 anos e provoca confusão nos bastidores

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Escrito por Fabio Lucas Carvalho Publicado em 14/05/2026 às 16:21 Atualizado em 14/05/2026 às 16:46
Agente do serviço secreto dos EUA é barrado armado em templo de Pequim durante visita de Trump à China.
Agente do serviço secreto dos EUA é barrado armado em templo de Pequim durante visita de Trump à China.
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Agente do serviço secreto dos EUA foi impedido de entrar armado no Templo do Céu, em Pequim, durante visita de Trump à China, provocando atraso, discussão intensa entre autoridades dos dois países e novo impasse com a imprensa.

Um agente do serviço secreto dos Estados Unidos foi impedido por autoridades chinesas de entrar armado no complexo do Templo do Céu, em Pequim, provocando impasse de quase meia hora durante a visita de Estado de Trump à China.

O episódio ocorreu no primeiro dia completo da viagem, enquanto Trump participava de compromissos ao lado do presidente chinês, Xi Jinping. A visita inclui conversas sobre disputas comerciais, Taiwan e guerra do Irã, com secretários de gabinete e CEOs.

O presidente americano havia deixado a primeira rodada de negociações em silêncio incomum antes de seguir para o templo do século XV com Xi. O incidente foi relatado por integrantes da imprensa que acompanhava Trump durante o deslocamento.

Serviço secreto foi barrado por portar arma

O impasse começou quando a segurança chinesa recusou a entrada de um agente do serviço secreto que acompanhava os repórteres, porque ele carregava uma arma. A situação atrasou a entrada do grupo no complexo por quase meia hora.

O relato foi divulgado pelo White House Press Pool Reports no X e descrito pelo correspondente da AFP Danny Kemp como discussão longa e intensa entre autoridades americanas e chinesas. Depois, um acordo foi encontrado, sem explicação sobre os termos.

Quando Trump chegou ao Templo do Céu com Xi, um repórter perguntou como tinham sido as negociações. O presidente respondeu de forma breve, dizendo que era “ótimo”, chamou o local de “incrível” e afirmou que a China era bonita.

Imprensa também relatou novo atraso

Mais tarde, Kemp informou que a imprensa estava se reunindo no complexo do templo enquanto autoridades americanas e chinesas mantinham o grupo em uma sala lateral. A discussão era se os repórteres poderiam se deslocar.

Outro relato, publicado às 13h41 no horário da China, informou que Trump deixava o Templo do Céu enquanto a imprensa permanecia retida após novo atraso. Funcionários e repórteres americanos tiveram outra discussão animada com autoridades chinesas.

De acordo com a publicação, as autoridades chinesas tentaram várias vezes impedir que o grupo saísse e se juntasse à carreata presidencial. O episódio ampliou a tensão em torno da cobertura da visita ao local.

Segurança foi reforçada em Pequim

Grandes medidas de segurança foram implementadas durante a permanência de Trump em Pequim. Estradas e parques públicos foram fechados, e cerca de 30 voos de entrada e saída do Aeroporto Internacional de Pequim Capital foram cancelados na noite de quarta-feira.

Os voos foram suspensos entre 18h e 21h, enquanto Trump pousou às 19h50, no horário local. A Casa Branca foi procurada para comentar o episódio envolvendo o serviço secreto, mas o material não informa resposta.

Após o recente atentado contra a vida de Trump no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, todos os funcionários do Four Seasons Hotel, onde o presidente está hospedado, registraram identidades junto às autoridades.

Além da mobilização de policiais armados, tendas protegidas e barricadas foram instaladas no hotel usado por Trump. Hotéis próximos à embaixada dos EUA, incluind

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Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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