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Português de Portugal perde terreno: gírias, streaming e 400 mil imigrantes fazem brasileiro disparar e levantam pergunta explosiva em Lisboa e Brasília: está nascendo uma língua chamada brasileiro, separada do português europeu no século XXI?

Escrito por Bruno Teles
Publicado em 11/12/2025 às 14:36
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Debate sobre português, português do Brasil e português de Portugal mostra como a língua portuguesa pode originar uma língua brasileira no século XXI.
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Entre a história do português desde o século 13, as novelas e o streaming, a diáspora de 400 mil brasileiros em Portugal e decisões políticas em Lisboa e Brasília reacendem a pergunta: o brasileiro já pede status de língua própria no ensino, na gramática, na diplomacia e na identidade cultural

O português que o Brasil fala hoje nasceu de um processo longo, que começa no latim do Império Romano, passa por um decreto no século 13 em Portugal, cruza o Atlântico nas grandes navegações e desembarca em um território com centenas de línguas indígenas entre os séculos 16 e 18. Ao mesmo tempo, o português europeu continuou a evoluir em outro contexto social, político e demográfico, acumulando diferenças que hoje já são sentidas no vocabulário, na sintaxe, na pronúncia e até na forma de ser ensinado.

No século 19, intelectuais brasileiros já cogitavam uma independência linguística. No século 21, com o impacto de novelas, música pop, influenciadores, plataformas de streaming e uma comunidade de cerca de 400 mil brasileiros vivendo legalmente em Portugal, a pergunta retorna com outra força: será que ainda faz sentido tratar tudo simplesmente como português, ou estamos diante de um candidato a língua chamada “brasileiro”?

De Roma à Lusitânia: quando o português virou língua

Debate sobre português, português do Brasil e português de Portugal mostra como a língua portuguesa pode originar uma língua brasileira no século XXI.

A história do português começa muito antes do Brasil existir.

Durante mais de 500 anos, o Império Romano ocupou partes da Europa, do norte da África e da Ásia Ocidental e impôs o latim como língua de administração, religião e poder.

Na região que viria a se tornar Portugal, o latim popular foi sendo assimilado pela população e misturado com usos locais, até formar uma variedade românica própria.

Séculos depois, já com o fim do domínio romano e após uma ocupação árabe na Península Ibérica, o português foi reconhecido como língua oficial em Portugal por um decreto do século 13, quando o reino já estava estabelecido.

Ou seja, primeiro o povo já falava português na prática, depois o Estado reconheceu o idioma por decisão política. A língua nasce, portanto, como fenômeno social, mas ganha status oficial num gesto de poder.

Como o português chegou ao Brasil e mudou para sempre

Debate sobre português, português do Brasil e português de Portugal mostra como a língua portuguesa pode originar uma língua brasileira no século XXI.

No Brasil, o português chegou pelas grandes navegações, a partir do século 16, como parte de um projeto colonial.

Mas isso não significou, de início, que toda a população passasse a falar a mesma língua.

Havia entre 800 e 1.500 línguas indígenas em uso quando Cabral chegou, além das línguas de povos africanos trazidos à força. Esse conjunto nomeava plantas, animais e realidades que o vocabulário europeu desconhecia.

Durante boa parte dos séculos 16 a 18, o português sequer era a língua majoritária no território brasileiro.

O idioma foi se impondo aos poucos, por escolas religiosas, pela administração colonial e por decretos como o do Marquês de Pombal no século 18, que expulsou jesuítas e proibiu o ensino em línguas indígenas.

Nesse percurso, o português do Brasil se misturou a referências indígenas e africanas e incorporou estruturas que o próprio português de Portugal deixaria para trás.

Português do Brasil conserva traços antigos que Portugal perdeu

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Linguistas lembram que o português transplantado para o Brasil levava traços do período clássico, incluindo usos que hoje já não são dominantes em Portugal.

O exemplo mais didático é o gerúndio.

No Brasil se diz “estamos fazendo”, “estamos vendo televisão”. Em Portugal, a forma corrente é “estamos a fazer”, “estamos a ver televisão”.

Outro caso é o uso dos possessivos. Em Portugal, é obrigatório dizer “a minha casa”, “a minha escola”. No Brasil, o padrão é simplesmente “minha casa”, “minha escola”.

Do ponto de vista histórico, muitas dessas estruturas brasileiras são mais próximas de fases antigas do próprio português, enquanto a norma europeia se afastou delas ao longo dos séculos.

Isso desafia a ideia simplista de que o português brasileiro “estragou o idioma” e o brasileiro seria apenas uma deformação do modelo europeu.

Ao mesmo tempo, o vocabulário se afastou em vários campos. “Geladeira” no Brasil, “frigorífico” em Portugal. “Celular” aqui, “telemóvel” lá. “Banheiro” por “casa de banho”. “Trem” por “comboio”. “Rapariga” com sentido ofensivo no Brasil, palavra neutra em terras portuguesas.

São diferenças que, isoladamente, não criam uma língua nova, mas revelam sistemas de uso que caminharam por trilhas diferentes.

Variação, dialeto ou nova língua? Onde está a linha de ruptura

A dúvida central dos especialistas é: em que ponto o português falado no Brasil deixa de ser uma variação e passa a ser reconhecido como língua autônoma?

A resposta, dizem linguistas ouvidos na reportagem, não é apenas gramatical.

Diferenças de pronúncia, vocabulário e sintaxe existem, mas a definição de língua é muito mais social, histórica e política do que puramente linguística.

Dentro do próprio Brasil, há variações profundas entre regiões.

Mandioca, macaxeira e aipim nomeiam o mesmo alimento, assim como dezenas de formas regionais para “pão francês”, “bolacha” ou “biscoito”.

No entanto, ninguém defende seriamente que cada estado tenha uma língua oficial.

Nesse contexto, as diferenças entre português brasileiro e português europeu são classificadas, hoje, como variações de um mesmo sistema, não como idiomas separados.

O precedente do galego e a hipótese de um brasileiro autônomo

O caso do galego ajuda a entender o potencial desdobramento do português.

No início, falava-se de uma mesma unidade linguística no noroeste da Península Ibérica, que mais tarde se desdobraria em galego e português.

O galego, falado na Galícia, consolidou status de língua própria a partir de circunstâncias políticas e sociais específicas, mesmo sendo fortemente aparentado com o português europeu.

Para alguns especialistas, algo semelhante poderia, em tese, acontecer com o português do Brasil.

Há quem argumente há anos que “brasileiro” poderia se tornar uma língua, alegando que não faria mais sentido ensinar as peculiaridades de vocabulário e gramática como simples notas de rodapé de um padrão europeu.

Houve até previsões de que, em duas gerações, o brasileiro estaria tão afastado da norma portuguesa que a separação seria inevitável.

A maioria dos linguistas, no entanto, ressalta que a ruptura depende menos da gramática e mais de uma decisão política.

Da mesma forma que o português foi oficializado por decreto em Portugal e consolidado como língua de Estado no Brasil no século 18, uma eventual “língua brasileira” exigiria vontade institucional, impacto econômico e alinhamento diplomático para se sustentar.

Streaming, gírias e 400 mil brasileiros em Portugal mudam o jogo

Se, por um lado, o português brasileiro foi historicamente visto como variação periférica, hoje o cenário cultural se inverteu.

Nas últimas décadas, telenovelas, música popular, séries e reality shows levaram o jeito brasileiro de falar para casas portuguesas.

Com o streaming, essa presença se tornou diária e global, alcançando adolescentes e jovens adultos em Portugal desde cedo.

Além disso, há a dimensão migratória.

Estima-se que cerca de 400 mil brasileiros vivam legalmente em Portugal, criando uma rede de bares, restaurantes, academias, salões e pequenos negócios que operam majoritariamente em português do Brasil.

Em muitas ruas, ouve-se funk, pagode, sertanejo, expressões como “tudo joia” ou “tá de boa” e estruturas gramaticais claramente brasileiras.

Há portugueses que dizem, em tom meio sério, meio irônico, que já se fala “brasileiro” em todo lado.

Essa circulação de gírias e expressões gera reações distintas.

Alguns entrevistados em Lisboa veem o “brasileiro” como um jeito engraçado de falar, cheio de expressões diferentes, mas ainda dentro do mesmo idioma.

Outros se referem a ele explicitamente como “língua”, num reconhecimento informal de que o português brasileiro já ganhou vida própria no imaginário social.

Quem coloniza quem? O fluxo cultural se inverte no século XXI

Na época colonial, o fluxo era claro: cultura, livros, normas e decisões sobre o português vinham da Europa para a América.

Hoje, o circuito de produtos culturais indica o movimento oposto. Segundo especialistas, ouve-se muito mais música, televisão e produção audiovisual brasileira em Portugal do que o inverso acontece no Brasil.

O que chega às telas brasileiras produzido em Portugal ainda é proporcionalmente pequeno.

Essa inversão alimenta um incômodo em parte dos falantes do português europeu.

Há quem critique o uso de expressões brasileiras em Portugal como uma espécie de “colonização ao contrário”, acusando colegas e jovens de “estar a falar brasileiro”.

A tensão revela que o debate já não é apenas sobre gramática, mas sobre poder simbólico e influência cultural dentro do próprio universo do português.

Linguistas ressaltam que o resultado desse choque só poderá ser avaliado com clareza em uma ou duas décadas.

A questão em aberto é se o português europeu vai absorver parte do léxico brasileiro, se as normas vão se aproximar ou se o atrito vai gerar uma reivindicação mais nítida de autonomia por parte do Brasil.

O futuro do português depende mais de Brasília do que da gramática

Se o português falado no Brasil vai ou não se transformar oficialmente em “língua brasileira” continua sendo uma incógnita.

O que já se sabe é que a decisão, se vier, tende a nascer menos de uma mudança súbita na forma de falar e mais de uma escolha política, econômica e diplomática.

Um Estado pode optar por renomear sua língua, reforçar a ideia de unidade ou manter, por conveniência internacional, a etiqueta de sempre.

Por enquanto, tudo indica que português seguirá sendo o nome oficial da língua usada em documentos, escolas e tratados, tanto em Lisboa quanto em Brasília.

Mas, no plano do imaginário e da prática diária, o “brasileiro” já opera como rótulo informal para um modo de falar associado a gírias, ritmos, sotaques e construções que se afastam cada vez mais da norma europeia.

A fronteira entre variação e nova língua permanece borrada, à espera de decisões que extrapolam a sala de aula e entram no campo da política de Estado.

Na sua opinião, o português falado no Brasil deve continuar oficialmente como a mesma língua dos demais países lusófonos ou o Brasil deveria, em algum momento, reconhecer o brasileiro como uma língua separada do português europeu?

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Roberto Moreno
Roberto Moreno
12/12/2025 17:03

Roberto – GEOLÍNGUA – um nome para a língua brasileira.
Pois, na realidade o Brasil fala e escreve o Galego-brasileiro, desde o ano de 1500

O Testamento de vida de D. Afonso II, terceiro rei de Portugal, foi assinado em 27 de Junho de 1214 e, é considerado, simbolicamente, por alguns historiadores, como sendo o primeiro documento escrito em “português”. Entretanto, e na realidade documental, a língua do rei era o Galego, tal qual a língua de seu neto, D. Dinis, e que – por decreto real, lá por volta de 1297 oficializa o nome português à sua língua que – entretanto, era o galego. Esta ação de D. Dinis deu-se por fatores geopolíticos, na sequência de seu avô, D. Afonso X, rei de Leão, Castela e Galiza ter oficializado o castelhano como a língua de seu reino. É de salientar que, avô e neto, ambos poetas, se expressavam em Galego, a língua de suas poesias.

“A Galiza deu-nos população e língua e, o português não é senão o dialeto galego” – Alexandre Herculano … em carta datada em 1874 enviada ao seu amigo.

27 de Junho de 1931 é a data da Primeira República Galega. – Juntando, todas as evidencias ao redor do dia 27 de Junho a partir de 1214, justifica-se ser esta a data da Língua Galega, de direito e de facto via documentação histórica, visto que a língua “portuguesa” ser um dialeto do galego e criada artificialmente por decreto real de D. Dinis.

Sugiro que se leia o livro: “Assim nasceu uma língua” escrita pelo Prof. Fernando Venâncio.

GEOLÍNGUA – um nome para o Galego-brasileiro.

Para tal, basta se promover, democraticamente – o bilinguismo entre os povos.!

Sendo assim, concluímos que, a partir da sua língua materna, escolha uma língua que não promova o diálogo bilingue, como é o caso do inglês, por exemplo. Pois, ao apreender o inglês estará a contribuir para se promover o monoglotismo no mundo.

No futuro todo o diálogo será na sua língua materna ou em Geolíngua (galego-brasileiro) pois esta já é bilingue à nascença – pelo facto de entendermos o espanhol e o contrário isso não acontece, devido aos doze símbolos fonéticos do galego-brasileiro (7 orais e 5 nasais) contra apenas os 5 símbolos unicamente orais do espanhol. Em linguagem publicitaria poderíamos afirmar o seguinte: Aprenda o galego-brasileiro e ganhe de graça o espanhol, pague 1 leva 2.

Muito provavelmente, a profissão de tradutor será extinta.

A seguir explico como surgiu o projeto Geolíngua no hotel Sheraton de Lisboa em 1996, e lá permaneceu até 2004. Entretanto, e visto que o seu mentor, eu Roberto Moreno, fui expulso do hotel, por defender o português e o bilinguismo, mas, a diretora geral, que assumiu o seu cargo em 1998 e, até 2004, nunca aceitou que eu falasse em português no hotel, “dela”, segundo afirmou, pois o inglês era obrigatório e oficial no Sheraton, como única língua. Mas, esta é uma outra história, e que já virou livro e, no futuro também em suporte teatro e cinema.

O Projeto Geolíngua, a partir do GALEGO

O GALEGO, a língua que deu origem ao dialeto português e, que, por sua vez virou língua por decreto, é falada por 100 vezes mais pessoas, do que o país que a criou – a Galiza!

Até o final do século XXI haverá 500 milhões de falantes de galego no seu dialeto e, que, virou língua brasileira, diz Roberto Moreno presidente da Fundação Geolíngua, com muito mais propriedade científica e mais credibilidade documental do que o Governo português.

Porque é que o Galego é tão idêntico ao Português?
– A resposta é muito simples: é idêntico porque é a mesma língua.

O Português é igual ao Galego porque foi criado por decreto Real em 1296, por D. Dinis, rei de Portugal. – E, neste âmbito a Fundação Geolíngua passou a existir desde 11 de Setembro 2001.

Entre os objetivos da Fundação Geolíngua está a criação, na Galiza, do: MUSEU DA LÍNGUA GALEGA Luso-afro-brasileira.

No texto abaixo descrevo um pouco sobre a verdadeira história da autoproclamada língua portuguesa e uma proposta, neutra, para a língua do futuro.

Geolingua: novo nome para o Galego-brasileiro.

Cá está a sinopse de uma Obra a ser publicada em suporte Livro, Teatro e Cinema.

Como nasceu a língua “portuguesa”.
Segundo relatos históricos de: D. Afonso X, Rei de Castela e Leão, e D. Dinis, Rei de Portugal; Alexandre Herculano, historiador português e, Humberto Eco, filósofo … e, tudo narrado por Roberto Moreno, professor e historiador desde 1974, e fundador da Fundação Geolíngua, cujo objetivo principal é transcender a língua Galega para língua universal, via o seu dialeto brasileiro, mais conhecido como língua portuguesa do Brasil ou língua brasileira.

Cá estão alguns fatos históricos.

1 – D. Dinis (sexto rei de Portugal) em 1296, por decreto, cria a língua portuguesa e obriga-a a ser adotada na Chancelaria Real, na redação das leis, nos notários e na poesia, eliminando a língua Galega por razões socioculturais e geopolíticas. – D. Dinis adotou uma língua própria para o reino de Portugal tal como o seu avô espanhol, D. Afonso X, fizera com o castelhano a partir de 1252, quando assumiu o trono de Leão e Castela, por razões geopolíticas (embora, ambos continuassem a utilizar o Galego em suas poesias). – Portanto, como reza a história e, diante dos fatos (factos em Portugal) – A dita língua “portuguesa” foi criada por Decreto e, o Galego foi sumariamente banido, ocultado e torturado durante 8 séculos, para já não falar há mais de 2 mil anos, quando a sua língua, conhecida como “linguagem” se mesclou com o Latim, dando origem ao Galego-latinizado (conhecido como latim vulgar) e que se fala hoje, principalmente em Portugal e no Brasil, nos seus dois dialetos, o português e o brasileiro, respectivamente.

2 – «O certo é que as línguas não podem ter nascido por convenção já que, para se porem de acordo sobre as suas regras os homens necessitariam de uma língua anterior; mas se esta última existisse, por que razão se dariam os homens ao trabalho de construir outras, empreendimento esforçado e sem justificação? » – (Umberto Eco)

3 – O português standard é um superdialeto. – Uma língua é um dialeto equipado com um exército, tem poder político e, pode invadir a área de outros dialetos. Historicamente, foi sempre assim. – Modernamente, diria que uma língua é um dialeto que tem uma televisão. A televisão é mais eficaz do que um exército. – Ivo Castro, Professor catedrático, licenciado em Filologia Românica e doutorado em Linguística Portuguesa

4 – O português vem do Galego – Não é correto, do ponto de vista histórico-geográfico, afirmar, como fazem todas as gramáticas históricas, que “o português vem do latim”. O português vem do galego – o galego, sim, é que representa a variedade de latim vulgar que se constituiu na Gallaecia romana e na Galiza medieval. – Marcos Bagno, Professor, doutor em filologia, linguista e escritor brasileiro.

5 – “O Congresso reafirma a tese de que o galego e o português são normas cientificamente reconhecidas de um mesmo sistema, que engloba as comunidades linguísticas luso-galego-brasileiro-africanas”. – Mª Helena Mira Mateus, … no CONGRESSO SOBRE A SITUAÇÃO ACTUAL DA LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO (1985)

6 – “O nosso idioma é muito mais antigo que a nação. Isto significa que, se nunca Portugal tivesse surgido, esta mesma língua (hoje chamada portuguesa) teria existido sem ele”. – “Se a língua de D. Afonso Henriques algum nome pudesse ter tido, era só este: Galego”

É preciso que os galegos o entendem… Porque os portugueses, eles, acham, no fundo, no fundo, que Portugal esteve sempre prometido, desde toda a eternidade.

OLHA, O GALEGO-PORTUGUÊS!
Uma língua chamada Galego-Português jamais existiu. – Inventou-a, ali por 1900, a grande linguista alemã Carolina Michaëlis de Vasconcelos, quando percebeu que os portugueses jamais conceberiam que o simples Galego tivesse sido, durante séculos, a língua daquele nosso lindo Reino novinho em folha. – Fernando Venâncio, Professor, filólogo e escritor português, critico literário e académico.

7 – “O Brasil fala galego no dialeto brasileiro” – O ato de pensar, duvidar e investigar é a base da reflexão científica e, neste âmbito conclui-se que, à semelhança da afirmação de Alexandre Herculano quanto ao português ser um dialeto do galego e, da invenção do galego-português, ali por volta de 1900, poderá se afirmar que a língua do Brasil é o Galego-brasileiro, quiçá, futura GEOlíngua. – Roberto Moreno, investigador, historiador e professor de Filosofia do Direito e do Jornalismo, fundador e presidente da Fundação Geolíngua.

Roberto Moreno
Roberto Moreno(@geo_rm30)
Member
Em resposta a  Roberto Moreno
12/12/2025 17:08

Proposta de Roberto Moreno:

À luz dos fatos e da história e diante das declarações das autoridades citadas, a Fundação Geolíngua propõe-se a seguir os mesmos passos do Rei D. Dinis no âmbito deste ter criado a primeira “marca branca” do mundo, ao nomear de “português”, o Galego.

O objetivo é designar o Galego, no seu dialeto brasileiro (em sintonia com Alexandre Herculano) – por GEOLÍNGUA (língua da terra). – É uma espécie de “Esperanto II” – uma “nova marca branca” – 8 Séculos após à marca “português”, ter sido criada por decreto.

Esta proposta resulta de uma minuciosa e fundamentada investigação científica, ao consultar varias fontes, além das “oficiais”, desde 1992, onde se vislumbra que, a percentagem necessária para que uma língua tenha um nome diferente da sua anterior, terá de ter aproximadamente 20% de diferença. Hoje, pode-se afirmar que, entre o galego e o português de Portugal é de 7% e, entre o português e o “brasileiro” é de 3%. – Portanto, histórica e cientificamente analisada, o português simplesmente não existe como língua, mas sim como – dialeto evoluído e aperfeiçoado – como afirmou Alexandre Herculano.

Nesta perspectiva, a futura Geolíngua (Galego-brasileiro) passa a ser a primeira língua do mundo, pelo fato desta, entender 90% do “espanhol”, 50% do italiano e 30% do francês, sem qualquer dificuldade (pelo menos, na linguagem escrita) e une, para já, e a partir do Galego-castelhano (espanhol) 800 milhões de pessoas em 30 países nos 5 continentes e, se se acrescentar o italiano ultrapassa os 900 milhões, superando o inglês e o mandarim, com a vantagem de a Geolíngua possuir, além do aspecto quantitativo, também o qualitativo, geopolítico e geoeconômico, em simultâneo, o que não é encontrado em nenhuma outra língua do planeta.

Algumas fontes consultadas:

– Assim nasceu uma língua – Fernando Venâncio
https://observador.pt/2020/02/08/e-promiscua-e-e-liberal-afinal-de-onde-vem-a-lingua-portuguesa/

“Entre Latim e Português: o Galego”
https://www.facebook.com/notes/fernando-venâncio/entre-latim-e-português-o-galego/872947272754366/

– A LÍNGUA BRASILEIRA – Eni P. Orlandi
http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252005000200016&script=sci_arttext

– O Brasil fala a Língua Galega – artigo do Prof. Catedrático Júlio César Barreto Rocha, da Universidade de Santiago de Compostela – http://www.udc.gal/dep/lx/cac/sopirrait/sr044.htm

– Vídeo ilustrativo sobre o projeto Geolíngua:

Quanto ao Acordo Ortográfico, sugiro ver a posição de Roberto Moreno, aqui
http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheAudicao.aspx?BID=94935

Português, lengua de la globalización! – É assim, com este título, que começa uma crónica escrita por Roberto Moreno em 2005, a pedido da jornalista Oriana Alves, na época, a serviço do Instituto Camões, em Lisboa, para uma matéria no Jornal de Letras, de Portugal. – Entretanto, por ORDEM do referido Instituto, esta crónica nunca chegou a ser publicada e foi arquivada sumariamente! – Cá está a Crónica que foi censurada:
http://www.recantodasletras.com.br/artigos/3814553

Geolingua no wordpress – https://geolingua.wordpress.com/

Algumas entrevistas com Roberto Moreno, presidente da Fundação Geolíngua:

• Rádio Antena 3, em 5-11-12 – https://www.rtp.pt/play/p260/e98295/prova-oral
• Palestra na Academia das Ciências de Lisboa – https://www.academia.edu/4163297/A_Lingua_Portuguesa_no_Mundo_por_Roberto_Moreno
• Televisão SIC, em 1997 –

• Televisão RTP, em 2004 –

• Rádio RDP, em 20-4-2010 –

• Rádio RDP, em 19-5-2011 –

• Rádio RDP, em 27-7-2012 – https://www.youtube.com/watch?v=YnsTq2M08xo

Neli
Neli
13/12/2025 12:05

Deve permanecer como está. A questão de vocabulário não deve ser motivo de alteração, mesmo porque ,no próprio Brasil temos várias diferenças. Porém, há uma unidade, na diversidade.

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Bruno Teles

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