Estamos conseguindo gradualmente eliminar nossa participação em negócios que sangravam o caixa da Petrobras há vários anos”, diz o presidente da petroleira.
A estratégia está ajudando a Petrobras a cortar custos ao mesmo tempo em que a empresa levanta bilhões de dólares com a venda de ativos. O foco exclusivo da Petrobras na exploração de águas ultraprofundas está gerando bons resultados para o Brasil.
Com o foco de exploração na região da costa do Rio de Janeiro, a Petrobras segue com a venda de ativos: este ano a petroleira levantou US$ 8,6 bilhões com a venda da unidade de gasodutos TAG e US$ 2,3 bilhões ao se desfazer de uma participação majoritária na BR, maior distribuidora de combustíveis do país.
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Em mensagem aos investidores, o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, escreveu:
“ESTAMOS CONSEGUINDO GRADUALMENTE ELIMINAR NOSSA PARTICIPAÇÃO EM NEGÓCIOS QUE SANGRAVAM O CAIXA DA PETROBRAS HÁ VÁRIOS ANOS.”
A estratégia ajuda a estatal petrolífera a cortar custos ao mesmo tempo em que a empresa levanta bilhões de dólares com a venda de ativos.
O resultado da Petrobras, representou alta de 87% na comparação com o mesmo período de 2018.
Castello Branco disse que a empresa vai abrir o processo de venda de outras quatro refinarias no próximo mês, que se somam às quatro já à venda. Enquanto isso, a petroleira reduziu sua meta de investimentos para o ano, de US$ 16 bilhões para um intervalo entre US$ 10 bilhões e US$ 11 bilhões.
Os custos de produção mais baixos ocorrem em um momento em que o programa de desinvestimento da Petrobras torna mais difícil para a estatal cumprir as metas de crescimento, já que a empresa tem vendido campos em produção.
Com o comando da Petrobras comprometido com mais vendas de ativos, o cumprimento das metas dependerá da capacidade de conter as taxas de declínio nos campos maduros da Bacia de Campos.
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