Plataformas da Petrobras, instaladas no ES, seriam descomissionadas pela EPIC que venceu a licitação em junho, mas a empresa foi desclassificada pela petroleira
Em junho, o Click Petróleo e Gás havia informado que a EPIC tinha vencido a licitação para descomissionar as plataformas fixas de cação 1, 2 e 3 da Petrobras.
A estatal, no entanto, tomou a decisão de desclassificar a EPIC Applied Technologies, da concorrência da qual fez parte e venceu com oferta 20% abaixo do proposto pelo segundo colocado.
A licitação prevê, segundo o edital, a desmontagem e retirada de todas as estruturas, tais como, passarelas, guindastes, topsides e jaquetas das três plataformas fixas (PCA-1, 2 e 3), que estão sob a responsabilidade da UO-ES.
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O motivo da desclassificação teria sido o pedido de recuperação judicial junto à Justiça dos EUA, do grupo norte-americano EPIC Companies, da qual ela faz parte.
A EPIC Applied Technologies apresentou a proposta de US$ 30,1 milhões e venceu a concorrência da Petrobras, com a William Jacob Management ficando em segundo lugar com a oferta de US$ 37,8 milhões.
A Petrobras não confirmou oficialmente a desclassificação e nem divulgou quando começam as negociações com a segunda colocada para o desmanche das plataformas que estão instaladas no litoral de São Mateus, ao norte do estado do Espírito Santo.
A EPIC Applied Technologies tem sede em houston, nos EUA, e é um conglomerado de cinco unidades de negócios: Heavy Lift, Diving and Marine, Well Services, EOT Cutting e TSB Offshore.
A empresa atua nos mercados de descomissionamento, instalação e manutenção e, segundo o edital da Petrobras, deveria começar as operações offshore até julho de 2020.
