O novo mercado de gás vai criar vagas nos setores de siderurgia, química e infraestrutura, aponta estudo

gás - infraestrutura - vagas de emprego - química - siderurgia Trabalhadores Ecan em refinaria da Petrobras / Fonte: Reprodução – Via Google

Ecman projeta abertura de vagas a partir do novo marco regulatório do setor de gás para os setores de siderurgia, química e infraestrutura

A PL 4476/20 que se refere ao novo marco regulatório do setor de gás, foi aprovada pela Câmara dos Deputados. O aval cria oportunidades para novas empresas além de atrair mais investimentos para o Brasil, na indústria, especialmente em setores como siderurgia, química e infraestrutura. Fique por dentro, Grupo indiano compra em leilão carregamento de petróleo do campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos (RJ)

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“A aprovação era esperada há tempos como resultado de iniciativas que se iniciaram ainda no governo de Michel Temer e foram corretamente abraçadas pelo atual governo. Podemos dizer que, de imediato, o ato dá mais tranquilidade para que os investimentos que estavam em standby sejam acelerados de maneira vigorosa a partir de agora. Este setor é conhecido pelas iniciativas em fase de estudos avançados, mas dependia muito desse novo marco legal para o lançamento de novos projetos”, afirma Luciano de Carvalho, diretor executivo da Ecman.

Segundo o executivo, não só as grandes empresas, como as indústrias de pequeno e médio portes também serão beneficiadas, proporcionando maior acessibilidade ao gás, tanto pela logística e malha de distribuição, quanto pelo barateamento dos preços.

“Essa aprovação é um grande avanço para o Brasil e pode ser um divisor de águas para a tão almejada e necessária reindustrialização do país que trará um vasto potencial real de geração de empregos”, explica o diretor executivo da Ecman.

Ecman projeta aumento de investimentos e abertura de novas vagas a partir do novo marco regulatório do setor de gás

A Ecman atende diversas empresas, inclusive multinacionais, que vinham acompanhando com expectativa essa mudança para iniciarem suas operações no Brasil. Segundo Luciano de Carvalho, a construtora está preparada para disputar projetos que superam os 8 bilhões de reais. Dentre os planos, está a implantação de novas linhas de recebimento, ampliação e construção de novos terminais marítimos, bases terrestres de armazenagem e bases de compressão, além de malhas de distribuição em todo o território nacional.

“Com boa margem de assertividade, a Ecman estará liderando obras neste setor muito em breve. Certamente, em toda essa cadeia de produção, haverá forte geração de novas vagas de emprego, desde a especialização profissional mais baixa, como as medianas e mais altas”, conclui Luciano de Carvalho.

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Flavia Marinho
Engenheira de Produção pós graduada em Engenharia Elétrica e Automação. Experiente na indústria de construção naval onshore e offshore. Entre em contato para sugestão de pauta, divulgação de vagas de emprego ou proposta de publicidade em nosso portal.