SUV artesanal 100% brasileiro Mosh feito em chapa de aço combina portas elétricas e motor 4.0 e faz o público pedir o carro nas lojas
O SUV artesanal 100% brasileiro Mosh vira o grande destaque do Salão do Automóvel de 2025 por um motivo simples: ele não parece um “projeto de garagem” improvisado. Ele parece um carro de verdade, com presença, soluções criativas e acabamento pensado para impressionar de perto.
E mais do que o carro em si, o SUV artesanal 100% brasileiro carrega uma história de criação que vem de décadas. O Cristiano, criador do projeto, conta que desenha carros desde cedo e que o conceito original nasce lá em 1989, passando por atualizações para acompanhar a evolução do mercado automotivo.
História de criador, história de Brasil
O criador do Mosh explica que a paixão começa ainda criança, dentro de oficina mecânica, influenciado pelo pai. Ele cresce desenhando, enviando projetos para montadoras e alimentando o desejo de construir o próprio veículo.
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O que chama atenção é como essa trajetória conversa com a ideia do SUV artesanal 100% brasileiro: não é só um carro diferente, é um projeto que tenta resgatar a tradição de criadores nacionais, como aconteceu nas décadas de 70 e 80, só que com uma leitura atual de design e proposta.
Mosh é SUV, crossover ou “carro misto”
O Mosh é descrito como um carro misto, no meio do caminho entre SUV e crossover. A proposta é ser utilizável no cotidiano, com conforto e boa posição de dirigir, mas também permitir uma “brincadeira” no fim de semana.
Esse ponto ajuda a entender o apelo do SUV artesanal 100% brasileiro no evento: ele não tenta ser um conceito intocável. Ele se apresenta como protótipo funcional, um carro que abre portas, funciona, anda e já cria desejo de compra.
Chapa de aço estampada à mão e um nível raro de artesanato

Aqui está o coração do projeto. O criador reforça que o Mosh não é de fibra, nem de alumínio, nem uma mistura comum em muitos projetos independentes. Ele é todo feito em chapa de aço, estampado à mão, sem prensas e sem forma tradicional, com um método tratado como segredo industrial.
Esse detalhe define o Mosh como SUV artesanal 100% brasileiro de forma literal. É o tipo de construção que explica por que o carro chama tanta atenção ao vivo, principalmente quando as pessoas descobrem que não se trata de uma carroceria em fibra de vidro.
Motor 4.0, automático 4×4 e proposta de força
Na mecânica, o protótipo usa conjunto Chrysler, com seis cilindros, câmbio automático e tração 4×4. O motor é um 4.0 bicombustível, álcool e gasolina.
O próprio relato na volta mostra a sensação de força. Dá para sentir que é um carro “forte”, com resposta que entrega aquela “galopada” quando se pisa mais, dentro de um ambiente controlado, no caso um estacionamento.
Portas elétricas, estribo retrátil e detalhes que viram atração
Um dos pontos mais comentados no SUV artesanal 100% brasileiro é a solução de abertura das portas. Elas são totalmente elétricas por dentro e por fora, com camadas de segurança. Encostou o dedo e a porta abre automaticamente, sem mecanismo de puxar.
Para facilitar a entrada, o carro ainda tem estribo que recolhe, reforçando o efeito “uau” do protótipo. É o tipo de recurso que, em evento, faz fila e gera vídeo, porque é visual, diferente e fácil de demonstrar.
Visual único com funções reais e funções de estilo
O criador explica que algumas entradas de ar são estéticas, mas outras são funcionais e participam da refrigeração do motor e do ar-condicionado. Como a parte superior do conjunto do motor é fechada, há soluções para ventilação e refrigeração por cima.
Nas rodas, o protótipo aparece com aro 20, e a traseira também segue com o conjunto chamativo. Lanternas e detalhes externos são descritos como feitos de forma totalmente artesanal, sem “pegar pronto” de um doador.
Protótipo pesado hoje, mas com plano de produção mais leve

O Mosh, como protótipo, pesa 2 toneladas e 160. O criador afirma que, em linha de produção, isso tende a cair bastante, trocando chapa 16 por chapa 20, mais fina. Ele também sinaliza que, se for desejável, dá até para levar a carroceria para fibra, porque o carro já tem praticamente todas as formas definidas.
Isso sustenta a narrativa do SUV artesanal 100% brasileiro como algo em evolução: hoje ele é um protótipo robusto, mas existe intenção de industrializar com ajustes.
Interior em transição e promessa de cabine mais tecnológica
No interior, o carro exposto no salão usa peças doadoras em pontos específicos, por necessidade de apresentação, com painel e volante vindos de outros modelos. Ao mesmo tempo, o criador diz que o painel definitivo deve ser todo em toque, com um desenho muito diferente e chamativo.
O protótipo já aparece com bancos elétricos, e a pretensão é que os carros saiam cada vez mais elétricos, buscando conforto. O freio de mão é eletrônico e há comando de tração 4×4, com promessa de futuras modificações para evoluir o conjunto.
Salão 2025 e a reação do público que ninguém esperava
O momento mais forte do relato é a receptividade. O criador diz que a aceitação foi excelente, e que o público chegou a pedir muito para o carro ir ao salão. Mas o destaque real vem da reação espontânea: mulheres entrando no carro e saindo dizendo que querem um carro daquele para o dia a dia, citando ângulo de visão e altura como pontos que agradaram.
Esse tipo de reação transforma o projeto em algo além de vitrine. Quando o público pede o carro nas lojas, o protótipo vira produto em potencial, e o SUV artesanal 100% brasileiro Mosh ganha um sinal de mercado que dificilmente se ignora.
Pergunta rápida para você comentar: você compraria um SUV artesanal 100% brasileiro como o Mosh se ele chegasse às lojas, ou acha que esse tipo de projeto deve ficar só como protótipo de salão?

