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MODEC está limpando o derramamento de óleo no campo da Petrobras, o FPSO Cidade do Rio de Janeiro está estável

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Escrito por Paulo Nogueira Publicado em 29/08/2019 às 07:53 Atualizado em 29/08/2019 às 08:06

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Modec macha Petrobras óleo FPSO derramamento
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A MODEC, operadora japonesa de FPSO, está trabalhando para limpar e dispersar o óleo restante após um derramamento de óleo no campo de Espadarte, operado pela Petrobras, no exterior da costa do Brasil na sexta-feira passada

Operado pela Modec e atendendo a Petrobras desde 2007, o FPSO Cidade do Rio de Janeiro encerrou seu ciclo de produção em julho de 2018 e está em processo de desmobilização desde então.

Na última sexta-feira, 23 de agosto, o MODEC informou à Petrobras que, após inspeção nos tanques externos, foram identificadas rachaduras no casco do FPSO Cidade do Rio de Janeiro, no campo de Espadarte, na Bacia de Campos, a 130 km da costa do Brasil.

No fim de semana anterior, vazaram 1,2 metro cúbico de óleo residual da unidade, que foi identificada e recuperada.

Na terça-feira, 27 de agosto, o MODEC informou que o navio FPSO Cidade do Rio de Janeiro estava estável e em condições normais de calado e inclinação na Bacia do Campos. Alguns de nossos seguidores, que estão na operação, informaram que a limpeza interna dos tanques já foi executada com sucesso.

Um sobrevôo realizado na terça-feira observou uma redução significativa da mancha de óleo, e a mancha tinha aproximadamente 0,4 m³ de tamanho.

Na quarta-feira, 28 de agosto, o MODEC disse que uma equipe de resgate havia embarcado no FPSO Cidade do Rio de Janeiro para avaliar as condições da embarcação e determinar a melhor estratégia para concluir o descomissionamento e a remoção da plataforma.

Ressaltando que operações de descomissionamento vão gerar cerca de 50 mil empregos nos próximos 5 anos, leiam mais a respeito aqui e fiquem atentos à oportunidades deste mercado.

A partir dessa avaliação, o MODEC e a Petrobras poderão definir a melhor estratégia para descomissionar e remover a unidade do FPSO.

O dano ao casco da embarcação progrediu, mas permanece confinado a um único tanque, que é um cenário estável, de acordo com o operador do FPSO. As condições de calado e inclinação permanecem estáveis, acrescentou a empresa.

Uma observação aérea realizada no local concluiu que o brilho do óleo permanece o mesmo. Os navios de apoio estão trabalhando para limpar e dispersar o produto restante.

Fonte: MODEC

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Paulo Nogueira

Técnico em Elétrica desde 2008, formado pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), antigo CEFET, uma das mais tradicionais instituições de ensino técnico do Brasil. Atuou por diversos anos nas áreas de petróleo e gás offshore, energia e construção, experiência que hoje aplica na produção de conteúdo especializado sobre o setor energético. Com mais de 8 mil publicações em revistas e portais online, dedica-se à cobertura do mercado de trabalho, petróleo e gás, energia, economia, renováveis e empreendedorismo. Para dúvidas, sugestões ou correções, entre em contato pelo e-mail paulohsnogueira@gmail.com. Este canal não recebe currículos.

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