MODEC está limpando o derramamento de óleo no campo da Petrobras, o FPSO Cidade do Rio de Janeiro está estável

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A MODEC, operadora japonesa de FPSO, está trabalhando para limpar e dispersar o óleo restante após um derramamento de óleo no campo de Espadarte, operado pela Petrobras, no exterior da costa do Brasil na sexta-feira passada

Operado pela Modec e atendendo a Petrobras desde 2007, o FPSO Cidade do Rio de Janeiro encerrou seu ciclo de produção em julho de 2018 e está em processo de desmobilização desde então.

Na última sexta-feira, 23 de agosto, o MODEC informou à Petrobras que, após inspeção nos tanques externos, foram identificadas rachaduras no casco do FPSO Cidade do Rio de Janeiro, no campo de Espadarte, na Bacia de Campos, a 130 km da costa do Brasil.

No fim de semana anterior, vazaram 1,2 metro cúbico de óleo residual da unidade, que foi identificada e recuperada.

Na terça-feira, 27 de agosto, o MODEC informou que o navio FPSO Cidade do Rio de Janeiro estava estável e em condições normais de calado e inclinação na Bacia do Campos. Alguns de nossos seguidores, que estão na operação, informaram que a limpeza interna dos tanques já foi executada com sucesso.

Um sobrevôo realizado na terça-feira observou uma redução significativa da mancha de óleo, e a mancha tinha aproximadamente 0,4 m³ de tamanho.

Na quarta-feira, 28 de agosto, o MODEC disse que uma equipe de resgate havia embarcado no FPSO Cidade do Rio de Janeiro para avaliar as condições da embarcação e determinar a melhor estratégia para concluir o descomissionamento e a remoção da plataforma.

Ressaltando que operações de descomissionamento vão gerar cerca de 50 mil empregos nos próximos 5 anos, leiam mais a respeito aqui e fiquem atentos à oportunidades deste mercado.

A partir dessa avaliação, o MODEC e a Petrobras poderão definir a melhor estratégia para descomissionar e remover a unidade do FPSO.

O dano ao casco da embarcação progrediu, mas permanece confinado a um único tanque, que é um cenário estável, de acordo com o operador do FPSO. As condições de calado e inclinação permanecem estáveis, acrescentou a empresa.

Uma observação aérea realizada no local concluiu que o brilho do óleo permanece o mesmo. Os navios de apoio estão trabalhando para limpar e dispersar o produto restante.

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Fonte: MODEC

Paulo Nogueira

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Formado em Eletrotécnica e entusiasta do setor de tecnologia, com experiência no setor O&G em empresas nacionais e internacionais.