Curiosidade por máquinas, coleção de motores antigos e atuação nas redes ajudam a explicar como Felipe Gartz Demo, de Jaraguá do Sul, transformou uma paixão de infância em trajetória profissional ligada à engenharia, à indústria e à divulgação de tecnologia.
Felipe Gartz Demo, de 22 anos, transformou a curiosidade por motores elétricos, iniciada ainda na infância em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, em uma trajetória ligada à Engenharia Elétrica, ao estágio na WEG e à produção de conteúdo técnico nas redes sociais.
Segundo reportagem do ND Mais publicada em 10 de junho de 2026, Felipe cursa Engenharia Elétrica, estagia na WEG e reúne milhares de seguidores ao transformar conceitos técnicos em conteúdos acessíveis sobre o universo da engenharia.
A atuação também foi registrada pelo OCP News, que informou que o jovem produz conteúdos voltados ao funcionamento de motores e equipamentos industriais, com explicações sobre conceitos técnicos em linguagem mais acessível ao público.
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O caso passou a circular em portais de Santa Catarina por reunir formação técnica, interesse por máquinas desde a infância, presença digital e vínculo profissional com uma companhia sediada na própria cidade onde Felipe cresceu.
Interesse por motores elétricos começou na infância
O interesse de Felipe por equipamentos mecânicos começou ainda quando ele era criança, segundo reportagens do ND Mais e do OCP News, que relatam a relação dele com motores elétricos e máquinas desde os primeiros anos.
De acordo com o OCP News, o fascínio pelo tema levou Felipe a frequentar ambientes ligados à indústria e a aprofundar os conhecimentos ainda na infância, antes de seguir uma formação voltada à eletromecânica.
O Jornal do Vale do Itapocu informou que, enquanto outras crianças se interessavam por carrinhos e videogames, Felipe costumava observar hidrômetros girando e motores em funcionamento.
Com o avanço dos estudos, a curiosidade passou a orientar escolhas de formação e carreira, incluindo o curso técnico em Eletromecânica pelo Senai e o ingresso posterior em Engenharia Elétrica.
Formação técnica e estágio na WEG
Formado em Eletromecânica pelo Senai, Felipe cursa Engenharia Elétrica e atua em estágio ligado ao desenvolvimento de motores na WEG, segundo informações publicadas pelo ND Mais e pelo OCP News.
A formação em Eletromecânica aparece como parte central da trajetória relatada pelos portais, porque conecta o interesse inicial por máquinas ao estudo de áreas relacionadas a elétrica, mecânica e funcionamento de equipamentos.
Nas redes sociais, Felipe passou a produzir vídeos sobre funcionamento de equipamentos, diferenças entre modelos de motores e curiosidades técnicas, conforme descrição publicada pelo ND Mais.
O OCP News também informou que os conteúdos tratam de motores e equipamentos industriais, com abordagem voltada a tornar conceitos técnicos mais compreensíveis para quem acompanha tecnologia e engenharia.
Redes sociais e conteúdo sobre tecnologia industrial
Nas redes sociais, Felipe usa o perfil Master do Motor para publicar conteúdos ligados ao universo dos motores elétricos, conforme informações citadas em reportagens sobre sua trajetória.
O Jornal do Vale do Itapocu informou que a comunidade digital de Felipe reúne mais de 28 mil seguidores interessados em motores elétricos, dado que especifica o alcance antes descrito de forma genérica como “milhares de seguidores”.
Em entrevista ao JDV, Felipe afirmou que nunca procurou seguir tendências de vídeos rápidos e superficiais apenas para ganhar visualizações e que seu objetivo sempre foi produzir materiais para quem trabalha na área ou deseja aprender.
A reportagem também registrou que a linguagem usada nos vídeos segue o que Felipe chama de “linguagem de oficina”, com exemplos práticos para explicar temas técnicos.
Acervo reúne motores e bombas de diferentes épocas
Além da atuação nas redes e do estágio, Felipe mantém uma coleção técnica formada por motores elétricos, bombas, catálogos, manuais e materiais impressos de fabricantes nacionais e internacionais.
Segundo o Jornal do Vale do Itapocu, o acervo reúne mais de 200 motores elétricos e bombas fabricados entre 1922 e 2026, com equipamentos de diferentes épocas e fabricantes.
A mesma reportagem informa que a coleção inclui marcas como GE, Westinghouse, Kohlbach, Eberle, WEG, Hercules, Siemens, Nova, Mercosul, Voges, Mebsa e Thorq3.
Ainda de acordo com o JDV, os catálogos, manuais técnicos e materiais impressos preservados por Felipe servem como fonte de consulta para estudos, produção de conteúdo e pesquisas sobre a evolução dos motores elétricos.
Relação com fundador da WEG ganhou repercussão
A história de Felipe também ganhou repercussão depois que ele publicou uma homenagem a Werner Ricardo Voigt, um dos fundadores da WEG, falecido em 2016, segundo reportagem do ND Mais.
No relato publicado nas redes sociais e reproduzido pelo portal, Felipe afirmou que, mesmo quando ainda era menino e descobria aos poucos o que era um motor elétrico, compartilhava com Werner a mesma paixão pelo tema.
Felipe também declarou que Werner ensinou valores ligados ao trabalho, ao questionamento, à inovação, à humildade e ao amor pela profissão, em mensagem reproduzida pelo ND Mais.
A homenagem foi publicada no início de junho de 2026, quando Felipe relembrou os dez anos da morte de Werner Voigt e descreveu a convivência com o fundador como parte de sua trajetória pessoal e profissional.
WEG dá contexto à trajetória de Felipe
A WEG informa em sua página institucional que foi fundada em 16 de setembro de 1961, em Jaraguá do Sul, inicialmente como Eletromotores Jaraguá.
A empresa afirma que nasceu da união das habilidades de Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus, e que o nome WEG passou a ser usado em alusão às iniciais dos fundadores.
Segundo a companhia, a produção inicial era voltada a motores elétricos, mas as atividades foram ampliadas a partir da década de 1980 para componentes eletroeletrônicos, automação industrial, transformadores, tintas e sistemas elétricos industriais completos.
Nesse contexto, a trajetória de Felipe reúne dados confirmados por reportagens locais e informações institucionais: interesse por motores desde a infância, formação em Eletromecânica, curso de Engenharia Elétrica, estágio na WEG, atuação digital e coleção técnica ligada à história dos motores elétricos.

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