Missão Artemis II marca retorno humano ao entorno lunar após mais de cinco décadas, com foguete gigante, cápsula testada em espaço profundo e tripulação internacional, em voo estratégico da NASA que antecede futuras missões de pouso na Lua.
A NASA planeja para 2026 a missão Artemis II, que levará astronautas novamente ao entorno da Lua após mais de meio século sem voos humanos além da órbita baixa da Terra.
O voo marcará o retorno da presença humana à vizinhança lunar desde a missão Apollo 17, encerrada em 1972, e terá duração aproximada de 10 dias.
O lançamento será realizado a partir da Flórida e utilizará o foguete Space Launch System (SLS) em conjunto com a cápsula Orion, desenvolvidos para missões de espaço profundo.
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As informações e análises sobre o estágio do programa foram apresentadas pelo divulgador científico Sergio Sacani, no canal Space Today, no YouTube, ao comentar publicamente o andamento do projeto lunar da agência norte-americana.
Segundo o planejamento oficial mais recente da NASA, a Artemis II está prevista para algum momento de 2026, com a data final condicionada à conclusão de testes e revisões técnicas em andamento.
Embora circulem estimativas mais específicas em conteúdos de divulgação e análises independentes, a agência adota uma postura conservadora e mantém o cronograma atrelado à prontidão total dos sistemas.
Retorno humano ao entorno lunar após mais de cinco décadas
Diferentemente das missões Apollo, a Artemis II não prevê pouso na superfície lunar.
O voo será o primeiro tripulado do programa Artemis e também a primeira missão com humanos a deixar a órbita baixa da Terra desde o fim da era Apollo.
Nesse perfil operacional, a cápsula Orion seguirá uma trajetória de retorno livre, contornando a Lua e regressando diretamente à Terra, sem manobras de inserção em órbita lunar.

Conforme explicado por Sergio Sacani em seu canal, o objetivo central da missão é validar, com astronautas a bordo, todos os sistemas críticos da nave em ambiente de espaço profundo.
Entre os pontos avaliados estão suporte de vida, comunicações, navegação, controle térmico, procedimentos operacionais e desempenho geral da cápsula.
A reentrada em alta velocidade na atmosfera terrestre, uma das fases mais sensíveis da missão, também será monitorada de forma detalhada.
Tripulação da Artemis II reúne astronautas dos EUA e do Canadá
A tripulação da Artemis II será composta por Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, conforme anúncio oficial da NASA.
Wiseman atuará como comandante da missão, enquanto Glover será o piloto responsável pelas principais manobras da nave.
Koch e Hansen completarão a equipe como especialistas de missão, participando das operações e dos testes planejados ao longo do voo.
Hansen, astronauta canadense, representa a cooperação internacional do programa Artemis e será o primeiro cidadão do Canadá a viajar até a Lua.
No conteúdo original que deu origem a esta matéria, os nomes aparecem de forma informal ou com grafias imprecisas, algo comum em transmissões ao vivo e comentários espontâneos.
Ainda assim, a composição da tripulação está correta e foi confirmada oficialmente pela agência espacial norte-americana.
Foguete SLS e o impacto visual do lançamento
Para colocar a missão em voo, a NASA utilizará o SLS na configuração Block 1, a mesma empregada na missão Artemis I, realizada sem tripulação em 2022.
O foguete conta com um estágio central equipado com quatro motores RS-25, além de dois grandes propulsores laterais de combustível sólido, herdados do programa do ônibus espacial.
Durante sua análise, Sergio Sacani chamou atenção para o impacto visual desse tipo de lançamento.
Segundo ele, o uso de boosters de combustível sólido “cria aquela torre de fumaça gigantesca”, um efeito característico desse sistema de propulsão.
Esse fenômeno costuma marcar visualmente as decolagens e impressionar tanto quem acompanha presencialmente quanto o público que assiste às transmissões oficiais.
A NASA descreve o SLS como o foguete mais poderoso já desenvolvido pela agência, projetado para missões além da órbita terrestre.
Comparações com outros veículos de grande porte variam conforme critérios técnicos e estágio de desenvolvimento, mas o SLS figura entre os maiores foguetes operacionais da atualidade.
Peso do SLS e correção de informação técnica
O título original menciona que o SLS ultrapassa 4.000 toneladas, informação que não encontra respaldo direto nas especificações técnicas oficiais da NASA.
De acordo com os dados públicos da agência, o SLS Block 1 pesa cerca de 5,75 milhões de libras totalmente abastecido, o equivalente a aproximadamente 2,6 mil toneladas métricas.
Não há confirmação, nos documentos técnicos disponíveis, de uma massa superior a 4 mil toneladas para essa configuração do foguete.
O que se pode afirmar com segurança é que se trata de um veículo de grande porte, projetado para gerar alto empuxo e transportar cargas e tripulações em missões de espaço profundo.
Cápsula Orion e missão de aproximadamente 10 dias
Elemento central da missão, a cápsula Orion foi desenvolvida para levar astronautas além da órbita baixa da Terra e suportar longos períodos em espaço profundo.
A nave é projetada para operar em ambientes de radiação intensa e enfrentar velocidades extremas durante a reentrada atmosférica.
Na missão Artemis I, a Orion completou um voo não tripulado ao redor da Lua, fornecendo dados considerados essenciais para ajustes de engenharia e validação dos sistemas.
A duração estimada de cerca de 10 dias, mencionada por Sergio Sacani, está alinhada com o perfil divulgado oficialmente pela NASA.
Durante esse período, a tripulação realizará testes operacionais, avaliações de desempenho e atividades de verificação que servirão de base para as missões seguintes do programa Artemis.
Cronograma da missão e estágio de preparação
No vídeo citado, há menção de que o foguete estaria pronto para ser levado à plataforma de lançamento, além de referências a um lançamento próximo.
Até o momento, porém, não há confirmação oficial pública que detalhe o estágio exato de integração do SLS e da Orion no momento descrito.
O que a NASA informa de forma consistente é que a missão passou por revisões técnicas e ajustes de cronograma ao longo dos últimos meses.
Essas mudanças refletem a complexidade do projeto e a prioridade dada à confiabilidade dos sistemas, especialmente por se tratar do primeiro voo tripulado do programa Artemis.
Mais de meio século após a última missão Apollo, o retorno humano ao entorno da Lua recoloca uma questão central no debate sobre exploração espacial.
Esse voo será apenas um marco simbólico ou o início concreto de uma presença humana sustentável além da órbita da Terra?


Es importante la información de los trabajos y esfuerzos de ciertas empresas o instituciones para lograr avances a nivel espacial. Reconocemos el liderazgo de SpaceX p q somos sus auditores al permitirnos ver cada lanzamiento a través de sus videos. Seguimos con agrado cada lanzamiento q permite observar los trabajos para obtener cohetes confiables, con calidad y cuido científico para poder alcanzar la vida multiplanetaria. Confiamos y creemos en Elon Musk su inteligencia, capacidad, perseverancia para lograr este ambicioso, importante y magestuoso proyecto q nos permita buscar condiciones de vida ante cualquier amenaza de extinción del hombre en nuestro planeta. Q Dios derrame abundantes bendiciones hasta q sobreabunden para permitir lograr este objetivo q va en beneficio de la humanidad en el nombre poderoso de Jesús amén
E nós aqui, com a Base Alcântara produzindo fiasco em cima de fiasco, pior ainda o ministro no NINE dizendo que foi promissor SÓ PARA A CABEÇA DESSE **** TONTO do PT