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Homem adota a “assassina de vacas”, o inseto com a picada mais dolorosa do mundo, deixa o animal andar em seu braço por um minuto e transforma um predador extremo em pet doméstico

Escrito por Bruno Teles
Publicado em 10/01/2026 às 16:03
Assista o vídeoRelato do inseto com a picada mais dolorosa do mundo: a assassina de vacas, formiga veludo, ganha terrário e vai ao braço por 60 segundos, com foco em contenção e risco.
Relato do inseto com a picada mais dolorosa do mundo: a assassina de vacas, formiga veludo, ganha terrário e vai ao braço por 60 segundos, com foco em contenção e risco.
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Após ver Coyote Peterson reagir à ferroada de uma formiga veludo, criador decide tratar o inseto com a picada mais dolorosa do mundo como pet, constrói um terrário de deserto com pedras, areia e carvão, testa gel de néctar, apresenta à mãe e registra 1 minuto de contato no braço.

O caso começa com um vídeo viral: Coyote Peterson se deixa picar por uma formiga veludo apelidada de “assassina de vacas”. A gravação vira referência de dor e, a partir dela, um criador decide comprar o inseto com a picada mais dolorosa do mundo como pet e documentar cada etapa, do terrário ao contato no braço.

Antes da chegada do animal, ele transforma a própria ideia em um teste doméstico de controle e risco. O plano inclui montar um terrário inspirado no deserto, garantir que a tampa impeça fuga e, ao final, deixar a formiga veludo caminhar por 60 segundos sobre o braço, sem movimentos bruscos e sem tentar “forçar amizade” no susto.

O vídeo viral e a origem do nome “assassina de vacas”

Relato do inseto com a picada mais dolorosa do mundo: a assassina de vacas, formiga veludo, ganha terrário e vai ao braço por 60 segundos, com foco em contenção e risco.

A cena que dispara a história é direta: Coyote Peterson recebe a ferroada e reage de forma intensa, apontando a formiga veludo como uma das experiências mais dolorosas vistas ali.

No relato, o apelido “assassina de vacas” aparece como explicação popular para a força da picada, descrita como capaz de “matar uma vaca”.

O próprio criador trata a frase como exagero e separa o mito do risco real.

Ele mantém o foco no que pode ser observado: o inseto com a picada mais dolorosa do mundo provoca medo suficiente para exigir planejamento, distância e controle do ambiente, mesmo quando vira pet.

Compra como pet e preparo para evitar fuga

Relato do inseto com a picada mais dolorosa do mundo: a assassina de vacas, formiga veludo, ganha terrário e vai ao braço por 60 segundos, com foco em contenção e risco.

A decisão nasce ao encontrar um site que vende a “assassina de vacas” como pet.

A compra é imediata e vem acompanhada de uma preocupação repetida: se a formiga veludo fugir, o problema se torna grande.

Por isso, ele evita colocar o animal direto no terrário antes de finalizar a tampa.

Quando a entrega atrasa, o pacote chega com um detalhe estranho: a caixa traz a indicação “peixe vivo”, apesar de levar o inseto com a picada mais dolorosa do mundo dentro.

O criador abre com cuidado, usa pinça e só então revela a formiga veludo sob papel toalha, confirmando que o procedimento é de contenção, não de “manuseio casual”.

Terrário de deserto: pedras caras, areia especial e carvão

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Vídeo do YouTube

A estrutura do terrário começa com pedras empilhadas para lembrar um canyon.

Ele diz que escolheu esse material por parecer realista, mas registra o impacto no bolso e descreve as pedras como “caríssimas”, sem detalhar valores.

Na sequência, ele adiciona água em um recipiente dentro do tanque e mistura uma areia especial com a mão.

Em cerca de um minuto, o material vira uma argila moldável, descrita como uma bolinha que “parece cocô”.

A argila é aplicada entre as pedras como cola, criando uma base firme para o terrário.

O chão recebe uma camada de pedra preta, apresentada como recurso para absorver umidade extra e reduzir o risco de mofo.

Por cima, ele mistura areia com um pouco de solo para formar um substrato mais nutritivo, argumentando que isso ajudaria plantas e cactos a crescerem melhor.

A última camada é de areia fina, para que o terrário pareça um deserto de verdade.

Decoração e plantas: madeira, suculentas e cactos

Com o cenário pronto, ele espalha “madeiras de aranha” pelo terrário e usa parte delas como pequenas pontes entre os “canions”, por onde a formiga veludo poderia passar.

Depois adiciona galhos mais longos como elemento visual e inclui troncos chamados “madeira de thoia”, valorizados pelos buracos que permitem esconderijo e possível toca.

A decoração inclui um escorpião, mas apenas de plástico, escolhido para reforçar o visual do deserto.

Para as plantas, ele vai ao Home Depot e encontra a área externa vazia, atribuindo isso ao inverno e à transferência das plantas para dentro.

Ele compra suculentas e cactos, relata que gastou 20 mangos e planta sacudindo a terra, enterrando só as raízes.

Insetos auxiliares e teste com larvas

O criador inclui colêmbolos no terrário e mostra milhares de pontos brancos em movimento, que ele descreve como minúsculos e “assustadores”.

A função é clara: quando ele borrifar água nas plantas, os colêmbolos ajudariam a consumir mofo que possa surgir com a umidade.

Para testar interação, ele adiciona larvas de tenébrio ao terrário e declara curiosidade sobre uma possível picada.

Mais tarde, ao colocar uma larva perto da “assassina de vacas”, a formiga veludo sobe sobre ela e não demonstra interesse, voltando a procurar resíduos de alimento no solo.

Alimentação com gel e o comportamento em 20 minutos

Ao pesquisar, ele encontra a indicação de que a formiga veludo pode comer néctar, larvas e insetos adultos.

A primeira tentativa é um gel para insetos, descrito como o mesmo que ele usa para alimentar grilos e como um substituto de néctar.

O criador posiciona o gel em frente ao animal e registra que, em cerca de um minuto, ela sente o cheiro e vai direto.

A formiga veludo permanece parada e parece se alimentar por aproximadamente 20 minutos.

Depois disso, ele retira o gel para evitar excesso, mantendo o terrário como o centro de observação do inseto com a picada mais dolorosa do mundo.

Um minuto no braço e o controle de movimentos

À noite, ele chama a mãe para filmar e mostra o animal dentro de um recipiente pequeno, descrevendo novamente a “assassina de vacas” como o inseto com a picada mais dolorosa do mundo.

A mãe reage com espanto ao ouvir que a picada “mataria uma vaca”, e ele repete que o ponto comprovável é a dor.

Para transferir o animal, ele usa pinças e diz que pega pelo abdômen, considerado resistente, quase como um esqueleto.

O método busca evitar machucar a formiga veludo e, ao mesmo tempo, reduzir o risco de uma ferroada.

O inseto desce do recipiente e dá o primeiro passo no braço.

O criador mantém o corpo imóvel, afirma não querer irritar a formiga veludo e observa o ferrão rastejando, admitindo que poderia ser picado “acidentalmente”.

Ele precisa cumprir a meta de 60 segundos, conversa para se distrair e descreve o coração a 200 batidas por segundo.

Quando o cronômetro marca 60 segundos, ele tenta conduzir a “assassina de vacas” de volta ao recipiente, mas a formiga veludo contorna a borda, cai na mesa e só então é recolocada.

O resultado é anticlimático: não houve picada e o criador batiza o pet de “Assassina”.

Ainda no fechamento do vídeo, ele sugere que poderia aceitar ser picado em outra gravação caso o conteúdo gere um salto de inscritos, citando a meta de 100.000 novos seguidores como gatilho para repetir o risco.

O que o episódio expõe sobre risco doméstico

O relato revela uma contradição: transformar o inseto com a picada mais dolorosa do mundo em pet depende de repetição de controles simples, mas rígidos.

Tampa bem ajustada, manipulação com pinça, contato limitado no braço e observação constante são tratados como barreiras mínimas.

Também fica evidente que o terrário vira mais do que cenário.

Ele funciona como contenção e como laboratório, onde a “assassina de vacas”, a formiga veludo, o gel e as larvas são colocados para medir reação.

Mesmo sem picada, o medo dirige cada decisão.

Entre montagem de terrário, alimentação com gel e um minuto no braço, a história mostra que a domesticação aqui é mais sobre contenção do que sobre afeto: a “assassina de vacas” segue sendo um risco calculado dentro de casa.

No seu cenário, você manteria em casa um inseto com a picada mais dolorosa do mundo andando no braço por 60 segundos?

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Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

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