1. Início
  2. Curiosidades
  3. Funcionária de 72 anos participa durante nove anos do bolão do trabalho, falta justamente no dia em que os colegas ganham US$ 16 milhões, afirma que outro empregado adiantou seu US$ 1, devolve o valor e recorre à Justiça quando o grupo se recusa a dividir o prêmio
1 comentário 5 min de leitura

Funcionária de 72 anos participa durante nove anos do bolão do trabalho, falta justamente no dia em que os colegas ganham US$ 16 milhões, afirma que outro empregado adiantou seu US$ 1, devolve o valor e recorre à Justiça quando o grupo se recusa a dividir o prêmio

Imagem de perfil do autor Maria Heloisa Barbosa Borges
Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges Publicado em 01/09/2026 às 17:12 Atualizado em 01/09/2026 às 17:13
Jeanette French, de 72 anos, participou por nove anos de bolão no trabalho, alegou que um colega adiantou seu US$ 1 na aposta de US$ 16 milhões e recorreu à Justiça após ser excluída da divisão.
Jeanette French, de 72 anos, participou por nove anos de bolão no trabalho, alegou que um colega adiantou seu US$ 1 na aposta de US$ 16 milhões e recorreu à Justiça após ser excluída da divisão.
  • Reação
1 pessoa reagiu a isso.
Reagir ao artigo
Prefira o CPG no Google

Jeanette French, de 72 anos, participava havia nove anos de um bolão entre colegas na Flórida quando o grupo ganhou US$ 16 milhões sem ela presente. Seu advogado afirma que outro funcionário adiantou seu US$ 1, valor devolvido, mas os colegas recusaram dividir o prêmio e ela processou o grupo.

Jeanette French, de 72 anos, participava havia nove anos de um bolão semanal formado por funcionários do Hacienda Hills Country Club, em Villages, na Flórida. No dia em que o grupo acertou a loteria e ganhou US$ 16 milhões, ela não estava na loja de golfe onde os colegas trabalhavam e acabou excluída da divisão do prêmio.

As informações foram publicadas pela ABC News em 27 de dezembro de 2010, em reportagem de Olivia Katrandjian. Segundo o advogado de French, Tom Culmo, outro funcionário havia se comprometido a colocar o US$ 1 correspondente à participação dela naquela semana, como colegas já faziam em outras ocasiões.

Jeanette participava do bolão havia nove anos

O grupo mantinha uma rotina semanal de apostas.

Durante nove anos, Jeanette contribuía com US$ 1 por semana para que os funcionários reunissem o dinheiro e comprassem bilhetes da loteria da Flórida.

Colegas costumavam adiantar US$ 1 uns para os outros

Jeanette French, de 72 anos, participou por nove anos de bolão no trabalho, alegou que um colega adiantou seu US$ 1 na aposta de US$ 16 milhões e recorreu à Justiça após ser excluída da divisão.
Jeanette French, de 72 anos, participou por nove anos de bolão no trabalho, alegou que um colega adiantou seu US$ 1 na aposta de US$ 16 milhões e recorreu à Justiça após ser excluída da divisão.

A ausência de um integrante não significava necessariamente ficar fora da aposta.

Tom Culmo afirmou à ABC News que, em ocasiões anteriores, quando alguém não podia entregar o dólar naquele momento, outro colega adiantava o valor.

Segundo o advogado, esse mesmo costume teria sido aplicado a Jeanette na semana do prêmio.

Outro funcionário teria colocado o dólar de Jeanette

Culmo afirmou que sua cliente havia conversado com um dos colegas antes da aposta.

Segundo ele, o funcionário disse que colocaria US$ 1 por Jeanette, garantindo a participação dela no grupo daquela semana.

Essa versão se tornou central na disputa posterior.

Grupo ganhou US$ 16 milhões sem Jeanette estar presente

Jeanette não estava na loja de golfe quando os colegas descobriram que o bolão havia acertado o prêmio máximo.

A aposta vencedora rendeu US$ 16 milhões na loteria da Flórida.

Jeanette devolveu o dólar na manhã de quinta-feira

Segundo o advogado, Jeanette devolveu posteriormente o dinheiro que havia sido adiantado.

Ela teria entregue o US$ 1 na manhã de quinta-feira e recebido o bilhete para verificar se a aposta havia sido premiada.

Bilhete foi devolvido depois da conferência

Jeanette French, de 72 anos, participou por nove anos de bolão no trabalho, alegou que um colega adiantou seu US$ 1 na aposta de US$ 16 milhões e recorreu à Justiça após ser excluída da divisão.
Jeanette French, de 72 anos, participou por nove anos de bolão no trabalho, alegou que um colega adiantou seu US$ 1 na aposta de US$ 16 milhões e recorreu à Justiça após ser excluída da divisão.

Após perceber que o grupo tinha ganhado, Jeanette devolveu o bilhete.

Culmo afirmou que ela não imaginava que entregar novamente o comprovante significaria deixar de ser considerada integrante do bolão naquela aposta.

Colegas recusaram dividir o prêmio com ela

O conflito surgiu quando os demais integrantes afirmaram que Jeanette não teria direito a parte do dinheiro.

Segundo a versão apresentada pelo grupo, ela não havia contribuído para o valor total usado na aposta vencedora.

Jeanette discordou e decidiu recorrer à Justiça.

Advogado pediu bloqueio emergencial do prêmio

A primeira medida judicial buscou impedir que todo o valor fosse distribuído antes da solução da disputa.

Culmo afirmou que apresentou um pedido de liminar de emergência para bloquear o pagamento dos US$ 16 milhões.

Tribunal concedeu a liminar

A Justiça aceitou inicialmente o pedido feito pela defesa de Jeanette.

Com a liminar, a distribuição do prêmio ficou condicionada ao andamento da disputa entre a funcionária e os demais integrantes do grupo.

Sete vencedores contrataram advogado

Na sequência, os outros integrantes do bolão passaram a atuar formalmente no processo.

Segundo Culmo, os sete vencedores restantes contrataram um advogado e iniciaram negociações sobre como parte do dinheiro poderia ser liberada enquanto o caso continuava.

Acordo permitiu liberar 1/8 para cada vencedor

As partes chegaram a um acordo provisório para que os integrantes não precisassem esperar o fim de todo o processo para receber parte do prêmio.

Culmo informou que cada um dos demais vencedores poderia receber 1/8 do valor.

Parte do dinheiro ficou retida em conta fiduciária

A quantia disputada por Jeanette não seria imediatamente entregue a nenhum dos lados.

Segundo o advogado, 8% restantes permaneceriam em uma conta fiduciária até que houvesse uma solução entre as partes ou uma decisão judicial determinando quem deveria receber o dinheiro.

Processo passou a discutir se o dólar adiantado garantia participação

O ponto central deixou de ser apenas quem entregou fisicamente o dinheiro antes da aposta.

A defesa de Jeanette sustentava que havia uma prática anterior entre os funcionários de adiantar valores uns para os outros e que um colega havia feito exatamente isso por ela naquela semana.

O grupo, por outro lado, recusou a divisão alegando que ela não havia contribuído para o montante usado na compra dos bilhetes.

Disputa ficou sem solução definitiva na época da reportagem

Quando a ABC News publicou o caso, a questão ainda não havia sido definitivamente resolvida.

Parte do prêmio foi liberada aos demais integrantes conforme o acordo alcançado, enquanto o valor reservado permaneceu em conta fiduciária à espera de uma solução ou determinação judicial.

Na sua opinião, se um bolão tem o costume de adiantar a contribuição de colegas ausentes, Jeanette deveria ser considerada participante da aposta vencedora mesmo sem ter entregue pessoalmente o US$ 1 antes do sorteio? Deixe sua opinião nos comentários.

Inscreva-se
Notificar de
guest
1 Comentário
Mais recente
Mais antigos Mais votado
Jucelena Nascimento
Jucelena Nascimento
01/09/2026 17:36

Jantei, tem direito simmm
.

Maria Heloisa Barbosa Borges

Falo sobre construção, mineração, minas brasileiras, petróleo e grandes projetos ferroviários e de engenharia civil. Diariamente escrevo sobre curiosidades do mercado brasileiro.

Compartilhar em aplicativos
Baixar aplicativo
1
0
Adoraríamos sua opnião sobre esse assunto, comente!x