Uma equipe já está a caminho para desencorar a unidade FPSO Cidade do Rio de Janeiro operada pela Modec e afretada pela Petrobras
Segundo o Sindicato e a grande mídia, há pouco a informação de que o navio FPSO Cidade do Rio de Janeiro, na Bacia de Campos, está adernando e corre o risco de afundamento, apesar da Petrobras não confirmar este fato oficialmente. Cerca de 100 trabalhadores foram retirados da embarcação, que é operada pela empresa Modec, em regime de afretamento pela Petrobrás.
No último dia 23, às 13h30, foi identificado um rasgo no casco do navio, a cerca de um metro de profundidade, o que provocou o aumento do volume de água nos tanques. Um primeiro grupo de trabalhadores foi, então desembarcado. Hoje, com o aumento do rasgo, o restante foi evacuado.
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O sindicato acompanha o caso junto à Petrobrás. A empresa afirma que a embarcação encontra-se em “equilíbrio estático” e que uma equipe especializada será mobilizada para fazer a desancoragem e rebocá-la para o estaleiro.
O FPSO Rio de Janeiro é um navio contratado pela Petrobrás e operado pela Modec do Brasil. A embarcação está com a produção interrompida desde julho de 2018 para processo de descomissionamento (desativação da unidade) no campo de Spadarte. Fonte: Sindietro NF
Segundo o Ibama, Petrobras esconde vazamento de petróleo no Espírito Santo e Rio de Janeiro
Segundo o Ibama, houve falhas na contenção de danos provocados por dois vazamentos de petróleo no mar neste ano, envolvendo duas plataformas da Petrobras.
Um dos vazamento ocorreu em fevereiro na plataforma P-58, a 85 quilômetros da costa do Espírito Santo e o outro aconteceu na plataforma P-53, localizada em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. Nesta semana houve rumores que a estatal seria privativada, o governo desmentiu o mal entendido e afirmou que não há intenção de privatizar a companhia.
