Desafio federal dos Estados Unidos busca tecnologia inovadora, eficiente e escalável para impedir que mexilhões quagga, zebra e dourado peguem carona em embarcações, se espalhem rapidamente entre rios, lagos e reservatórios, comprometam sistemas de abastecimento de água, afetem usinas hidrelétricas, pressionem infraestruturas críticas e ampliem prejuízos bilionários anuais já registrados no país
O governo dos Estados Unidos lançou um desafio com prêmio de até US$ 200 mil, cerca de R$ 998 mil, para conter a disseminação de mexilhões invasores que ameaçam rios, lagos, reservatórios e estruturas essenciais de abastecimento hídrico.
De acordo com o Bureau of Reclamation, agência federal ligada a grandes sistemas de água e geração hidrelétrica, o programa busca novas tecnologias de inspeção e descontaminação. Portanto, a meta é impedir que organismos invasores sejam transportados por embarcações entre diferentes corpos d’água.
Espécies invasoras pegam carona em barcos e avançam entre reservatórios
Atualmente, mexilhões quagga, zebra e dourado conseguem se deslocar entre rios e lagos usando embarcações como meio de transporte.
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Além disso, pequenas quantidades de água presas em compartimentos de lastro podem carregar larvas ou organismos microscópicos.
Quando barcos circulam entre reservatórios, essas espécies podem alcançar novos ambientes e iniciar infestações difíceis de controlar.
Depois de instalados, esses animais se fixam em superfícies submersas e formam colônias densas.
Danos atingem tubulações, bombas, captações e sistemas de energia
Com isso, os mexilhões invasores podem se acumular em tubulações, bombas e sistemas de captação usados por cidades, fazendas e usinas.
Consequentemente, esses organismos reduzem a eficiência dos equipamentos e, em situações mais graves, bloqueiam completamente o fluxo de água.
Segundo o Bureau of Reclamation, apenas os mexilhões quagga e zebra geram mais de US$ 1 bilhão por ano em custos de controle e reparos nos Estados Unidos.
Essas espécies também afetam ecossistemas aquáticos, marinas, praias e reservatórios.
Alerta cresceu após detecção de mexilhão dourado na Califórnia em 2024
Recentemente, a preocupação aumentou após a detecção de mexilhões dourados na Califórnia, em 2024.
A espécie é considerada altamente invasora e reforçou a necessidade de soluções mais rápidas, eficientes e aplicáveis em larga escala.

Enquanto isso, os métodos atuais de descontaminação ainda exigem tempo, equipamentos específicos e mão de obra especializada.
Em muitos casos, o processo envolve enxágue com água aquecida em áreas internas das embarcações, procedimento que pode levar até uma hora por barco.
Desafio federal terá três fases e busca protótipos testados em laboratório
Para enfrentar esse gargalo, o governo criou o “Halt the Hitchhiker: Invasive Species Challenge”, ou “Pare o Carona: Desafio contra Espécies Invasoras”.
A iniciativa será dividida em três fases, com premiações progressivas para propostas, apresentações e protótipos.
Primeiramente, os participantes devem apresentar conceitos de novas tecnologias ou métodos de inspeção e descontaminação.
Assim, até seis projetos poderão receber US$ 25 mil cada.
Depois disso, os melhores avançam para uma apresentação virtual, com até três equipes recebendo US$ 50 mil para desenvolver as ideias.
Por fim, os finalistas criarão protótipos para testes em laboratório.
Prêmios finais chegam a US$ 125 mil e vencedores saem em 2027
Na etapa final, o primeiro colocado poderá receber US$ 125 mil, cerca de R$ 623,5 mil. O segundo lugar terá prêmio de US$ 75 mil, aproximadamente R$ 374,1 mil.
Já o terceiro colocado poderá receber US$ 50 mil, cerca de R$ 250 mil.
A competição está aberta a pesquisadores, startups, universidades e inventores baseados nos Estados Unidos.
Segundo o cronograma informado, os vencedores finais devem ser anunciados em setembro de 2027.
Enquanto isso, o país tenta acelerar soluções para proteger rios, lagos, usinas, sistemas urbanos de água e reservatórios estratégicos.
Será que uma nova tecnologia conseguirá impedir que esses mexilhões invasores continuem pegando carona em barcos e avançando pelos Estados Unidos?

Eu sou brasileiro estou no Brasil eu tenho a solução para este problemas para todas embarcações sendo asim será gostaria de saber se eu poço concorrer au prêmio senão vou morrer com a solução já fui marieiro possuir um veleiro eu acabei com os mexilhões da minha embarcação
Primeiro, só precisa aprender a escrever. Depois disso, pode tentar um prêmio internacional!😉
Coloque lâmpadas uv-c, próximo aos equipamentos e revista os mesmos com silicone; administre pequenas doses de cloreto de potássio controlado com intervalos de tempo o mesmo e biodegradável e não afeta o ecossistema.
poderia ser capturado por pescadores e máquinas potente e ser utilizado para outros fins como ração para animais adubos para agricultura e tmb para contrução civil irá render muito para o governo