Modelo de entrada lançado na China combina Snapdragon 4 Gen 5, tela LCD de 6,9 polegadas, carregamento de 45 W e HyperOS 3; o aparelho também oferece carregamento reverso, NFC e recursos de acessibilidade, mas ainda não teve venda anunciada no Brasil.
A Xiaomi lançou na China o REDMI M100, smartphone de entrada que concentra seus principais diferenciais na autonomia e no preço. O aparelho tem bateria de 7.900 mAh, processador Snapdragon 4 Gen 5 e preço inicial de 1.799 yuans, cerca de R$ 1,4 mil em conversão direta.
A ficha oficial do REDMI M100 no site chinês da Xiaomi reúne as principais especificações do modelo. O celular chega com HyperOS 3, tela de 6,9 polegadas, carregamento de 45 W e três combinações de memória e armazenamento.
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A bateria também oferece carregamento reverso com fio de até 22,5 W. O recurso permite usar parte da energia armazenada no telefone para alimentar outros dispositivos compatíveis, ampliando a utilidade da capacidade de 7.900 mAh além da própria autonomia do aparelho.
Outro ponto está no conteúdo da embalagem. O REDMI M100 acompanha adaptador de energia, cabo USB-C, capa protetora, película aplicada, ferramenta para a bandeja do chip e documentação, além do próprio smartphone.
O conjunto mantém ainda entrada de 3,5 mm para fones de ouvido, que permite utilizar acessórios com fio sem adaptador. O conector aparece ao lado da porta USB-C entre as opções físicas oferecidas pelo modelo.
Tela de 6,9 polegadas e Snapdragon 4 Gen 5
O REDMI M100 utiliza uma tela LCD de 6,9 polegadas, com resolução de 1.600 por 720 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz. O painel frontal recebe proteção Corning Gorilla Glass, enquanto a traseira adota acabamento levemente curvo nas quatro laterais.
Por dentro, o celular traz o Snapdragon 4 Gen 5, plataforma da Qualcomm fabricada em processo de 4 nanômetros e equipada com CPU de oito núcleos. O conjunto de hardware acompanha a proposta de um aparelho voltado às tarefas cotidianas.
Na traseira, a Xiaomi acrescentou iluminação RGB dinâmica ao redor do conjunto de câmeras. O telefone também conta com leitor de impressões digitais instalado na lateral e NFC multifuncional, além da conexão USB-C usada para carregamento e transferência de dados.
O aparelho é vendido na China nas cores preta, branca e verde. Tela ampla, bateria de alta capacidade e recursos destinados ao uso diário ocupam espaço maior na ficha técnica do que componentes voltados a fotografia avançada.
Câmeras priorizam funções básicas
A câmera traseira principal tem 13 megapixels e oferece recursos como modo noturno, retrato, fotografia dinâmica, time-lapse, filtros de filme e modo profissional. O sistema também inclui opções de software para diferentes situações de captura.
Na frente, o sensor de 5 megapixels reúne reconhecimento facial, modo retrato, fotografia noturna e ferramentas de embelezamento. O conjunto fotográfico é mais simples do que outros componentes do aparelho e mantém o foco em funções comuns do dia a dia.
O telefone sai de fábrica com o HyperOS 3 e inclui recursos como Super XiaoAI e Super Island. O sistema também integra funções relacionadas ao NFC e ferramentas de software oferecidas pela Xiaomi para o uso cotidiano do dispositivo.
Entre os recursos de acessibilidade, há um modo específico para idosos, que amplia ícones e fontes e pode elevar o volume de mídia, chamadas e notificações a até 300% do nível convencional. O aparelho também oferece mecanismos destinados a bloquear chamadas indesejadas.
Três configurações de memória
A Xiaomi comercializa o REDMI M100 em três combinações de memória RAM e armazenamento. A versão de entrada tem 8 GB de RAM e 128 GB de espaço interno por 1.799 yuans, valor equivalente a aproximadamente R$ 1,4 mil.
A opção com 6 GB de RAM e 256 GB custa 1.999 yuans, cerca de R$ 1,55 mil em conversão direta. Já a configuração com 8 GB de RAM e 256 GB foi anunciada por 2.199 yuans, aproximadamente R$ 1,7 mil.
Os valores detalhados pelo IT Home correspondem ao mercado chinês e não representam preços oficiais para o Brasil. As conversões servem apenas como referência e não incluem impostos, frete, eventuais custos de importação ou variações cambiais.
No conjunto de energia, os 7.900 mAh permanecem como a característica de maior destaque da ficha técnica. O carregamento de 45 W atende à bateria principal, enquanto o suporte reverso de 22,5 W permite transferir parte dessa energia para acessórios ou outros aparelhos compatíveis.
Por enquanto, o REDMI M100 está restrito ao mercado chinês. A Xiaomi mantém o modelo em seu site local, mas não anunciou a comercialização do aparelho no Brasil.

