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Era só um passeio de stand-up paddle, mas ele pisou na única cobra venenosa do Reino Unido, levou uma mordida de víbora e terminou no hospital com a perna tão inchada que parecia uma “perna de elefante”

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Escrito por Viviane Alves Publicado em 29/06/2026 às 23:07 Atualizado em 29/06/2026 às 23:09
Víbora-europeia de coloração acinzentada enrolada sobre um tronco em ambiente rochoso, espécie envolvida no caso de mordida na Inglaterra.
Víbora-europeia repousa sobre madeira em ambiente seco; a espécie é a única cobra venenosa nativa da Grã-Bretanha.
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Zak Brown precisou remar por aproximadamente duas horas após ser mordido por uma víbora-europeia e recebeu soro antiofídico em um hospital de Cambridge.

Um passeio de stand-up paddle terminou em um grave susto para Zak Brown, de 39 anos, na Inglaterra.

O empresário foi mordido por uma víbora-europeia em 1º de maio de 2026, na Reserva Natural Nacional de Cavenham Heath, em Suffolk.

Brown, pai de dois filhos, fazia o percurso acompanhado de um amigo quando decidiu interromper a atividade por alguns minutos.

A pausa aconteceu às margens do rio, em uma área cercada por grama e vegetação.

O empresário desceu da prancha e caminhou pelo local sem perceber que havia uma jovem víbora escondida no chão.

O animal foi pisado acidentalmente e mordeu o tornozelo esquerdo de Brown.

A dor foi descrita como imediata, intensa e semelhante a uma queimadura forte.

Mordida de víbora provocou inchaço acelerado

O retorno ao veículo se tornou a parte mais difícil do episódio.

Brown e o amigo estavam em uma região de acesso limitado e precisaram remar por aproximadamente duas horas.

O inchaço começou cerca de 30 minutos após a mordida, conforme relato divulgado pela People.

A dor avançou rapidamente pelo membro atingido e impediu Brown de apoiar o peso do corpo sobre a perna.

O empresário perdeu a capacidade de caminhar e precisou de ajuda para se deslocar.

O volume do inchaço chamou atenção pela intensidade.

Brown afirmou que a perna ficou parecida com uma “perna de elefante”.

Os principais sintomas apresentados foram:

  • Dor intensa no tornozelo;
  • Sensação semelhante a uma queimadura;
  • Inchaço rápido no pé e na panturrilha;
  • Dificuldade para apoiar o membro;
  • Impossibilidade de caminhar.

Soro antiofídico foi administrado no hospital

Brown foi encaminhado ao Hospital Addenbrooke’s, em Cambridge, após deixar a reserva.

Os médicos constataram que o inchaço já havia atingido praticamente toda a perna.

Uma dose de soro antiofídico foi aplicada para combater os efeitos do veneno.

O paciente permaneceu internado durante a noite para acompanhamento clínico.

A alta hospitalar foi concedida no dia seguinte, após a melhora do quadro.

Os profissionais informaram que a pouca idade da cobra pode ter reduzido a gravidade da ocorrência.

Uma mordida provocada por um exemplar adulto poderia causar consequências ainda mais severas.

Víbora-europeia é a única cobra venenosa nativa do Reino Unido

A víbora-comum europeia é a única cobra venenosa encontrada naturalmente na Grã-Bretanha.

A espécie costuma viver em charnecas, bosques, dunas, turfeiras e áreas de pastagem.

Alguns exemplares podem alcançar até um metro de comprimento.

A mordida provoca dor intensa e pode causar sintomas importantes.

Casos fatais, porém, são considerados raros entre adultos saudáveis.

A última morte registrada no Reino Unido ocorreu em 1975, segundo as informações citadas na reportagem.

A vítima foi um menino de cinco anos mordido na Escócia.

A espécie normalmente evita o contato com seres humanos.

Os ataques costumam acontecer quando o animal é pisado ou se sente ameaçado.

Redução da população preocupa pesquisadores

A conservação da víbora também preocupa especialistas britânicos.

As populações da espécie vêm diminuindo em diferentes regiões da Grã-Bretanha.

A perda de habitats naturais aparece entre as principais ameaças.

A predação por faisões também é apontada como um fator de risco.

Milhões dessas aves são introduzidas anualmente no campo britânico para atividades de caça.

Víboras adultas e filhotes podem ser capturados pelos faisões, segundo pesquisadores citados no relato.

O desaparecimento da espécie em algumas áreas poderá ocorrer nas próximas décadas caso a redução continue.

Acidente mudou os cuidados durante atividades ao ar livre

Brown continuou praticando atividades em ambientes naturais após a recuperação.

O empresário passou, porém, a observar o chão com muito mais atenção.

Áreas com grama alta e vegetação densa recebem cuidado redobrado desde o acidente.

A experiência mostrou como um simples passo fora da prancha pode terminar em uma emergência médica.

Você continuaria praticando atividades ao ar livre depois de uma experiência como essa? Deixe sua opinião.

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Viviane Alves

Redatora com foco na produção de conteúdos estratégicos voltados para macro e microeconomia, geopolítica, mercado energético, setor automotivo e comércio global.

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