A praça de Sevilha ganhou seis cogumelos de madeira que transformam o centro histórico com mirante panorâmico, mercado ativo, passarelas elevadas e preservação das ruínas arqueológicas, oferecendo aos visitantes uma experiência urbana completa e inovadora em um espaço multifuncional que integra comércio, lazer e história
O centro de Sevilha agora conta com uma das maiores estruturas de madeira urbana do mundo, cobrindo a Plaza de la Encarnación com seis cogumelos gigantes que se estendem por 150 metros de comprimento. A construção reorganiza o espaço, cria sombra e oferece mirante panorâmico para moradores e turistas, mantendo a visibilidade das ruínas arqueológicas.
O projeto combina infraestrutura contemporânea com memória histórica, reunindo mercado, passarelas e espaço de convivência em um único conjunto. A madeira foi escolhida por permitir soluções arquitetônicas ousadas e garantir estabilidade para milhares de visitantes diariamente.
As informações foram divulgadas por Archello, plataforma especializada em arquitetura e design, referência internacional em cobertura de projetos urbanos inovadores, detalhando a composição da estrutura e sua função multifuncional na praça.
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Por que Sevilha construiu cogumelos de madeira
A cidade precisava revitalizar o centro histórico, criando um ponto de encontro público com sombra, circulação organizada e integração de comércio e lazer. A estrutura vertical permite aproveitar o espaço de forma eficiente sem prejudicar as ruínas existentes.
O projeto ocupa uma área de 150 por 70 metros e atinge 26 metros de altura, proporcionando aos visitantes uma experiência visual marcante. Cada cogumelo tem formação por milhares de elementos de madeira conectados de forma precisa, garantindo segurança e durabilidade.
Como a estrutura curva se apoia sobre a praça histórica
O desenho curvo dos cogumelos permite que a construção se adapte às limitações do terreno e às ruínas arqueológicas. A estrutura não é apenas estética, ela suporta circulação de pessoas e sombra, tornando-se um elemento funcional da praça.
O espaço inferior mantém as ruínas acessíveis e visíveis, equilibrando preservação histórica e modernidade urbana. Esse modelo reforça o valor cultural da praça, aproximando moradores, turistas e história.
Mercado, mirante e arqueologia no mesmo projeto
O Metropol Parasol abriga um mercado público no nível da praça, oferecendo comércio variado. Acima, passarelas conectam os cogumelos, proporcionando vistas panorâmicas de Sevilha.
As ruínas arqueológicas permanecem integradas ao conjunto, visíveis através de áreas abertas e plataformas elevadas. Esse arranjo combina lazer, cultura e comércio, criando uma experiência única para quem visita o local.
Desafios técnicos e custos da obra
A complexidade do projeto resultou em desafios de engenharia e custos elevados. Criar uma das maiores construções em madeira do mundo sobre ruínas exigiu soluções técnicas inovadoras.
A Archello, plataforma especializada em arquitetura e design, detalhou os elementos de madeira, conectores e formas de suporte que permitem estabilidade e resistência contra vento e peso da estrutura, mostrando a precisão exigida em cada etapa da obra.

O que a obra revela sobre reocupar centros antigos
O Metropol Parasol demonstra que é possível revitalizar áreas históricas com soluções arquitetônicas contemporâneas, integrando espaço público, comércio, lazer e patrimônio cultural.
A estrutura mostra que modernidade e preservação podem conviver, transformando a praça em um ponto de referência urbano e cultural, valorizando a história e oferecendo novas experiências aos visitantes.
A apuração foi publicada por Yatzer, veículo internacional de arquitetura, design e arte, referência em cobertura de projetos urbanos contemporâneos, destacando a inovação e o impacto do Metropol Parasol no centro de Sevilha.
A praça histórica se tornou um marco urbano, combinando beleza, funcionalidade e preservação arqueológica.
Você se imaginaria caminhando sobre essas passarelas e observando a história de Sevilha ao mesmo tempo?

