A Emae apresenta resultados financeiros históricos entre janeiro e setembro de 2025, com lucros recordes, eficiência operacional crescente e avanços relevantes após a privatização.
A Emae – Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. divulgou, em 13 de novembro de 2025, os resultados do 3º trimestre de 2025 e do acumulado entre janeiro e setembro de 2025, e, portanto, confirmou o melhor desempenho financeiro e operacional de sua história. Dessa forma, o período marcou o primeiro ano completo sob gestão privada, o que, consequentemente, redefiniu padrões de produtividade e governança.
Assim, entre janeiro e setembro de 2025, a companhia registrou R$ 353,5 milhões de lucro líquido, o que representou a maior marca histórica em bases trimestrais, semestrais e anuais. Além disso, esse crescimento significou um avanço de 285,5% sobre o mesmo intervalo de 2024, conforme dados divulgados pela própria empresa em relatório oficial.
Ainda no 3T25, o lucro líquido atingiu R$ 287,5 milhões, o que indicou aumento de R$ 249,8 milhões em relação aos R$ 37,7 milhões do 3T24, impulsionado, sobretudo, pelo recebimento de indenização da Petrobras, segundo comunicado da diretoria executiva.
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Desse modo, o EBITDA ajustado avançou 55,1% na comparação anual e atingiu R$ 167,2 milhões, com margem de 41,1%. Além disso, enquanto a receita líquida se manteve estável, os custos e despesas recuaram 14,4%, o que reforçou a busca contínua por eficiência.
Por fim, ao final de setembro de 2025, a posição de caixa somou R$ 495,3 milhões, segundo a área financeira da empresa, o que demonstrou solidez e capacidade de sustentar investimentos.
“O período marca o primeiro ano completo sob gestão privada, com uma Emae mais moderna, ágil e inovadora”, afirmou Karla Maciel, CEO da companhia, em 13 de novembro de 2025, durante divulgação dos resultados.
Avanços estratégicos impulsionam modernização e fortalecem posição da empresa no setor elétrico
Durante o primeiro ano pós-privatização, a Emae, portanto, acelerou transformações estruturais voltadas para modernização tecnológica, sustentabilidade e governança. Assim, os principais destaques apresentados pela direção foram:
- Vitória no Leilão de Energia Nova (2025) para implantação da PCH Edgard de Souza, com investimento previsto de R$ 200 milhões, conforme a diretoria de novos negócios.
- Classificação AAA no rating nacional de longo prazo, atribuída pela Fitch Ratings, o que colocou a empresa entre as companhias mais sólidas do setor elétrico brasileiro.
- Disponibilidade de 99,6% na Usina Henry Borden, nível considerado um dos mais altos dos últimos cinco anos e superior à meta de 89,87%, de acordo com o departamento de operações.
- Modernização tecnológica contínua, com instalação de novos sistemas de automação e equipamentos avançados para elevar eficiência e reduzir perdas.
- Transformação digital acelerada, com uso de inteligência artificial e análise de dados para otimização operacional.
- Projetos ambientais ativos, como o plantio de 100 mil mudas nativas ao longo do Rio Pinheiros e do Reservatório Billings, reforçando compromissos ESG.
Dessa forma, todas as frentes reforçaram, segundo a CEO Karla Maciel, entrevistada em 13 de novembro de 2025, o compromisso da empresa com fontes renováveis, modernização das unidades geradoras e segurança do sistema energético brasileiro.
Compromisso contínuo com inovação, sustentabilidade e responsabilidade corporativa
Assim, a empresa sustenta que os resultados de 2025 refletem planejamento rigoroso, adoção de tecnologias inovadoras e um modelo de gestão alinhado às melhores práticas do setor. Segundo a direção executiva, a meta para os próximos ciclos envolve ampliar investimentos e consolidar novos projetos com responsabilidade.
“Estamos preparados para crescer com responsabilidade, aliando inovação, rentabilidade e compromisso ambiental”, reforçou Karla Maciel, destacando que a Emae permanecerá focada em gerar valor para investidores e sociedade, conforme apresentado em relatório oficial de 2025.

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