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Ele tirou 700 reais em 24 horas pescando lixo com ímã no Tietê, achou máquina de escrever rara e transformou sucata nojenta em dinheiro vivo

Escrito por Bruno Teles
Publicado em 20/12/2025 às 19:50
Assista o vídeoVídeo mostra criador pescando lixo com ímã no Tietê com pesca magnética em garimpo urbano, achando máquina de escrever Torino e lucrando em ferro velho.
Vídeo mostra criador pescando lixo com ímã no Tietê com pesca magnética em garimpo urbano, achando máquina de escrever Torino e lucrando em ferro velho.
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Criador de conteúdo transforma pesca magnética em garimpo urbano ao passar 24 horas pescando lixo com ímã no Tietê, encontrar máquina de escrever Torino rara, negociar sucata em ferro velho, visitar loja de antiguidades e faturar aproximadamente 700 reais com achados improváveis que misturam lixo, objetos domésticos e peças colecionáveis.

Em abril de 2023, um vídeo do criador Balian ganhou força nas redes ao mostrar que era possível faturar cerca de 700 reais em apenas 24 horas pescando lixo com ímã no Tietê e em uma pedreira abandonada, puxando do fundo do rio ferramentas, peças metálicas e até uma máquina de escrever Torino importada tratada como raridade em antiquários.

Em 18 de dezembro de 2025, a história foi detalhada novamente, reconstruindo a jornada que mistura pesca magnética, ferro velho e loja de antiguidades Creep, e explicando passo a passo como um fim de semana cercado de água poluída, sucata e negociações firmes conseguiu transformar objetos enferrujados e lixo pesado em dinheiro vivo e conteúdo viral.

Como a pesca magnética virou garimpo urbano no Tietê

Vídeo mostra criador pescando lixo com ímã no Tietê com pesca magnética em garimpo urbano, achando máquina de escrever Torino e lucrando em ferro velho.

Na experiência mostrada por Balian, a pesca magnética deixa de ser curiosidade de internet e passa a funcionar como garimpo urbano planejado.

Em vez do anzol convencional, ele usa um superímã preso a uma corda resistente e direciona o equipamento a pontos específicos do Rio Tietê e de pedreiras abandonadas, onde a chance de encontrar metal é maior.

A lógica é simples: tudo o que for atraído pelo ímã e tiver valor de revenda pode entrar na conta final.

Isso inclui desde sucata pesada vendida por quilo em ferro velho até objetos com apelo decorativo ou histórico, que podem interessar a colecionadores e antiquários.

Ao longo do dia, a técnica de ficar pescando lixo com ímã no Tietê substitui o peixe por qualquer pedaço de metal que valha alguma coisa no mercado.

Ao mostrar a rotina de preparar o material, escolher os pontos de arremesso e insistir mesmo quando o ímã enrosca em pedras ou entulhos, o vídeo reforça que o resultado não vem apenas da sorte.

Há estratégia na escolha dos locais, na leitura do fundo do rio e na forma de puxar a corda, reduzindo perdas e aumentando a chance de achar algo melhor do que sucata comum.

O que ele encontrou pescando lixo com ímã no Tietê e na pedreira

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Vídeo do YouTube

A primeira parte da aventura acontece em uma pedreira abandonada, onde o ímã passa boa parte do tempo preso em rochas e estruturas metálicas submersas.

Depois de horas de tentativa, começam a surgir ferramentas de uso diário, como itens de pedreiro, tesoura de jardinagem e letras de ferro em formato de “F” e “X”, com potencial decorativo para ambientes industriais ou lojas temáticas.

De volta ao Tietê, o cenário muda.

Para seguir pescando lixo com ímã no Tietê, Balian encara água poluída, cheiro forte e necessidade de entrar no rio para soltar o equipamento quando ele fica preso em pedaços de metal enterrados no lodo.

A recompensa vem em forma de objetos variados, como um calendário de 1976, um amassador de batatas, roda de carrinho e placa de trânsito.

O destaque aparece quando o superímã puxa um medalhão que parecia valioso e, depois, uma máquina de escrever Torino importada, tratada como peça rara pela combinação de marca, idade e estado de conservação.

É nesse momento que o vídeo deixa claro que nem todo “lixo” é igual: alguns itens vão valer apenas o peso em metal, enquanto outros despertam interesse de antiquários e colecionadores.

Como Balian transformou sucata nojenta em dinheiro vivo

Com o material separado, a etapa seguinte é transformar o que foi retirado do rio em dinheiro. No ferro velho, Balian não se limita a pesar tudo como sucata comum.

Ele destaca utilidade, formato e potencial de revenda das peças, conseguindo cerca de 50 reais apenas com os itens mais simples, que entram no fluxo normal de compra por quilo.

O salto real vem quando as peças escolhidas pela aparência histórica ou estética, em especial a máquina de escrever, seguem para a loja de antiguidades Creep.

Ali, o atendimento olha para a máquina de escrever Torino com outro critério, avaliando design, rareza, possibilidade de restauração e demanda de clientes por esse tipo de objeto.

A negociação eleva o total perto dos 700 reais, somando o que veio do ferro velho e o que foi pago pelos itens especiais.

Ao longo de todo o processo, o vídeo mostra que não basta ficar o dia inteiro pescando lixo com ímã no Tietê.

Sem conhecimento básico de mercado, a sucata retirado da água seria vendida apenas como ferro barato.

O diferencial está em identificar o que pode virar peça de decoração, objeto de coleção ou item de interesse histórico, e em saber onde oferecer cada tipo de achado.

Lições e riscos para quem pensa em repetir a aventura

O caso reforça a ideia de que o Brasil funciona, em muitos trechos, como um “país de tesouros submersos”, onde rios, lagos e pedreiras acumulam décadas de descarte desordenado.

Entre sucata pesada, peças sem uso e objetos incomuns, cenas como as mostradas por Balian evidenciam tanto o potencial econômico do lixo quanto o tamanho do problema ambiental que ele representa.

Ao mesmo tempo, o vídeo deixa claro que trabalhar pescando lixo com ímã no Tietê não é passeio inocente.

Há contato com água poluída, risco de corte com metal enferrujado, necessidade de equipamentos adequados e cuidados básicos de segurança, como luvas, calçados resistentes e atenção ao entorno para evitar acidentes em margens escorregadias ou áreas de correnteza.

Para curiosos que se animam com a ideia de usar superímã em rios urbanos, a experiência mostra que planejamento, proteção pessoal e noção de risco são tão importantes quanto o ímã em si.

Sem isso, a chance de transformar uma “caça ao tesouro” em problema de saúde ou acidente aumenta muito, especialmente em ambientes com histórico de poluição e descarte irregular.

Ao final, a história de Balian indica que a combinação de criatividade, leitura de mercado e disposição para enfrentar condições difíceis pode, sim, gerar renda a partir do lixo.

Mas também alerta para a necessidade de tratar rios e pedreiras não apenas como fonte de sucata, e sim como ambientes que precisam de recuperação e respeito.

Você toparia passar um dia inteiro pescando lixo com ímã no Tietê em busca de sucata valiosa ou acha que o risco, o esforço e a poluição não compensam o dinheiro extra?

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Aladin Alan da Silva Linhares
Aladin Alan da Silva Linhares
20/12/2025 23:23

Eu acho que nessa vida toda experiência é válida
A

Bruno Teles

Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

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