Custos de entrega seguem como barreira central nas vendas digitais
O comércio eletrônico brasileiro enfrenta um obstáculo constante: o frete elevado.
Pesquisas de 2024, divulgadas pela Exame com base em dados da Opinion Box, mostram que o custo da entrega continua sendo o principal motivo para o abandono de carrinhos no e-commerce.
Apesar do crescimento do setor, a barreira logística ainda impacta diretamente a experiência do consumidor.
Além disso, afeta de forma clara o faturamento das empresas.
Frete segue como vilão para consumidores e lojistas
Em abril de 2024, levantamento revelou que 65% dos consumidores desistiram de compras online devido ao valor do frete.
Além disso, 41% afirmaram que só concluem a compra quando o frete é gratuito.
Esse cenário reforça a importância de políticas mais agressivas de subsídio ou negociação logística por parte das empresas.
Afinal, quanto maior o custo percebido, maior a chance de desistência.
Empresas buscam estratégias para reduzir custos logísticos
Diante desse desafio, diversas companhias do setor têm adotado alternativas para minimizar os impactos.
Entre as soluções estão:
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- Integração com operadores logísticos regionais para reduzir distâncias.
- Centros de distribuição descentralizados, que aproximam os produtos do consumidor final.
- Campanhas promocionais com frete grátis em datas específicas, como Dia das Mães e Black Friday.
Essa adaptação tornou-se fundamental porque, além da inflação logística registrada no primeiro semestre de 2024, a pressão dos consumidores por preços competitivos cresce constantemente.
Cronologia recente reforça a pressão sobre o setor
Desde 2020, quando o comércio eletrônico acelerou devido à pandemia, o frete vem se consolidando como um dos maiores gargalos da cadeia digital.
Em 2022, estudos da Ebit/Nielsen já apontavam que mais de 50% das desistências estavam relacionadas ao valor do frete.
Agora, em 2024, com inflação acumulada e custos de combustíveis em alta, o problema tornou-se ainda mais evidente.
Essa conclusão é reforçada por especialistas do setor logístico.
Perspectivas para o e-commerce e expectativas do consumidor
Embora as empresas invistam em tecnologia e infraestrutura, a percepção do consumidor segue crítica.
Afinal, a pesquisa da Opinion Box reforça que 72% dos brasileiros esperam receber frete grátis em ao menos parte das compras online.
Assim, o desafio para 2025 será equilibrar custos e conveniência.
Será preciso garantir competitividade e fidelização ao mesmo tempo.
Diante disso, não seria o momento de rever todo o modelo logístico do e-commerce no Brasil?O comércio eletrônico brasileiro enfrenta um obstáculo constante: o frete elevado.
Pesquisas de 2024, divulgadas pela Exame com base em dados da Opinion Box, mostram que o custo da entrega continua sendo o principal motivo para o abandono de carrinhos no e-commerce.
Apesar do crescimento do setor, a barreira logística ainda impacta diretamente a experiência do consumidor.
Além disso, afeta de forma clara o faturamento das empresas.
Frete segue como vilão para consumidores e lojistas
Em abril de 2024, levantamento revelou que 65% dos consumidores desistiram de compras online devido ao valor do frete.
Além disso, 41% afirmaram que só concluem a compra quando o frete é gratuito.
Esse cenário reforça a importância de políticas mais agressivas de subsídio ou negociação logística por parte das empresas.
Afinal, quanto maior o custo percebido, maior a chance de desistência.
Empresas buscam estratégias para reduzir custos logísticos
Diante desse desafio, diversas companhias do setor têm adotado alternativas para minimizar os impactos.
Entre as soluções estão:
- Integração com operadores logísticos regionais para reduzir distâncias.
- Centros de distribuição descentralizados, que aproximam os produtos do consumidor final.
- Campanhas promocionais com frete grátis em datas específicas, como Dia das Mães e Black Friday.
Essa adaptação tornou-se fundamental porque, além da inflação logística registrada no primeiro semestre de 2024, a pressão dos consumidores por preços competitivos cresce constantemente.
Cronologia recente reforça a pressão sobre o setor
Desde 2020, quando o comércio eletrônico acelerou devido à pandemia, o frete vem se consolidando como um dos maiores gargalos da cadeia digital.
Em 2022, estudos da Ebit/Nielsen já apontavam que mais de 50% das desistências estavam relacionadas ao valor do frete.
Agora, em 2024, com inflação acumulada e custos de combustíveis em alta, o problema tornou-se ainda mais evidente.
Essa conclusão é reforçada por especialistas do setor logístico.
Perspectivas para o e-commerce e expectativas do consumidor
Embora as empresas invistam em tecnologia e infraestrutura, a percepção do consumidor segue crítica.
Afinal, a pesquisa da Opinion Box reforça que 72% dos brasileiros esperam receber frete grátis em ao menos parte das compras online.
Assim, o desafio para 2025 será equilibrar custos e conveniência.
Será preciso garantir competitividade e fidelização ao mesmo tempo.
Diante disso, não seria o momento de rever todo o modelo logístico do e-commerce no Brasil?

No meu caso eu abandonei quase todas as compras online. Só em casas muito excepcionais quando o frete é grátis. De resto você compra um produto de r$ 40 e o frete custa 50. Aí você fica se perguntando se a plataforma acha que você tem cara de palhaço por perder o seu tempo porque é uma incrível perda de tempo.. voltamos para as lojas físicas. Eu nem ia mais trocar de carro agora já até troquei de carro vale mais a pena você tem um carro e sair pelo mundo do que compraram online.