Maricá avança com projeto de teleférico turístico no Farol de Ponta Negra, investimento privado de R$ 21 milhões, protocolo firmado pela Codemar e previsão de operação até 2027
A Prefeitura de Maricá formalizou um novo passo para ampliar a infraestrutura turística da cidade. Por meio da Codemar, foi assinado em 16 de dezembro um protocolo de intenções para implantar um sistema de teleféricos na região do Farol de Ponta Negra.
O projeto estima investimento de R$ 21 milhões e prevê execução com recursos privados. A proposta busca fortalecer o turismo e movimentar a economia local com uma nova atração voltada ao fluxo de visitantes.
A iniciativa aponta geração de cerca de 40 empregos diretos e mais de 100 indiretos, com reflexos em serviços e atividades ligadas ao atendimento turístico na região.
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O que aconteceu e por que isso chamou atenção
O protocolo de intenções assinado em 16 de dezembro coloca oficialmente o teleférico do Farol de Ponta Negra no radar de implantação em Maricá. A ação envolve a Prefeitura de Maricá e a Codemar.
O anúncio chama atenção pelo volume de investimento, estimado em R$ 21 milhões, e pela escolha de um dos pontos mais conhecidos do município como eixo do projeto.
A proposta também ganha relevância por indicar impacto direto no mercado de trabalho, com 40 empregos diretos e mais de 100 indiretos associados à operação e ao entorno.

O que muda na prática para o turismo em Maricá
A implantação do sistema de teleféricos tende a ampliar o leque de atrações de Maricá e reforçar a visitação ao Farol de Ponta Negra. A expectativa é de um novo impulso para o turismo local.
Com mais visitantes circulando, atividades de consumo e serviços podem ganhar fôlego. O foco declarado do projeto é fortalecer o turismo e impulsionar a economia.
A criação de postos de trabalho aparece como consequência direta desse movimento, com previsão de cerca de 40 empregos diretos e mais de 100 indiretos.
Quais são as regras, prazos e condições
O investimento previsto é de R$ 21 milhões e a execução do projeto está vinculada a recursos privados. Esse formato mantém o foco no capital privado para viabilizar a implantação.
O protocolo de intenções tem validade inicial de seis meses, período associado ao avanço de etapas necessárias para que a proposta possa seguir adiante.
Há indicação de início de obras entre 60 e 90 dias após autorizações dos órgãos competentes, com prazo estimado de 18 a 24 meses para execução, além de previsão de funcionamento até 2027.
Como funciona o processo quando aplicável
A Codemar aparece como peça central na condução institucional do projeto, com atuação voltada a acompanhar e facilitar o andamento das etapas necessárias.
O processo envolve a obtenção de autorizações e licenças pelos órgãos responsáveis, antes do avanço para a fase de obras. Essa etapa é essencial para destravar o cronograma.
Com o protocolo em vigor, o caminho passa a ser a organização das exigências e o encaminhamento do projeto para que o teleférico saia do papel.
O que pode acontecer a partir de agora
Com o protocolo assinado, o próximo movimento esperado é a tramitação das autorizações necessárias. A partir daí, o projeto pode caminhar para o início de obras dentro da janela de 60 e 90 dias.
Se o cronograma avançar como previsto, a execução tende a se estender por 18 a 24 meses, com a perspectiva de operação até 2027.
O impacto mais imediato para a região é a expectativa de empregos e ativação econômica, com 40 vagas diretas e mais de 100 indiretas relacionadas ao empreendimento.
Pontos de atenção e dúvidas comuns
O projeto foi apresentado com recursos privados, o que torna a estrutura financeira um ponto central para acompanhar ao longo do processo.
Outro ponto relevante é o cumprimento das autorizações e prazos, já que o início das obras depende da liberação dos órgãos competentes e da consolidação das etapas previstas.
A geração de empregos, com 40 diretos e mais de 100 indiretos, é um dos principais resultados prometidos e tende a ser um indicador observado de perto pela população e pelo setor de turismo.
A assinatura do protocolo em 16 de dezembro coloca Maricá em rota de uma nova atração turística na região do Farol de Ponta Negra. O plano envolve um sistema de teleféricos com investimento estimado em R$ 21 milhões.
Além de fortalecer o turismo e impulsionar a economia local, a iniciativa prevê criação de cerca de 40 empregos diretos e mais de 100 indiretos, com potencial de movimentar a região e ampliar oportunidades associadas ao setor.

Obras desnecessária tem coisas e muitas para fazer na cidade, cadê o BPM, e a saúde?? Péssima numa cidade cheia de idosos sem mão de obra porque a prefeitura incentiva o povo a ficar em casa com benefícios que sai dos nossos impostos. Lamentável.
Enquanto isso, sujeira pelas ruas de Cordeirinho
Aprende com Santa Catarina, estado que o PT nunca governou, a parceria publico/privado ja apresentou resultados excelentes, só não esta ainda melhor o estado porque o governo federal não da a mínima.