O casarão de tijolinhos fica na esquina das ruas do Príncipe e Abdon Batista, no Centro de Joinville, e pertence ao Bradesco. Com 1.305,93 m² de área construída sobre terreno de 400 m², o imóvel fechado irá a leilão com lance mínimo de R$ 3,2 milhões neste mês de 2026.
Um casarão de tijolinhos que durante anos abrigou uma agência bancária no Centro de Joinville, em Santa Catarina, será colocado à venda em leilão. O imóvel pertence atualmente ao Bradesco, está fechado e poderá receber lances a partir de 29 de setembro, com valor mínimo estabelecido em R$ 3,2 milhões.
Segundo o NSC Total, em publicação de 18 de setembro de 2026, o prédio está localizado na esquina das ruas do Príncipe e Abdon Batista e possui 1.305,93 metros quadrados de área construída. Documentos imobiliários indicam ainda que o imóvel tem pelo menos 37 anos.
Casarão ocupa esquina movimentada no Centro de Joinville

A localização é uma das características que mais chamam atenção no anúncio. O casarão está na Rua do Príncipe, número 753, exatamente em uma esquina com a Rua Abdon Batista, no coração da região central de Joinville.
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Trata-se de um imóvel comercial inserido em uma área consolidada da cidade. O terreno possui 400 metros quadrados, enquanto a construção supera 1,3 mil metros quadrados, diferença explicada pela utilização dos pavimentos que compõem o prédio.
Lance mínimo foi definido em R$ 3,2 milhões
Quem quiser disputar o imóvel terá de partir de R$ 3,2 milhões, valor estabelecido como lance mínimo para o leilão. Os interessados poderão apresentar propostas a partir do dia 29 de setembro.
O casarão será negociado por meio da Pestana Leilões, responsável pela condução do certame. A fonte não informa, no material apresentado, qual será o valor final de venda, já que isso dependerá dos lances registrados durante o processo.
Bradesco foi o último estabelecimento a funcionar no endereço
O imóvel ficou conhecido principalmente por ter abrigado uma agência do Bradesco, último estabelecimento citado como ocupante do prédio. Atualmente, a instituição financeira também aparece como proprietária do bem que será levado a leilão.
Hoje o casarão está fechado, condição visível nas imagens divulgadas do imóvel. Fotografias internas mostram áreas anteriormente utilizadas pela operação bancária, enquanto o exterior mantém a característica fachada com tijolos aparentes.
Prédio tem mais de 1,3 mil metros quadrados construídos
Embora o terreno tenha 400 metros quadrados, a edificação soma 1.305,93 m² de área construída, dimensão considerável para um imóvel localizado em plena região central de Joinville.
A metragem reforça que o casarão não corresponde a uma residência tradicional, apesar da forma como o prédio é popularmente identificado. Sua utilização recente foi comercial, com espaços adaptados para o funcionamento de uma agência bancária.
A fonte não detalha quantos pavimentos, salas ou ambientes compõem o imóvel. Por isso, qualquer definição sobre uma futura utilização dependerá das características técnicas completas e das condições previstas no processo de venda.
Documentos indicam pelo menos 37 anos de existência

A data exata da construção não foi informada pela empresa responsável pelo leilão. Entretanto, um documento do registro de imóveis aponta que a matrícula individual foi aberta em agosto de 1989.
Com base nesse registro, o imóvel possui pelo menos 37 anos em 2026. Isso não significa necessariamente que a construção tenha começado naquele ano, apenas estabelece um marco documental mínimo para sua existência.
A aparência externa de tijolos à vista acabou transformando o casarão em uma construção facilmente reconhecível por quem circula pela área central da cidade.
Imóvel está fechado antes da abertura dos lances
As imagens disponibilizadas para o processo mostram o prédio sem operação comercial no momento. O antigo espaço bancário permanece fechado enquanto se aproxima a data prevista para início das ofertas.
Os lances poderão começar em 29 de setembro, colocando o imóvel oficialmente no mercado por meio do leilão. O valor mínimo de R$ 3,2 milhões corresponde ao ponto inicial da disputa e não necessariamente ao preço pelo qual a propriedade será negociada.
A eventual existência de mais de um interessado poderá alterar o valor final. O material fornecido, porém, não apresenta estimativa sobre quantidade de participantes ou possíveis usos pretendidos para o prédio.
Fachada de tijolinhos virou característica mais reconhecível do prédio
Entre tantos imóveis comerciais do Centro de Joinville, a fachada com tijolos aparentes é justamente o elemento que faz o edifício se destacar visualmente. O casarão preserva esse aspecto externo mesmo depois do encerramento das atividades bancárias no local.
As fotografias divulgadas também permitem observar partes do interior, anteriormente adaptado às necessidades de uma agência. O conteúdo disponibilizado não informa se o futuro comprador deverá manter a configuração atual ou poderá promover alterações.
Também não há, no material apresentado, indicação de tombamento ou proteção patrimonial específica. Por isso, não é possível classificar o prédio como patrimônio histórico protegido apenas por sua idade ou aparência.
Localização e dimensão colocam imóvel fora do padrão de uma casa comum

A combinação de endereço central, terreno de 400 m² e mais de 1.300 m² construídos transforma a propriedade em um imóvel de características essencialmente comerciais.
Além disso, o histórico recente como banco significa que o espaço foi utilizado para uma atividade que exige áreas de atendimento, circulação e infraestrutura específica. O comprador levará um prédio de grande porte em uma das regiões mais consolidadas de Joinville.
Ainda assim, a fonte não informa qual será o destino futuro do casarão. A definição caberá ao eventual comprador, observadas as regras urbanísticas e demais exigências aplicáveis ao imóvel.
Depois de décadas no Centro, futuro do casarão dependerá do leilão
A partir de 29 de setembro, o prédio de tijolinhos entra em uma nova fase. Depois de ao menos 37 anos de existência documental e de ter abrigado uma agência do Bradesco, o casarão será oferecido com lance mínimo de R$ 3,2 milhões.
Com localização central, mais de 1,3 mil m² construídos e uma fachada conhecida por quem passa pela região, o imóvel reúne características pouco comuns no mercado local. O que acontecerá depois da venda, porém, ainda está em aberto.
Se você pudesse decidir o novo uso desse casarão no Centro de Joinville, manteria a vocação comercial, transformaria o prédio em espaço cultural ou daria outra função ao imóvel? Conte nos comentários.
