O casal voltou ao Brasil após cruzar o continente com a Kombi Manezinha e agora vê o terreno ganhar forma com nivelamento, reforço de barrancos, “base de obra” e um plano de permacultura para transformar tudo em área verde
O casal que passou quatro anos viajando pelo continente americano dentro de uma Kombi 1986 agora vive um capítulo bem diferente no sul de Santa Catarina. Em vez de estrada, o foco virou o terreno onde eles estão construindo um refúgio no meio do mato, com máquinas trabalhando, barrancos sendo reforçados e um acampamento provisório montado para dar suporte ao dia a dia da obra.
Neste novo momento, o casal descreve uma sensação de transformação rápida: o lugar que antes era só imaginação começa a se materializar com decisões práticas, preparo do solo e planejamento do que será construído. A Kombi Manezinha segue presente na história, mas agora como símbolo do caminho que levou até esse projeto de base fixa.
Um acampamento de obra para o casal começar do zero
Logo no início do vídeo, o casal mostra que a estrutura ainda é provisória, mas já é funcional. Eles montaram um acampamento com cozinha simples, lona de cobertura, fogareiro e itens básicos para suportar os dias de trabalho no terreno.
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A van que os pais estão transformando em motorhome aparece como abrigo temporário, ajudando a criar um ponto de apoio enquanto a obra avança. A ideia é ter um lugar mínimo para cozinhar, organizar ferramentas e manter o ritmo, sem depender de uma casa pronta.
Planejamento com permacultura e agroecologia para orientar o terreno

Mesmo com a obra em andamento, o casal reforça que está numa fase de planejamento. Eles citam o escritório Raízes da Terra, responsável por desenhar o projeto com princípios de permacultura e agroecologia para transformar o espaço em lar e refúgio.
Esse plano organiza desejos e necessidades do terreno, como áreas de convivência, recebimento de amigos e família, e até um espaço pensado para receber motorhome no futuro. Nada é feito “no impulso”, porque as etapas precisam conversar com o que será construído depois.
Máquinas nivelam o terreno e deixam a área pronta para a próxima fase
O ponto central da atualização do casal é o nivelamento do terreno. Eles explicam que a área estava muito mexida no passado e cheia de morros, inclinações e buracos, dificultando até caminhar.
Agora, com retroescavadeira e caminhão, a terra está sendo redistribuída para deixar a região mais plana. O detalhe importante é que eles aproveitam a própria terra do terreno, sem precisar comprar caçambas de barro ou aterro externo, o que reduz custo e acelera o processo.
Reforço de barrancos com pedras e preparo para uma área verde
Além de nivelar, o casal mostra que parte do trabalho é fortalecer uma encosta que antes estava frágil. Para isso, estão usando base de pedras em pontos estratégicos para dar mais estabilidade.
Eles também avisam que o visual de terra mexida é só uma etapa do processo. A intenção é plantar grama no chão todo e colocar árvores para arborizar o local, que antes era usado para extração de madeira. O objetivo é transformar a área em um recanto de natureza, e o preparo do solo é o começo disso.
A velocidade da transformação e o “antes e depois” em poucos dias
Um trecho que aparece com força no relato do casal é a diferença entre trabalho manual e trabalho com máquina. Eles descrevem como a mudança acontece rápido: em um ou dois dias, a retroescavadeira consegue fazer o que seria um esforço muito lento “na mão”.
Esse contraste ajuda a explicar por que eles chamam o momento de “obra grande” e “primeira obra de engenharia” do projeto. O terreno começa a ganhar forma visível, com linhas mais definidas e áreas que passam a ser aproveitáveis.
A vala que vira aterro e o limite do terreno ficando claro
Em outra atualização, o casal mostra o terreno de um ponto mais alto e aponta a linha de árvores que ficou preservada. Eles também explicam que uma parte coberta de mato está sendo nivelada para, depois, receber grama e árvores.
A obra inclui aterrar uma vala, descrita como um desnível enorme, para deixar a área “planadinha” e permitir trabalho e circulação com mais facilidade. O foco é preparar o terreno para funcionar, antes de levantar qualquer estrutura definitiva.
Motosserra entra na rotina e o casal aprende na prática
Para acelerar o trabalho no mato, o casal decide incluir mais uma habilidade na lista: aprender a usar motosserra. No vídeo, aparecem orientações sobre segurança e sobre o “recuo”, o movimento de bate e volta que exige cuidado no contato inicial.
A experiência é descrita como pesada e cansativa, com vibração, calor e impacto no corpo. Ainda assim, ela comemora a “primeira lenha” e avança em etapas, cortando troncos mais grossos aos poucos. É um tipo de aprendizado que combina com o projeto, porque autonomia também significa saber lidar com ferramentas do dia a dia.
Kombi Manezinha volta ao centro da história com limpeza e reencontro
A Kombi Manezinha, a “casinha” do casal durante quatro anos, aparece em outra parte do vídeo quando eles vão até a região sul da Ilha de Florianópolis para lavar o veículo. Eles contam que a Kombi rodou cerca de 80 mil km, do Ushuaia ao Alasca e depois até o Oceano Ártico, e que estava precisando de um cuidado completo.
A limpeza vira um evento: pré-lavagem, remoção de sujeira pesada, capricho no acabamento e o veículo pronto para um encontrinho marcado para 19 de abril de 2026, em São José, município vizinho de Florianópolis. A Kombi segue como parte da identidade do casal, mesmo com a mudança para a fase do terreno.
Uma pausa forçada: chuva, barro e a máquina que precisou parar
Nem tudo corre perfeito. Em um momento, o casal relata que choveu, o barro tomou conta do chão e a máquina parou de trabalhar naquele dia, seguindo para atender uma demanda no terreno do vizinho.
Mesmo assim, a avaliação é positiva: o terreno está ficando mais plano e a estrutura provisória evolui para proteger ferramentas e equipamentos, principalmente contra chuva. A obra segue no ritmo possível, respeitando clima e logística.
Próximos passos: base mais definitiva, casa oficina e mais estrutura
Com o avanço do nivelamento, o casal já antecipa a necessidade de uma base mais definitiva. Eles falam em uma casa, ou casa oficina, para guardar ferramentas, organizar eletrônicos, ampliar a cozinha e ter banheiro, já que agora mais pessoas se envolvem no processo.
Eles também citam a necessidade de uma caminhonete para deslocamento e transporte de materiais, indicando que a obra cria demandas práticas que vão surgindo conforme a rotina se instala. O projeto cresce junto com a estrutura de apoio, e isso faz parte do plano.
Você acha que o casal deveria priorizar primeiro a casa oficina para organizar a obra, ou já começar por uma área de convivência para receber amigos e família no refúgio?


Estes dois são um show, acompanho com carinho estas aventuras. Abração
Sigo o canal deles a bastante tempo é sempre um show de imagens e aprendizados mostrando várias culturas e dando a oportunidade de viajarmos junto com eles e parabéns a eles pelo novo projeto vai ser muito bom acompanhar essa conquista!!!
Amooo esse canal em plena pandemia eu vi a rotina deles e o canal cresceu sem pretendentes , assim como outros esse é um canal que não tem como não olhar 🥰🥰🥰 porque daqui a pouco a nova van Califinha já vai estar no canal e eu não vejo a hora de ver 🥰🥰