Longe dos gramados, Arrascaeta mantém ligação com o setor equestre que marcou sua infância no Uruguai, acompanha tratadores, criação e cuidados dos animais em propriedades ligadas a haras, enquanto preserva uma tradição familiar iniciada antes de seu nascimento e associada às corridas de cavalos que influenciaram até seu primeiro nome.
Arrascaeta construiu sua carreira profissional no futebol, mas a relação com cavalos começou muito antes de vestir a camisa do Flamengo ou da Seleção Uruguaia. Giorgian De Arrascaeta cresceu em uma família ligada ao ambiente equestre no interior do Uruguai e, já consolidado como jogador, passou a investir em propriedades e estruturas voltadas à criação e aos cuidados dos animais.
As informações foram publicadas pela CARAS Brasil em 4 de agosto de 2026, com atualização em 5 de agosto. A reportagem relaciona a atual atividade equestre do jogador à tradição mantida por sua família e destaca sua participação no acompanhamento dos cavalos, tratadores e manejo. A fonte não informa valores investidos, tamanho das propriedades ou quantidade de animais.
Nome de Arrascaeta nasceu de uma história ligada às corridas de cavalos
A ligação familiar com os cavalos aparece até no nome do jogador. Segundo a reportagem, seu pai, Alfredo, escolheu o primeiro nome Giorgian como homenagem a um cavalo que havia proporcionado momentos marcantes durante sua trajetória nas corridas de jóquei.
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Isso significa que o vínculo com o setor equestre antecede o próprio nascimento de Arrascaeta. A criação de cavalos não surgiu como uma atividade adotada apenas depois da fama no futebol, mas como continuidade de um ambiente familiar presente desde sua infância.
Infância no interior do Uruguai foi marcada por haras e animais

Arrascaeta cresceu tendo contato frequente com cavalos, haras e competições equestres no interior uruguaio. De acordo com a fonte, esse ambiente fazia parte da rotina familiar e acompanhou o atleta durante sua formação.
Mesmo depois da profissionalização no futebol e da mudança de escala de sua carreira, o vínculo foi mantido. O jogador preservou uma atividade ligada ao campo enquanto avançava em competições nacionais e internacionais pelo Flamengo e pela Seleção Uruguaia.
Futebol abriu espaço financeiro para investir em propriedades e criação
Com a consolidação da carreira, Arrascaeta passou a estruturar de maneira mais concreta sua ligação com os cavalos. A CARAS informa que o uruguaio adquiriu propriedades e direcionou investimentos para estruturas ligadas a haras e à criação de cavalos.
A publicação, porém, não revela quanto foi aplicado, quantas propriedades estão envolvidas, suas áreas ou o tamanho atual da tropa. Por isso, não é possível dimensionar financeiramente a operação equestre do jogador apenas com os dados disponibilizados pela fonte.
Arrascaeta acompanha manejo e trabalho realizado pelos tratadores
A presença do jogador nas propriedades não se limita à posse dos animais. Segundo a reportagem, quando sua agenda de jogos e treinamentos permite, Arrascaeta acompanha de perto o desenvolvimento dos cavalos e a rotina conduzida pelos profissionais responsáveis.
Esse acompanhamento inclui contato com os tratadores e atenção aos cuidados destinados à tropa. A atividade descrita envolve criação, manejo e acompanhamento dos animais, elementos que aproximam a propriedade de uma estrutura equestre organizada e não apenas de um espaço recreativo.
Cavalos de raça ocupam espaço na estrutura mantida pelo jogador
A fonte descreve os animais ligados às propriedades de Arrascaeta como cavalos de raça e associa a criação ao histórico familiar relacionado às competições equestres. O jogador também aproveita suas visitas para cavalgar quando o calendário profissional permite.
Não são informadas, entretanto, as raças específicas, a quantidade de exemplares, registros genealógicos, resultados em competições ou eventual receita gerada pela criação. Essas lacunas impedem classificar a estrutura como empreendimento comercial de determinada escala sem extrapolar o que foi publicado.
Tradição equestre atravessou gerações da família
O elemento mais consistente da história é justamente a continuidade. O cavalo que inspirou o nome Giorgian pertence à trajetória de seu pai; os haras fizeram parte da infância do atleta; e, já adulto, Arrascaeta passou a manter propriedades relacionadas à criação dos animais.
Assim, a ligação entre a família e os cavalos atravessou diferentes gerações e permaneceu mesmo depois de o futebol transformar completamente a dimensão profissional do uruguaio. A carreira esportiva e a atividade equestre seguem caminhos distintos, mas conectados pela origem familiar.
Propriedades mantêm Arrascaeta conectado ao campo fora do futebol
O calendário de Flamengo e Seleção Uruguaia limita naturalmente o tempo disponível para acompanhar a rotina das propriedades. Ainda assim, a reportagem afirma que Arrascaeta procura participar sempre que consegue, observando os animais e acompanhando o trabalho realizado no local.
A fonte também apresenta o campo como espaço utilizado pelo jogador para ficar distante da pressão cotidiana do futebol. Do ponto de vista produtivo, porém, o aspecto mais relevante é que existem propriedades, estrutura de haras, criação de cavalos e uma rotina de manejo acompanhada pelo atleta.
Dos cavalos do pai à própria estrutura equestre, tradição continua
A história de Arrascaeta no campo começou antes de sua carreira e até antes de seu nascimento. Décadas depois da homenagem feita por Alfredo ao batizar o filho, o jogador transformou aquela ligação familiar em uma estrutura própria associada a propriedades, haras e criação de cavalos.
Sem números sobre área, quantidade de animais ou investimento, não é possível medir o tamanho econômico da atividade, mas a continuidade da tradição equestre está claramente registrada pela fonte. O que mais chama sua atenção nessa relação de Arrascaeta com o campo: a origem de seu nome, a tradição familiar ou o investimento em criação de cavalos? Deixe sua opinião nos comentários.
