A Fazenda Paraíso integra a criação de Nelore da família do cantor a outra propriedade em São José do Rio Preto, com reprodução assistida no Tocantins, transporte próprio dos animais e uma estrutura que também recebe Zé Neto, Natália Toscano e os filhos.
A Fazenda Paraíso, no interior do Tocantins, funciona ao mesmo tempo como base de uma operação de pecuária de elite e como espaço de convivência da família de Zé Neto. Parte do trabalho da Nelore Joy começa ali, antes de continuar em outra propriedade no interior de São Paulo.
Na unidade tocantinense, Zé Neto e o pai concentram procedimentos de reprodução e o manejo inicial dos bezerros. O deslocamento dos animais para São José do Rio Preto explica a presença de carretas boiadeiras e de uma frota própria de seis caminhões pesados ligada à rotina das duas fazendas.
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A revista Caras informou em agosto deste ano que o cantor comprou a Fazenda Paraíso em 2021. A propriedade reúne grandes áreas verdes e um heliponto usado nas viagens de Zé Neto, da esposa, Natália Toscano, e dos filhos até o imóvel.
Da reprodução no Tocantins ao manejo em São Paulo
Na divisão descrita pela reportagem, as receptoras recebem os embriões no Tocantins e os bezerros permanecem na propriedade durante a etapa inicial de desenvolvimento. Depois, os animais são levados para São José do Rio Preto, onde prosseguem outras fases da criação mantida pela família.

A Fazenda Paraíso participa de uma etapa definida do trabalho com o rebanho. A inseminação artificial e o início do manejo ocorrem no Tocantins, enquanto a transferência dos bezerros para a unidade paulista exige o deslocamento entre propriedades situadas em estados diferentes.
Essa logística é feita com veículos do próprio núcleo rural. As carretas boiadeiras atendem ao transporte do rebanho, enquanto os caminhões conectam as etapas executadas nas duas propriedades e cumprem uma função diretamente ligada à movimentação dos animais.
A relação publicada pela Caras soma um Mercedes-Benz Atron 1719 branco, dois Volvo FH 460 pretos, um Volkswagen Constellation 330 branco, um Volvo FH 460 amarelo e outro vermelho. Os seis caminhões também receberam elementos de personalização visual.
Dentro da operação descrita para a Nelore Joy, caminhões e carretas são usados para levar o rebanho de uma propriedade à outra conforme os animais avançam pelas diferentes fases do manejo, além do interesse pessoal do sertanejo por veículos pesados.
Genética e leilões ampliam o uso produtivo das fazendas
O trabalho com os animais é voltado à raça Nelore. Zé Neto mantém a Nelore Joy com o pai, em um projeto de seleção e melhoramento genético que reúne reprodução assistida, criação dos bezerros e participação de exemplares em leilões e exposições especializadas.
A criação ganhou uma frente comercial com o primeiro leilão de elite ligado ao projeto. Em julho de 2025, a Gazeta de Rio Preto informou que o evento movimentou cerca de R$ 10 milhões e que quatro animais da Nelore Joy participaram da Expo Rio Preto daquele ano.
Entre os exemplares apresentados estava a fêmea Escondendo o Ouro FIV Joy, avaliada em mais de R$ 1 milhão, conforme a publicação. A mesma reportagem registrou que o projeto resultava, naquele momento, de oito anos de trabalho voltado à seleção genética do Nelore.
Os valores divulgados se referem aos animais e ao primeiro leilão citado pelas reportagens, e não a uma avaliação de toda a Fazenda Paraíso. Eles situam a criação em eventos especializados nos quais exemplares selecionados do plantel são apresentados e negociados.
O caminho dos bezerros entre Tocantins e São Paulo também mostra como reprodução, manejo e transporte foram distribuídos entre as propriedades. A fazenda tocantinense recebe a fase inicial; depois, os animais seguem de caminhão para São José do Rio Preto, onde continuam as etapas seguintes da criação.
Heliponto e áreas verdes atendem à rotina familiar

A estrutura da Fazenda Paraíso não se limita à criação dos animais. O heliponto oferece acesso aéreo ao imóvel, enquanto registros reproduzidos pela Caras mostram estradas internas, campos e extensas áreas verdes frequentadas por Zé Neto, Natália Toscano e os filhos.
O espaço familiar convive com o uso produtivo da fazenda. No mesmo local destinado a períodos de descanso, ocorrem procedimentos ligados à reprodução e ao começo do manejo dos bezerros antes de eles serem transportados para a propriedade paulista.
Heliponto, estradas internas, caminhões e carretas cumprem funções distintas dentro dessa estrutura. Os primeiros aparecem ligados ao acesso e à circulação pela propriedade, enquanto os veículos pesados são associados nas reportagens ao deslocamento do rebanho entre Tocantins e São Paulo.
Os caminhões também aparecem em episódios fora da logística pecuária. Em 2024, Zé Neto buscou o filho na escola dirigindo um dos veículos depois de um pedido da criança, situação posteriormente retomada pela Caras ao apresentar a frota mantida pelo cantor.

