Anvisa aprovou o registro do Aquipta, à base de atogepanto, para prevenir enxaqueca em adultos com pelo menos quatro episódios mensais. Segundo a agência, estudos clínicos mostraram redução significativa dos dias de enxaqueca em comparação ao placebo, tanto entre pacientes com a forma episódica quanto entre aqueles com forma crônica.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (8) o registro do Aquipta, medicamento oral à base de atogepanto indicado para adultos que apresentam pelo menos quatro episódios de enxaqueca por mês. A autorização amplia as opções disponíveis para prevenção das formas episódica e crônica da doença.
Segundo reportagem do ND Mais, com informações da Anvisa, a aprovação foi oficializada por meio de resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU). A agência informou ainda que os estudos clínicos utilizados no desenvolvimento do medicamento demonstraram redução significativa no número de dias de enxaqueca por mês quando comparados ao placebo.
Aquipta é indicado a adultos com pelo menos quatro episódios mensais

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O medicamento tem caráter preventivo e foi autorizado para utilização tanto na enxaqueca episódica quanto na forma crônica da doença.
Registro foi oficializado no Diário Oficial da União
A decisão regulatória foi formalizada por resolução publicada no DOU.
Com o registro, o Aquipta passa a integrar as opções terapêuticas aprovadas pela agência para prevenção da enxaqueca dentro da indicação estabelecida.
Atogepanto atua em uma via ligada à transmissão da dor
O princípio ativo do Aquipta é o atogepanto.
Segundo a Anvisa, a substância atua bloqueando uma via envolvida tanto na transmissão da dor quanto na fisiopatologia da enxaqueca.
A ação está relacionada à prevenção das crises, e não apenas ao manejo de um episódio já iniciado.
Estudos compararam atogepanto com placebo

Os dados clínicos analisados pela agência incluíram comparações entre o medicamento e placebo.
Segundo a Anvisa, os estudos demonstraram uma redução significativa no número de dias de enxaqueca por mês entre os pacientes tratados com atogepanto.
A fonte não apresenta, porém, os números absolutos dessa redução.
Resultado foi observado na enxaqueca episódica
A eficácia relatada nos estudos não ficou restrita a apenas um perfil de paciente.
De acordo com a agência, participantes com enxaqueca episódica apresentaram redução significativa no número de dias com a condição em comparação ao placebo.
A aprovação inclui essa forma da doença entre as indicações do medicamento.
Forma crônica também apresentou redução de dias com enxaqueca
Os resultados citados pela Anvisa também envolveram pacientes com enxaqueca crônica.
Segundo a agência, o grupo tratado com atogepanto apresentou redução significativa dos dias de enxaqueca por mês em comparação ao placebo.
A nova opção oral, portanto, foi aprovada para prevenção nas duas formas mencionadas.
Enxaqueca é uma doença neurológica incapacitante

A enxaqueca é descrita na fonte como uma doença neurológica altamente incapacitante.
As crises são recorrentes e envolvem dor de cabeça de intensidade moderada a grave.
Os episódios também podem vir acompanhados de outros sintomas.
Náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao som podem acompanhar crises
Entre os sintomas citados estão náuseas, vômitos, sensibilidade à luz e sensibilidade ao som.
Essas manifestações ajudam a explicar por que a doença pode produzir impacto além da própria dor de cabeça.
A frequência dos episódios varia entre os pacientes e é um dos elementos considerados na indicação preventiva.
Condição afeta cerca de 15% da população mundial
Segundo a fonte, a enxaqueca atinge aproximadamente 15% da população mundial.
A condição também pode comprometer de forma significativa a qualidade de vida de quem apresenta crises recorrentes.
Os efeitos podem alcançar diferentes áreas da rotina.
Doença repercute no trabalho e na vida social
A enxaqueca pode gerar impacto no trabalho, na vida social e também aumentar a procura por serviços de saúde.
Essas repercussões tornam a prevenção uma parte importante do manejo da doença em pessoas que apresentam episódios frequentes.
A indicação do Aquipta considera justamente pacientes com pelo menos quatro episódios mensais.
Tratamentos preventivos já existiam antes da aprovação
A fonte ressalta que já existem opções terapêuticas utilizadas para prevenção da enxaqueca.
Segundo a Anvisa, porém, muitas dessas alternativas não atuam diretamente nos mecanismos fisiopatológicos envolvidos na doença.
O Aquipta foi apresentado pela agência como uma nova opção dentro desse cenário.
Anvisa classifica Aquipta como nova opção oral de prevenção
A agência descreve o medicamento como uma nova opção de tratamento oral para prevenção da enxaqueca episódica e crônica.
O registro se apoia nos estudos clínicos apresentados durante o processo regulatório e na indicação para adultos com frequência mínima de quatro episódios por mês.
A fonte não informa detalhes sobre preço, disponibilidade comercial, dosagem ou início das vendas.
Aprovação amplia opções para pacientes com crises frequentes
Com o registro autorizado pela Anvisa, o atogepanto passa a representar uma nova alternativa oral de prevenção para adultos enquadrados nos critérios estabelecidos.
Segundo a agência, os estudos que fundamentaram a decisão demonstraram redução significativa dos dias de enxaqueca em comparação ao placebo nas formas episódica e crônica.
Na sua opinião, a chegada de uma nova opção oral de prevenção pode facilitar o tratamento de pessoas que convivem com crises frequentes de enxaqueca? Deixe sua opinião nos comentários.
