Korbein Schultz enviou mais de 90 documentos confidenciais em troca de US$ 42 mil e agora cumpre pena nos Estados Unidos.
Um ex-analista de inteligência do Exército dos Estados Unidos foi condenado a sete anos de prisão por vender informações confidenciais a um contato na China. O anúncio foi feito pelo Departamento de Justiça dos EUA na quarta-feira.
Venda de documentos confidenciais
Korbein Schultz, de 25 anos, natural de Wills Point, Texas, admitiu em agosto de 2024 ter conspirado para coletar e transmitir informações de defesa nacional.
Ele também se declarou culpado de exportar ilegalmente informações controladas e de aceitar subornos em troca de documentos confidenciais e não públicos do governo dos EUA.
-
O que muita gente trata como erva daninha virou bicicleta nas mãos de um chileno, José Tomás transforma o coligüe, bambu nativo que cresce até cinco vezes mais rápido que o pinheiro, em bikes, bengalas e talheres
-
Com 3,3 milhões de litros de água e esbanjando 23 mil metros quadrados, o AquaFoz está entre os maiores aquários da América do Sul e do mundo
-
Relatos sobre possível prisão de Diogo Defante nos EUA durante a Copa de 2026 repercutem nas redes e levantam dúvidas sobre o que realmente aconteceu
-
O pastor coreano de 71 anos que construiu uma caixa na parede para salvar bebês abandonados e já acolheu mais de 2 mil crianças sem pedir o nome de nenhuma mãe
Schultz formou uma parceria com um indivíduo identificado apenas como “Conspirador A”, supostamente residente em Hong Kong. Entre maio de 2022 e março de 2024, Schultz enviou pelo menos 92 documentos militares secretos, em troca de cerca de US$ 42.000.
Foco em Taiwan e Ucrânia
O “Conspirador A” alegou ser cliente de uma empresa de consultoria geopolítica e pediu a Schultz análises detalhadas sobre capacidades militares dos EUA. As solicitações incluíam informações sobre o planejamento militar relacionado a Taiwan e ao conflito entre Rússia e Ucrânia.
Além disso, Schultz forneceu documentos sobre exercícios militares dos EUA na República da Coreia e nas Filipinas, além de dados sobre satélites e sistemas de defesa antimísseis americanos.
Alerta do FBI
O diretor do FBI, Kash Patel, comentou a condenação. “Esta sentença é um aviso severo para aqueles que traem nosso país: vocês pagarão um preço alto por isso”, afirmou. Patel também destacou que a China continua empenhada em roubar informações de defesa nacional dos Estados Unidos, considerando os militares um dos principais alvos.

-
1 pessoa reagiu a isso.