Em meio ao período básico da formação militar, estudantes da ESA relatam perda de motivação após presenciarem reclamações de carreira, pressão psicológica e até instrutores atuando como motoristas de aplicativo fora do quartel
O aumento no número de desligamentos voluntários de alunos da Escola de Sargentos das Armas (ESA) em 2026 começou a chamar atenção dentro da comunidade militar e também entre candidatos que sonham em seguir carreira no Exército Brasileiro. Embora desistências durante a formação sempre tenham existido, relatos recentes indicam que a principal motivação mudou — e isso está gerando preocupação até entre militares veteranos.
Segundo depoimentos publicados por alunos e familiares nas redes sociais ao longo de maio de 2026, muitos estudantes estão deixando o curso não apenas pela pressão física ou psicológica tradicional da formação militar, mas também por um fator considerado inesperado: a desmotivação causada pela própria realidade da carreira de sargento.
A informação ganhou força após relatos compartilhados pelo canal Speed Militar no dia 14 de maio de 2026, onde alunos afirmam ter presenciado instrutores reclamando da carreira militar e até trabalhando como motoristas de aplicativo fora do horário de serviço.
-
Jovem anuncia saída da Havan e assusta os pais, mas revela promoção para trabalhar diretamente com Luciano Hang, emociona a família e transforma uma suposta despedida em conquista profissional dentro do grupo varejista de Brusque que viralizou nas redes sociais em Santa Catarina
-
Dois irmãos montaram uma estação de escuta em um bunker e alimentaram a lenda dos cosmonautas perdidos, o mistério da Guerra Fria sobre supostos sinais soviéticos captados antes de Gagarin que até hoje intriga curiosos da corrida espacial
-
Uma empresa do interior de Santa Catarina recebe das serrarias uma madeira que duraria um ou dois anos e a devolve com garantia de mais de 15; o segredo da madeira tratada está em substituir a seiva do eucalipto e do pinus por uma solução química num processo de cerca de 10 dias
-
Um morador de uma cidade de 6 mil habitantes jogou no lixo sem querer uma raspadinha premiada e percebeu o erro depois que a família já tinha levado o saco embora; ele mergulhou na lixeira a tempo e resgatou um bilhete que valia cerca de R$ 506 mil
Desligamentos na ESA sempre existiram, mas motivação mudou em 2026
Historicamente, o maior número de desligamentos na ESA costuma ocorrer durante a chamada “Semana Zero”, período de adaptação realizado logo no início do curso militar. É nessa fase que muitos candidatos enfrentam o primeiro choque de realidade da rotina no Exército.
A adaptação inclui:
- Forte cobrança disciplinar
- Pressão psicológica constante
- Poucas horas de sono
- Exigência física intensa
- Rotina rígida e sem autonomia
- Escalas e serviços frequentes
Além disso, unidades localizadas em regiões mais frias do país, como Alegrete e Blumenau, também costumam registrar dificuldades adicionais para alunos vindos de estados mais quentes.
No entanto, conforme relatos divulgados em maio, o cenário deste ano apresenta um diferencial. Segundo estudantes do período básico, muitos desligamentos estariam acontecendo mesmo após a fase inicial de adaptação.
“Meu filho falou que ontem saíram três”, relatou a mãe de um aluno em uma publicação compartilhada nas redes. Outro estudante afirmou que colegas decidiram pedir desligamento após presenciarem sargentos reclamando da carreira militar diariamente.
Ainda segundo os relatos, alguns alunos passaram a questionar o futuro profissional ao descobrirem que militares graduados estariam buscando renda extra fora da caserna.
Relatos sobre sargentos fazendo Uber aumentaram impacto psicológico nos alunos
Entre os comentários que mais repercutiram entre candidatos e militares da reserva está a informação de que alguns terceiros-sargentos estariam atuando como motoristas de aplicativo fora do horário de serviço.
Embora não exista levantamento oficial do Exército Brasileiro sobre esse tipo de atividade paralela, o assunto ganhou força após perfis militares nas redes sociais divulgarem supostos números de pedidos de baixa feitos por sargentos em 2026.
Segundo alunos da ESA, a situação acaba provocando um efeito psicológico dentro da formação.
Isso porque muitos estudantes chegam à escola carregando uma visão idealizada da carreira militar. Porém, ao presenciarem reclamações frequentes sobre salário, rotina e perspectivas profissionais, parte deles passa a reconsiderar a permanência no curso.
“Tem instrutor reclamando da carreira o tempo inteiro”, comentou um aluno em uma publicação compartilhada nas redes sociais.
Outro estudante afirmou que, apesar de “vibrar com o Exército”, começou a enxergar que a estabilidade talvez não compensasse os desgastes da profissão.
Pressão da formação militar continua sendo um dos principais fatores
Mesmo com a nova onda de desmotivação, especialistas e militares veteranos reforçam que a formação da ESA continua sendo extremamente exigente.
O curso tem duração de aproximadamente dois anos e exige alto nível de resistência emocional e disciplina contínua. Nesse período, os alunos convivem com:
- Pouco tempo de descanso
- Alto volume de estudos
- Treinamentos físicos constantes
- Hierarquia rígida
- Cobrança intensa por desempenho
- Distanciamento da família
Além disso, o ambiente militar naturalmente reduz a liberdade individual, especialmente durante o período básico.
Para muitos candidatos, a soma entre desgaste físico e dúvidas sobre o futuro profissional acaba pesando mais do que o esperado.
Especialistas alertam sobre romantização da carreira militar
O crescimento das desistências também reacendeu um debate antigo entre concurseiros militares: a romantização da carreira.
Segundo diversos criadores de conteúdo voltados para concursos militares, muitos candidatos iniciam os estudos motivados apenas por estabilidade financeira, status da farda ou influência emocional das redes sociais.
No entanto, veteranos alertam que a realidade da profissão é muito mais complexa.
Antes de escolher qualquer concurso público — especialmente militar —, especialistas recomendam que o candidato pesquise profundamente sobre a rotina da carreira e converse diretamente com profissionais da área.
A orientação inclui analisar:
- Rotina real de trabalho
- Qualidade de vida
- Transferências obrigatórias
- Impacto psicológico da profissão
- Perspectiva salarial
- Escalas de serviço
- Relação entre vida pessoal e carreira
Conforme publicado por candidatos nas redes sociais em maio de 2026, muitos estudantes afirmam que só entenderam o verdadeiro peso da carreira após ingressarem na ESA.
Debate sobre valorização militar cresce nas redes sociais
O tema também ampliou discussões sobre valorização salarial nas Forças Armadas.
Embora o Exército Brasileiro continue sendo uma das instituições mais respeitadas do país, militares de baixa e média patente frequentemente utilizam as redes sociais para relatar dificuldades financeiras, desgaste profissional e insatisfação com progressão de carreira.
Ainda assim, muitos militares seguem defendendo a profissão e afirmam que a carreira continua sendo uma excelente oportunidade para quem possui verdadeira vocação militar.
Apesar da repercussão negativa envolvendo os desligamentos recentes, alunos e veteranos reforçam que existem milhares de militares satisfeitos com a profissão em todo o país.
A discussão, porém, escancarou um ponto importante para quem pretende ingressar na ESA: entender profundamente a carreira antes de investir anos de preparação.
Segundo relatos divulgados em maio de 2026, muitos dos alunos que desistiram afirmaram que o choque entre expectativa e realidade acabou sendo maior do que imaginavam.


O foco principal disso é a bagunça salarial começada no governo Bolsonaro onde os comandantes só olhavam Pará os seus umbigo e depois veio o tiro de misericórdia no governo Lula.
Bem feito, vocês tem mais é que se lascar por terem baixado a cabeça pra um ****.
Aaah pelo amor de deus neh… o cara já começa ganhando de 4 a 6k por mês, com 16 anos, ja chega na casa dos 10-12 mil, com garantia de emprego vitalício, eu sou motouber, rodo 6h por dia, faco de 5 a 6 mil **** por mês, descontando tudo sobra 1500 a 2 mil pra fazer o que quiser, e isso se eu trabalhar, pq se nao trabalhar, não tem atestadozinho não… se o cara ta insatisfeito com 4 a 6 mil de começo de carreira, vai colher cana num sol 40 graus de racha o crânio, trabalhar de servente de pedreiro, levando baldes de cimento num sol do caralheo… ah pelo amor, um soldo desse valor logo de inicio de carreira ta excelente, pra uma pessoa que não tem faculdade, não tem nada profissionalizante no currículo, e recebe 4k de cara, foras os outros benefícios, tá ótimo…