Em Porto Alegre, a rua Gonçalo de Carvalho tornou-se um ícone mundial por unir natureza e urbanismo: um túnel verde formado por tipuanas centenárias que transformou o cotidiano urbano em um refúgio de beleza e história
Nem toda cidade brasileira é feita apenas de concreto. Algumas conseguem equilibrar o verde com o urbano de forma tão natural que parecem ter sido desenhadas para isso. É o caso da rua Gonçalo de Carvalho, em Porto Alegre, reconhecida internacionalmente pela perfeita combinação entre árvores, casarões e cotidiano urbano.
Um refúgio verde no centro da capital
Localizada no bairro Independência, a via tem cerca de 500 metros e é cercada por dezenas de tipuanas que formam um túnel verde sobre o asfalto.
Essa vegetação exuberante não serve apenas para embelezar o cenário: ela reduz o calor, melhora a qualidade do ar e abriga diversas espécies da fauna urbana.
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Além disso, o local ainda guarda parte importante da história porto-alegrense. As construções do início do século 20 que se alinham ao longo da rua ajudam a preservar a memória arquitetônica do centro da cidade.
Essa mistura de beleza natural e valor histórico fez com que a rua Gonçalo de Carvalho fosse declarada Patrimônio Ambiental em 2006.
De rua charmosa a ícone mundial
A fama internacional surgiu de maneira inesperada. O biólogo português Pedro Nuno Teixeira Santos publicou em seu blog fotos da rua, destacando a maneira como a natureza e o urbanismo coexistem de forma quase poética.
As imagens rapidamente se espalharam pela internet, encantando pessoas de diferentes países.
Foi assim que o logradouro ganhou o apelido de “a rua mais bonita do mundo”. Embora o título não seja oficial, ele se consolidou pela força popular e pelo impacto visual das copas das tipuanas que formam um verdadeiro túnel verde.
Beleza que inspira sustentabilidade
Mais do que um ponto turístico, a rua Gonçalo de Carvalho virou símbolo de um modelo urbano que prioriza o bem-estar coletivo.
Turistas e moradores visitam o local para apreciar o contraste entre o verde intenso e o concreto, além de entender como pequenas ações de preservação podem transformar uma cidade.
Quem passa por lá percebe rapidamente por que o local é tão especial. A luz atravessando as copas, o som dos pássaros e o ar mais leve tornam o passeio uma experiência sensorial e inspiradora.
Com informações de Diário do Litoral.
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Entre colinas verdejantes, estradas rurais e casas de pedra cobertas por videiras, Bibury é uma pequena vila no condado de Gloucestershire, no sudoeste da Inglaterra. O vilarejo, que há décadas inspira artistas, escritores e cineastas, foi eleito “a vila mais bonita do mundo” pela revista Forbes, reforçando sua fama mundial e atraindo ainda mais visitantes em busca de um cenário digno de um conto de fadas.
Uma vila digna de quadro
Conhecida pela arquitetura típica de Cotswolds, Bibury fica próxima a Cirencester, considerada a “capital” da região.
O artista britânico William Morris já a descrevera, no século XIX, como “a vila mais bonita da Inglaterra” — um título que agora ganhou reconhecimento global.
A Forbes, em sua edição de setembro de 2025, destacou o charme atemporal do lugar, que já havia sido elogiado por veículos como Fox News e HuffPost.
O principal cartão-postal é Arlington Row, uma fileira de casas de pedra dourada às margens do Rio Coln. Construídas no século XIV como armazéns e transformadas em moradias de tecelões no século XVII, as casinhas são hoje as mais fotografadas do Reino Unido.
Tanto que estamparam as notas de £20 do Banco da Inglaterra, tornando-se símbolo da identidade rural britânica.
Além disso, o cenário de Arlington Row apareceu no filme Stardust (2007), estrelado por Michelle Pfeiffer, Robert De Niro, Claire Danes e Sienna Miller.
A produção reforçou o encanto do vilarejo, que parece congelado no tempo e cercado por natureza exuberante.
Natureza e tradição preservadas na cidade mais bonita do mundo
O Rio Coln corta o coração de Bibury e banha a chamada Ilha Rack, um prado úmido que abriga aves e plantas típicas da região.
A harmonia entre a paisagem e as construções históricas cria um equilíbrio raro entre natureza e urbanismo.
Outro ponto de destaque é a Igreja Saxônica de Santa Maria, famosa por um vitral desenhado em 1927 por Karl Parsons.
A obra inspirou uma série de selos natalinos do Royal Mail em 1992. Nas proximidades, a Fazenda de Trutas de Bibury oferece uma experiência educativa sobre a criação de peixes e o manejo sustentável da água — atividades que reforçam o vínculo da comunidade com o meio ambiente.
Esses elementos tornam Bibury um destino completo, combinando história, arte e natureza.
A cidade mais bonita do mundo: fama que cobra seu preço
Apesar do reconhecimento mundial como a cidade mais bonita do mundo, a beleza de Bibury vem acompanhada de desafios.
Com cerca de 700 habitantes, o vilarejo recebe até 20 mil visitantes nos fins de semana, o que causa engarrafamentos e filas em pequenas lojas.
Moradores relatam incômodos com turistas que ultrapassam muros e janelas em busca da “foto perfeita”.
O presidente do Conselho Paroquial, Craig Chapman, afirmou à BBC que o título é “uma honra”, mas também “uma faca de dois gumes”.
“A quantidade de turismo que a cidade atrai é problemática e tem um custo para os moradores locais.
É uma grande honra, mas também uma surpresa, porque há muita concorrência”, disse Chapman, resumindo o dilema entre orgulho e desgaste que Bibury enfrenta ao ser, enfim, reconhecida como a vila mais bonita do mundo.
Com informações de O Globo.


Essa rua de Gonçalo de Carvalho, de 500m de extensão, em Porto Alegre-(RS), não chega aos pés da avenida Parque de Torquato Tapadjós, em Itacoatiara-(AM), de 2.000m de extensão, com um túnel central verde, de benjaminzeiros centenários, com pistas para veículos nas laterais do túnel verde.
Viva a democracia!!??
Não sei da onde está tua é a mais linda do mundo. Uma imundice, calçadas esburacadas, suja, cheia de **** de ****, de arrombamentos e assaltantes, não tem até atrativo algum é coisa de jornalista de Porto Alegre que fica inventando modinha, pois Porto alegressense é isso, teclado e aí inventa estas coisas… m
I don’t live there, but there are definitely a lot of good people in that city