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Vídeo Jornal Nacional: 20 plataformas começam a chegar a partir de 2018 gerando 500 mil empregos

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Escrito por Paulo Nogueira Publicado em 21/11/2017 às 06:39

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20 plataformas no pré-sal
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Leilões de novas áreas de exploração devem aquecer mercado. Até 2021, devem entrar em operação no pré-sal 20 plataformas.

[supsystic-social-sharing id=’1′]Analistas do mercado de trabalho estimam que a indústria do petróleo vai ajudar a produzir meio milhão de empregos nos próximos cinco anos, principalmente por causa do pré-sal. Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio. Todos os dias, centenas de passageiros se apresentam para o embarque: trabalhadores do petróleo. Antes de fazer a reportagem, a gente precisa vestir um macacão, que é um equipamento de segurança. Decolamos em direção ao Campo de Lula, na Bacia de Santos.

Cerca de 500 pilotos e copilotos de helicóptero trabalham nessa indústria, além de centenas de comissários, técnicos e mecânicos de aeronave. Uma hora e dez minutos depois, vemos o navio-plataforma Cidade de Itaguaí, um gigante do tamanho de três campos de futebol.E 20 plataformas como ela devem entrar em operação no pré-sal até 2021. Cada uma pode produzir 150 mil barris de petróleo por dia. O navio é conectado a seis poços produtores. As reservas estão a sete quilômetros de profundidade.

O navio é todo dividido em módulos. Tem uma unidade geradora de energia elétrica capaz de iluminar uma cidade de 250 mil habitantes. Dentro tem mais de 21 mil equipamentos, quase todos controlados à distância. Por isso, são necessários profissionais altamente especializados: engenheiros, mecânicos, técnicos em eletrônica, gente disposta a passar todo o mês, duas semanas longe de casa.
A Bruna já se acostumou ao revezamento.“A gente tenta amenizar a distância da família, a distância de casa, os amigos, o confinamento, sendo uma família realmente a bordo”, diz a engenheira química Bruna Pacheco. Menos de 10% da tripulação é de mulheres. A Carla testa o óleo do pré-sal. “O óleo daqui é excelente”, afirma Carla.

No coração do navio tem engenheiros e técnicos; no convés, equipes de emergência e de manutenção. O pessoal da pintura luta contra a ferrugem. Um batalhão que precisa comer: são 40 mil refeições por ano. O Zé Ricardo lava a louça.
“Vale a pena porque a gente está levando sustento para casa”, conta.
Nos últimos anos, o setor já perdeu quase meio milhão de empregos, mas leilões de novas áreas de exploração devem aquecer o mercado. Vejam o vídeo abaixo da reportagem do Jornal Nacional!

Vídeo do YouTube

“Para cada US$ 1 bilhão em investimento, 25 mil e poucos empregos são gerados. Então a gente imagina, fazendo uma conta rápida, que nos próximos cinco anos, não é de forma linear, mas a gente vai ter aí perto de 500 mil empregos novos sendo gerados”, explica Cláudio Makarovsky, diretor da Abespetro, a Associação Brasileira das Empresas de Serviço de Petróleo.
E você, já pensou em trabalhar numa plataforma?
“No início você vai encontrar muitos desafios até se acostumar a essa rotina. É legal, eu gosto muito”, resume Bruna. Fonte: Jornal Nacional

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Paulo Nogueira

Técnico em Elétrica desde 2008, formado pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), antigo CEFET, uma das mais tradicionais instituições de ensino técnico do Brasil. Atuou por diversos anos nas áreas de petróleo e gás offshore, energia e construção, experiência que hoje aplica na produção de conteúdo especializado sobre o setor energético. Com mais de 8 mil publicações em revistas e portais online, dedica-se à cobertura do mercado de trabalho, petróleo e gás, energia, economia, renováveis e empreendedorismo. Para dúvidas, sugestões ou correções, entre em contato pelo e-mail paulohsnogueira@gmail.com. Este canal não recebe currículos.

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