Americanas fecha 193 lojas em 2025, reduz 22% da operação e passa de 1.663 para 1.470 unidades após crise iniciada em janeiro de 2023 com irregularidades contábeis
A recuperação judicial da Americanas levou ao fechamento de 193 lojas em 2025, reduzindo 22% das operações. A medida ocorre após a crise iniciada em janeiro de 2023, com a revelação de irregularidades contábeis, e impacta a estrutura e a base de clientes da companhia. Os dados desta matéria são deste artigo do Diário do Comércio.
Fechamento de lojas e efeitos da recuperação judicial da Americanas
O encerramento das 193 unidades integra o processo de recuperação judicial da Americanas, iniciado após a divulgação das inconsistências contábeis em 2023. A redução representa 22% da operação total da varejista.
Entre os pontos fechados está a loja do Shopping Iguatemi São Paulo, encerrada em dezembro de 2025. O fechamento da unidade é apontado como símbolo das transformações enfrentadas pela empresa durante o processo de reestruturação.
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Redução da rede e novo dimensionamento
Em dezembro de 2025, a empresa operava com 1.470 lojas. No final de 2024, eram 1.663 unidades. A diminuição reflete o redimensionamento promovido dentro da recuperação judicial da Americanas.
O ajuste envolveu o fechamento de pontos de venda e a revisão de estratégias comerciais. A companhia reavaliou sua presença física e sua estrutura de negócios ao longo de 2025.
Queda na base de clientes e desempenho das lojas físicas
A base de clientes recuou de 47,3 milhões em 2024 para 40,8 milhões em 2025. A maior parte dos 150,66 milhões de itens vendidos no período foi comercializada em lojas físicas.
Os números reforçam a dependência do varejo presencial. O cenário impacta diretamente os resultados da recuperação judicial da Americanas, que busca reequilibrar sua atuação no mercado.
Plano de transformação e foco em rentabilidade
Diante das dificuldades, a empresa implementa um plano de transformação. A estratégia prioriza otimização operacional e melhoria da rentabilidade.
O objetivo é realinhar a presença de mercado após a crise contábil revelada em 2023. A reestruturação segue em curso, com ajustes estruturais e operacionais para sustentar a nova fase da companhia, que segue enfrentando desafios no setor varejista.
Com informações de Diário do Comércio.
