Uma massa de ar frio mais intensa do que o normal para abril avança sobre o Brasil entre os dias 25 e 28 de abril, impulsionada por um ciclone extratropical e uma frente fria organizada. O Sul será a região mais afetada, com mínimas abaixo dos 10°C no pico do resfriamento na terça-feira (28), e o frio deve alcançar áreas do Sudeste e do Centro-Oeste nos dias seguintes.
Depois de dias de calor acima do esperado em boa parte do país, a massa de ar frio que se aproxima do Brasil promete uma virada brusca no tempo a partir do próximo fim de semana. Segundo o Meteored, a mudança mais significativa está prevista para ocorrer entre os dias 25 e 26 de abril, quando o sistema conseguirá avançar com força sobre o Sul e começar a atingir áreas do Sudeste e do Centro-Oeste. Estados como Rio Grande do Sul e Santa Catarina serão os primeiros a sentir a queda nas temperaturas e o aumento na frequência de chuvas com potencial para volumes elevados.
A entrada do ar frio será impulsionada pela formação de uma área de baixa pressão e pelo avanço de uma frente fria mais organizada do que as que atingiram o país nas semanas anteriores. Um ciclone extratropical atuando ao sul do Uruguai contribuirá para canalizar ventos mais gelados em direção ao território brasileiro, acelerando o deslocamento da massa de ar frio e ampliando seu alcance geográfico. O pico do resfriamento está previsto para a terça-feira (28), quando os termômetros podem registrar mínimas abaixo dos 10°C em diversas cidades do Sul.
O que vai provocar a chegada da massa de ar frio ao Brasil

Segundo informações divulgadas pelo portal ndmais, o mecanismo que empurra a massa de ar frio em direção ao Brasil combina três fatores meteorológicos. O primeiro é a formação de uma área de baixa pressão atmosférica, que funciona como um motor que puxa ar gelado das latitudes mais altas do continente em direção ao norte. O segundo é o avanço de uma frente fria mais organizada e persistente do que as que passaram nas últimas semanas, capaz de varrer o Sul de sudoeste para nordeste com mais eficiência.
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O terceiro fator é o ciclone extratropical posicionado ao sul do Uruguai, que ajuda a canalizar os ventos frios e a acelerar sua entrada no território brasileiro. A combinação desses três elementos cria condições para que a massa de ar frio avance com maior abrangência e intensidade, atingindo não apenas o extremo sul, mas também áreas mais ao norte que raramente sentem os efeitos de sistemas polares em abril.
Como ficam as temperaturas no Sul entre sexta e terça-feira
A mudança no tempo será gradual, mas perceptível. No Rio Grande do Sul, as máximas à tarde devem cair para a faixa dos 25°C já na sexta-feira (25), com valores ainda menores nas regiões serranas. Durante a noite, os termômetros tendem a oscilar entre 14°C e 16°C nos primeiros dias, caindo progressivamente à medida que a massa de ar frio se consolida sobre a região.
O momento mais intenso do resfriamento ocorre na terça-feira (28), quando diversas cidades do Sul devem registrar mínimas abaixo dos 10°C. Regiões de serra, como a Serra Gaúcha e a Serra Catarinense, podem marcar temperaturas ainda mais baixas, com possibilidade de valores próximos a 5°C nas madrugadas mais frias. A sensação térmica será intensificada pelo vento, que deve permanecer moderado a forte durante todo o período de atuação do sistema.
O avanço do frio para o Sudeste e o Centro-Oeste
No início da próxima semana, a massa de ar frio se espalha por toda a região Sul e alcança o sul do Mato Grosso do Sul, além de áreas do sul e do leste de São Paulo. Ainda assim, o resfriamento não será uniforme em todo o país. Enquanto o Sul registra temperaturas significativamente mais baixas, o Centro-Oeste e o Sudeste podem manter máximas elevadas durante o dia, impulsionadas por condições pré-frontais, quando ventos quentes antecedem a chegada da frente fria.
Essa dinâmica cria contrastes térmicos expressivos. Uma cidade do interior de São Paulo pode registrar máxima de 30°C na segunda-feira e cair para 18°C na terça, conforme a frente fria avança e o ar polar substitui a massa de ar quente. Para o Centro-Oeste, o impacto tende a ser mais moderado, com queda nas mínimas noturnas, mas sem a intensidade observada no Sul. Regiões mais ao norte do país não devem sentir efeitos significativos dessa onda de frio.
O que esperar depois da passagem da massa de ar frio
Após o pico de resfriamento na terça-feira (28), a tendência é de estabilização gradual das temperaturas ao longo da semana seguinte. A massa de ar frio perde força à medida que se afasta das latitudes polares, e o sol volta a aparecer com mais intensidade, especialmente no Sul e no Sudeste. No entanto, as mínimas noturnas devem permanecer baixas por mais alguns dias, já que o ar seco que acompanha o sistema polar mantém o céu limpo e favorece a perda rápida de calor durante a madrugada.
Para quem vive no Sul, a recomendação é preparar agasalhos e acompanhar as atualizações dos órgãos meteorológicos nos próximos dias. A combinação de chuva e frio nos primeiros dias da virada pode causar desconforto e exigir atenção especial com crianças, idosos e pessoas em situação de rua. As chuvas previstas para Rio Grande do Sul e Santa Catarina antes da entrada definitiva do ar frio merecem monitoramento em áreas com histórico de acumulados elevados.
Você está preparado para a queda de temperatura que vem pela frente, ou o calor dos últimos dias pegou você desprevenido? Conte nos comentários como está o tempo na sua cidade e se já sentiu algum sinal da virada que se aproxima.
Uma massa de ar frio mais intensa do que o normal para abril avança sobre o Brasil entre os dias 25 e 28 de abril, impulsionada por um ciclone extratropical e uma frente fria organizada. O Sul será a região mais afetada, com mínimas abaixo dos 10°C no pico do resfriamento na terça-feira (28), e o frio deve alcançar áreas do Sudeste e do Centro-Oeste nos dias seguintes.
Depois de dias de calor acima do esperado em boa parte do país, a massa de ar frio que se aproxima do Brasil promete uma virada brusca no tempo a partir do próximo fim de semana. Segundo o Meteored, a mudança mais significativa está prevista para ocorrer entre os dias 25 e 26 de abril, quando o sistema conseguirá avançar com força sobre o Sul e começar a atingir áreas do Sudeste e do Centro-Oeste. Estados como Rio Grande do Sul e Santa Catarina serão os primeiros a sentir a queda nas temperaturas e o aumento na frequência de chuvas com potencial para volumes elevados.
A entrada do ar frio será impulsionada pela formação de uma área de baixa pressão e pelo avanço de uma frente fria mais organizada do que as que atingiram o país nas semanas anteriores. Um ciclone extratropical atuando ao sul do Uruguai contribuirá para canalizar ventos mais gelados em direção ao território brasileiro, acelerando o deslocamento da massa de ar frio e ampliando seu alcance geográfico. O pico do resfriamento está previsto para a terça-feira (28), quando os termômetros podem registrar mínimas abaixo dos 10°C em diversas cidades do Sul.
O que vai provocar a chegada da massa de ar frio ao Brasil
O mecanismo que empurra a massa de ar frio em direção ao Brasil combina três fatores meteorológicos. O primeiro é a formação de uma área de baixa pressão atmosférica, que funciona como um motor que puxa ar gelado das latitudes mais altas do continente em direção ao norte. O segundo é o avanço de uma frente fria mais organizada e persistente do que as que passaram nas últimas semanas, capaz de varrer o Sul de sudoeste para nordeste com mais eficiência.
O terceiro fator é o ciclone extratropical posicionado ao sul do Uruguai, que ajuda a canalizar os ventos frios e a acelerar sua entrada no território brasileiro. A combinação desses três elementos cria condições para que a massa de ar frio avance com maior abrangência e intensidade, atingindo não apenas o extremo sul, mas também áreas mais ao norte que raramente sentem os efeitos de sistemas polares em abril.
Como ficam as temperaturas no Sul entre sexta e terça-feira
A mudança no tempo será gradual, mas perceptível. No Rio Grande do Sul, as máximas à tarde devem cair para a faixa dos 25°C já na sexta-feira (25), com valores ainda menores nas regiões serranas. Durante a noite, os termômetros tendem a oscilar entre 14°C e 16°C nos primeiros dias, caindo progressivamente à medida que a massa de ar frio se consolida sobre a região.
O momento mais intenso do resfriamento ocorre na terça-feira (28), quando diversas cidades do Sul devem registrar mínimas abaixo dos 10°C. Regiões de serra, como a Serra Gaúcha e a Serra Catarinense, podem marcar temperaturas ainda mais baixas, com possibilidade de valores próximos a 5°C nas madrugadas mais frias. A sensação térmica será intensificada pelo vento, que deve permanecer moderado a forte durante todo o período de atuação do sistema.
O avanço do frio para o Sudeste e o Centro-Oeste
No início da próxima semana, a massa de ar frio se espalha por toda a região Sul e alcança o sul do Mato Grosso do Sul, além de áreas do sul e do leste de São Paulo. Ainda assim, o resfriamento não será uniforme em todo o país. Enquanto o Sul registra temperaturas significativamente mais baixas, o Centro-Oeste e o Sudeste podem manter máximas elevadas durante o dia, impulsionadas por condições pré-frontais, quando ventos quentes antecedem a chegada da frente fria.
Essa dinâmica cria contrastes térmicos expressivos. Uma cidade do interior de São Paulo pode registrar máxima de 30°C na segunda-feira e cair para 18°C na terça, conforme a frente fria avança e o ar polar substitui a massa de ar quente. Para o Centro-Oeste, o impacto tende a ser mais moderado, com queda nas mínimas noturnas, mas sem a intensidade observada no Sul. Regiões mais ao norte do país não devem sentir efeitos significativos dessa onda de frio.
O que esperar depois da passagem da massa de ar frio
Após o pico de resfriamento na terça-feira (28), a tendência é de estabilização gradual das temperaturas ao longo da semana seguinte. A massa de ar frio perde força à medida que se afasta das latitudes polares, e o sol volta a aparecer com mais intensidade, especialmente no Sul e no Sudeste. No entanto, as mínimas noturnas devem permanecer baixas por mais alguns dias, já que o ar seco que acompanha o sistema polar mantém o céu limpo e favorece a perda rápida de calor durante a madrugada.
Para quem vive no Sul, a recomendação é preparar agasalhos e acompanhar as atualizações dos órgãos meteorológicos nos próximos dias. A combinação de chuva e frio nos primeiros dias da virada pode causar desconforto e exigir atenção especial com crianças, idosos e pessoas em situação de rua. As chuvas previstas para Rio Grande do Sul e Santa Catarina antes da entrada definitiva do ar frio merecem monitoramento em áreas com histórico de acumulados elevados.
Você está preparado para a queda de temperatura que vem pela frente, ou o calor dos últimos dias pegou você desprevenido? Conte nos comentários como está o tempo na sua cidade e se já sentiu algum sinal da virada que se aproxima.

Nós no Pará querendo um pouquinho desse frio.
Calor já perdeu força desde ontem a tarde com a chegada dos ventos frios. Hoje está chovendo, friozinho e o vento impulsionando essa sensação. Tá um dia perfeito perto dos outros dias de calor. Pra mim que detesta os dias quentes, hoje tá muito bom. Portão- RS.
Hoje dia 24 de abril sexta feira,com chuva,e realmente baixando a temperatura graças a Deus aqui em são Leopoldo RGSUL.E que chegue o tão esperado frio de uma vez. Tenha pavor do verão,por ter sido muito calor por aqui.🥶🥶🥶🥶😄😄😄😄😄