Depois de vários incidentes no Porto do Açú, a Shell decide interromper atividades logísticas com a Prumo e Macaé pode ser a bola da vez
[supsystic-social-sharing id=’1′]Das 17 operações que a Shell executou no Porto do Açú em 12 meses, ocorreram 3 incidentes neste período. Acontece que houve vazamentos de petróleo no oceano, o fez a empresa romper contratos operacionais no porto usando um sistema chamado “ship-to-ship”, que é o processo de transferência de barris de um navio para o outro. A Prumo Logística é quem responsável pela operações deste tipo.
No toma lá da cá entre as duas empresas, a Prumo está cobrando da Shell valores atrasados e que ela não está cumprindo os termos contratuais assinado. Apesar desta situação de indébito, a Prumo admitiu que houve sim os incidentes, mas ela alega que os sistemas são de empresas terceirizadas, como divulgado em seu site oficial.
A Shell em nota oficial ao G1, informou que parou de operar no Porto do Açú devido a falta de segurança em operações no terminal, o que não é compatível com os padrões de segurança exigidos pela empresa
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Este problema entre as duas instituições acabou revelando alguns problemas em atividades de movimentação de cargas no Açú. Outros empresas também vinham avaliando a questão da segurança das operações nestes terminais.
Apesar da Petrobras também ter contratos de operação do mesmo segmento que a Shell, ela não quiz fazer comentários a respeito deste impasse ou qualquer coisa que tenham relação com sistemas de segurança.
Macaé na Vez
Naturalmente isso abre mais um leque de oportunidades em Macaé, já que agora a construção do Porto na Cidade já está sancionada e liberada. Se a previsão dos especialistas se confirmarem, a Shell pode vir a operar no porto da Imbetiba e posteriormente quando o Porto do Barreto estiver pronto, poderá fechar novos contratos neste empreendimento também.
