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Patinete elétrico do tamanho de uma pasta? Conceito coreano premiado dobra a própria base, pode ser arrastado como mala e promete resolver um problema que muita gente enfrenta ao tentar levar esse tipo de veículo no ônibus, metrô, carro ou escritório

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Escrito por Fabio Lucas Carvalho Publicado em 05/07/2026 às 09:51 Atualizado em 05/07/2026 às 09:53
Descubra os patinetes elétricos e como o VtoV 1000 oferece soluções de mobilidade urbana compacta e prática.
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O VtoV 1000, conceito da sul-coreana Second White, mostra um patinete elétrico pensado para quem precisa combinar transporte público, carro, escritório e pequenos deslocamentos. O modelo dobra a própria base, trava a estrutura, pode ser arrastado como mala e ainda traz visor, iluminação integrada e uma possível solução de recarga.

Os patinetes elétricos ganharam espaço nas discussões sobre mobilidade urbana por oferecerem deslocamentos integrados ao cotidiano. Entre os conceitos curiosos está o VtoV 1000, projeto da Second White.

O modelo foi pensado para responder a um desafio comum nas cidades: como carregar um veículo individual sem que ele vire incômodo no ônibus, metrô, carro, escritório ou em casa. A proposta é reduzir o patinete a um volume comparável ao de uma pasta executiva.

Conceito aposta em tamanho mínimo

A Second White recebeu um prêmio Red Dot com o design do VtoV 1000. Embora o reconhecimento não seja recente, o projeto só foi publicado depois no Behance, onde aparecem imagens do conceito.

O foco não está em velocidade, preço ou desempenho, pontos usados para diferenciar patinetes elétricos. Neste caso, a prioridade é a compactação. O desenho busca transformar o veículo em um objeto fácil de guardar.

Esse objetivo aparece no mecanismo de dobragem. A solução não segue apenas a lógica comum de baixar a coluna de direção sobre a base. O processo envolve etapas sucessivas e reposiciona partes essenciais.

VtoV
VtoV 

Patinetes elétricos e o mecanismo que dobra a própria base

Uma das etapas mais chamativas ocorre quando a base é dobrada sobre si mesma. Com isso, a roda traseira se aproxima da coluna de direção. Para iniciar essa movimentação, é preciso liberar uma pequena trava integrada à prancha.

Depois, a coluna de direção é encaixada em um bloco localizado na base. Em seguida, todo esse conjunto é dobrado sobre a plataforma. O sistema trava a estrutura, evitando que o patinete se abra durante o transporte.

Mesmo dobrado, o VtoV 1000 mantém a roda traseira para fora. Esse detalhe permite arrastar o equipamento pelas alças salientes, como uma pequena mala. A ideia reforça o uso em trajetos combinados, alternando caminhada, transporte público e patinete.

Design minimalista reúne visor, luzes e acelerador

O VtoV 1000 segue uma linguagem visual limpa, com pequenas rodas, deck fino e iluminação integrada. O conjunto foi descrito como minimalista, característica frequentemente associada a produtos coreanos.

Entre os elementos funcionais, o conceito inclui um visor para acompanhar autonomia e velocidade. Também há um acelerador de polegar, solução simples para controlar a condução sem transformar o guidão em área visualmente carregada.

A página do projeto mostra o patinete distribuído em mesas, com componentes e fiação expostos. Não está claro se as imagens registram peças físicas ou renderizações, mas elas indicam que a proposta foi pensada em partes individuais.

Caixa misteriosa pode indicar solução de recarga

Outro ponto que chama atenção é uma caixa apresentada junto ao VtoV 1000. Ela é maior que o próprio patinete dobrado e aparece como possível acessório do conjunto.

A função não foi definida no material disponível. Uma possibilidade levantada é que se trate de uma estação de carregamento, mas essa interpretação não aparece confirmada. Caso seja uma base de recarga, o uso dependeria de onde esse item ficaria instalado.

O posicionamento da bateria também não foi especificado. Como o deck participa do mecanismo de dobragem, uma possibilidade técnica mencionada é que a bateria fique na haste. Ainda assim, o projeto permanece como conceito.

Conceito ainda não virou produto comercial

O VtoV 1000 mostra como patinetes elétricos podem ser repensados para ocupar menos espaço no dia a dia. A ideia é ligada ao “último quilômetro”, expressão usada para deslocamentos curtos entre casa, trabalho, transporte público e outros pontos da rotina.

Até agora, não há indicação de que o modelo tenha entrado em produção. A Second White apresentou um conceito detalhado, mas ainda sem especificações finais de autonomia, bateria, preço ou lançamento comercial.

Por que esse tipo de conceito chama atenção

Projetos compactos como o VtoV 1000 ajudam a mostrar uma dificuldade prática dos patinetes elétricos: o veículo não precisa apenas rodar bem, também precisa caber na rotina. Em grandes deslocamentos urbanos, a etapa final do trajeto pode envolver escadas, catracas, corredores, elevadores e mesas de escritório.

Quanto menor e mais fácil de transportar for o equipamento, maior a chance de ele se integrar a outros meios de transporte. Por isso, conceitos dobráveis funcionam como laboratório de design para testar soluções de uso, armazenamento e recarga.

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Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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