O Comperj está sendo disputado de modo feroz e só restaram 4 empresas na briga para ver quem ganha as obras em julho
Finalmente o Comperj está em sua reta final e á assessoria de impressa da UPGN já soltou que de todas as empresas convidadas, apenas 4 delas restaram na disputa. Em julho teremos a resposta final de qual corporação ganhará o contrato para finalizar o empreendimento.
Cerca de 34 companhias do exterior foram requisitadas pela Petrobras para participarem das licitações, mas durante o processo de eliminação voraz, restaram apenas 4 delas. Isso porque essas mesmas mostraram as melhoras ofertas e certificações requeridas. As empresas que estão na reta final são:
- Toyo
- Fluor
- Cobra
- Kervi
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A BR fixou um preço mínimo de 2 bilhões de reais, mas provavelmente este valor será um pouco mais elevado, segundo o cálculo de executivos responsáveis pelo projeto. Lembrando que estas obras são ás únicas 100% garantidas pela Petrobras, divido a necessidade de escoar a produção do pré-sal de modo urgente. Este empreendimento também faz parte do plano de negócios da estatal que teve início em 2017 e termina em 2019.
Essa notícia gerou muita polêmica na época do anúncio desta licitação porque foram convocadas apenas empresas estrangeiras e as brasileiras não participaram da jogada, devido muitos delas que teriam expertise para tocar a obra, estarem envolvidas nos escândalos da Lava Jato. Mesmo assim, Pedro Parente que é o atual presidente da Petrobras, se reuniu com vários prefeitos das cidades que compõem a região do Comperj garantido que não é questão de promessas, a UPGN é necessária e fundamental para o pré-sal e irá acontecer de uma forma ou de outra.

Pedro Parente com Prefeitos do entorno do Comperj
Mas apesar de haver esta preferência por empresas estrangeiras e que tiveram uma classificação melhor, de uma forma ou de outra à associação com empresas brasileiras serão inevitáveis, até porque algumas delas já prestaram serviços de obra para a BR no passado. Engenheiros que conhecem as obras, já falaram que este orçamento de 2 bilhões de reais não será suficiente e a Petrobras provavelmente enfrentará pressões para aumentar este valor. A única empresa brasileira liberada pela justiça e com condições de assumir a UPGN, seria a Andrade Gutierrez, mas infelizmente não houve tempo hábil para que ele participasse das licitações. A estimativa é que a obra comece em no segundo semestre de 2017, mas já se fala em uma prazo estendido para 2018 porque ainda não foi contratada uma empresa para processar o gás natural.
Fonte: Petronoticias




